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Setor de turismo comemora a chegada de 500 mil visitantes à Capital  Se o verão é época de fartura para o turismo de Florianópolis, o intervalo entre o Natal e o primeiro final de semana do Ano-Novo é o miolo do filé mignon da temporada. Neste perÃodo, donos de restaurantes, bares e hotéis tiram a barriga da miséria. A cidade fica lotada de gente querendo comer, beber, fazer festa e se esbaldar na praia.  A previsão da Secretaria Municipal de Turismo é receber 500 mil turistas neste perÃodo. A expectativa é de aumento nos lucros na comparação com o ano passado aposta Fábio Queiroz, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Ele afirma que Santa Catarina ser escolhida pela quarta vez consecutiva o melhor destino turÃstico do paÃs ajuda muito.  O tempo bom nos últimos feriadões também joga a favor na opinião dele. Queiroz explica que, quando se diverte, o visitante tende a voltar nas festas de final de ano. Além disso, o turista repassa a amigos e parentes as qualidades do local. O presidente do Conselho da Abrasel não arrisca um Ãndice de aumento na receita. Prefere esperar os resultados de uma pesquisa encomendada pelo setor sobre o perÃodo, que será divulgada no dia 3 de janeiro.  O clima animou os donos de bares e restaurantes. Eles temiam perder clientes por causa do dólar baixo. Mas Queiroz diz que as nevascas que fecharam aeroportos e tornaram um suplÃcio sair à s ruas nas cidades europeias afastou os visitantes. Obrigados a ficar no Brasil, os turistas mais elitizados têm Florianópolis como umas das primeiras opções. A lotação dos restaurantes que fazem jantar seguido de festa em Jurerê Internacional e cobram milhares de reais pela entrada é prova da procura.  O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), João Eduardo Moritz, afirma que Florianópolis passa por uma situação Ãmpar. Os estabelecimentos da região Norte ultrapassam os 95% de ocupação enquanto no Sul da Ilha as pousadas não alugaram nem metade dos quartos. As ressacas ocorridas no inverno, que engoliram considerável parte da Praia da Armação, é o motivo apontado pelos empresários.  No outro extremo da Capital, as perspectivas são as melhores. Moritz lembra que nos últimos anos a cidade saiu na imprensa internacional como excelente opção de turismo. A expectativa é que isso atraia mais pessoas com ainda mais dinheiro.  Fonte: Diário Catarinense |