| 02/05/2011 - Inflação de alimentos seguirá até 2012, diz BID |
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 Os resultados do estudo "Como o Choque de Preços dos Alimentos Afeta a Inflação na América Latina e no Caribe" têm como pressupostos a preservação, até o fim deste ano, das cotações das commodities agrÃcolas ao nÃvel de fevereiro, quando já haviam atingido nÃvel semelhante ao do pico de 2008. Também considera a adoção das mesmas respostas dadas pelos mercados e governos dos 13 paÃses ao longo do ano passado.  Nessas condições, Bahamas, Panamá e Peru deverão sofrer aumento de dois a cinco pontos porcentuais. BolÃvia, Guatemala, Honduras e República Dominicana apontam o pior cenário, de aumento superior a cinco pontos nos Ãndices de preços ao consumidor. PaÃses como Venezuela e Argentina não foram incluÃdos por não haver confiança em seus indicadores de inflação.  Os paÃses se diferenciam claramente pela adoção ou não da polÃtica de câmbio flutuante e do regime de metas de inflação. Nos casos do Brasil, do México e da Colômbia, esses são mecanismos eficientes para amortizar o aumento dos preços das commodities agrÃcolas no mercado interno. Outro alÃvio vem do fato de esses paÃses serem produtores de alimentos. Segundo o estudo, o Brasil terá "o aumento menos significativo" na inflação gerada pelas cotações internacionais mais salgadas dos produtos alimentÃcios.  As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  |