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Rede espera triplicar as vendas de cervejas artesanais com a chegada das festas de final do ano. Nova estratégia de logÃstica deve reduzir em até 20% o preço dos produtos
 Diante da proximidade com o Natal, comerciantes de todo o paÃs renovam seus votos de prosperidade. O aumento do consumo costuma deixar lembranças positivas nos mais diversos mercados e com as cervejas artesanais não é diferente.
A Mr. Beer, rede de lojas de cervejas especiais, pretende triplicar suas vendas com a chegada da noite feliz. No entanto, o maior presente veio ao longo de 2011, marco do avanço desse mercado no paÃs.
Para o próximo ano, a carta de bebidas da empresa, que já conta com 180 rótulos, deve contar com pelo menos mais 15 nomes inéditos no mercado nacional, segundo o diretor da rede, Humberto Ribeiro. As novidades deverão fazer parte da nova polÃtica de preços anunciada pelo executivo. Nesse contexto, as regiões Sul e Nordeste estarão no foco da empresa em 2012. "Estamos importando uma boa parte dos rótulos diretamente", explica Ribeiro. "Conseguimos, com isso, reduzir preços desses produtos em até 20%."
Resultados
A empresa encerra seu segundo ano com avanços significativos. O faturamento saltou de R$ 2,3 milhões para encerrar 2011 provavelmente em torno dos R$ 5 milhões. "Ainda é um mercado embrionário, mas estamos avançando", lembra Ribeiro.
Por aqui, o consumo de cervejas especiais representa apenas 5% das vendas totais, observa o executivo. Neste grupo ainda estão incluÃdas as edições especiais das grandes cervejarias. Se calculadas somente as artesanais, a participação cai para 2%. Potencial de expansão ainda não falta. "Na Argentina, por exemplo, esse mercado chega a 20% do consumo total da bebida", lembra Ribeiro.
Perfil de consumo
Já comuns na mesa do brasileiro, as cervejas pilsen e de trigo representam 30% das vendas da rede, em todas as unidades. "Geralmente são as cervejas tchecas e alemãs que fazem mais sucesso", de acordo com Ribeiro.
No entanto, o executivo comenta que as belgas têm chamado a atenção do consumidor no Brasil. "O brasileiro ainda prefere as mais leves, mas gradativamente, os rótulos belgas têm ganhado mais atenção do mercado."
Fonte: Brasil Econômico
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