Abrasel e Ministério do Turismo se unem para preparar mão de obra. - foto:Daniel Caron
O presidente da Abrasel PR, Marcelo Woellner Pereira, da presidente do Comtur, Juliana Wosnika e o presidente executivo da Abrasel Nacional, Paulo Solmucci Júnior
O setor de bares e restaurantes ainda não sabe o quanto pode faturar com a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, mas estima que o faturamento pode dobrar em relação a um mês de movimento normal.
Mais do que um aumento na receita, bares, restaurantes e até ambulantes têm papel fundamental para o acolhimento de turistas de todo o País e do exterior que passarão pelas cidades-sedes durante o Mundial.
Por isto, os profissionais que atuam nesta área dependem de capacitação para um bom atendimento e de segurança alimentar. Eles também podem ser indutores do turismo dando dicas e orientações para os turistas.
Estes pontos são as bases do projeto Bem Receber Copa, feito pelo Ministério do Turismo em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).
O programa foi apresentado ontem para entidades do setor em Curitiba. A meta é treinar mais de 15 mil funcionários até 2013 em todo o País. O investimento chega a R$ 14 milhões, vindos do governo federal.
Serão ofertadas aulas presenciais e material didático para empresas e entidades que representam o segmento nas 12 cidades que vão receber os jogos e em outras regiões potencialmente turísticas.
Os profissionais serão capacitados em aspectos do País, de sua cidade ou região, cidadania, atendimento ao cliente e segurança alimentar, entre outros assuntos. Também haverá aulas de inglês e espanhol para quem faz atendimento no salão de mesas.
“Às vezes o turista vem de carro, fica na casa de amigos. Mas necessariamente ele vai passar por um restaurante, que poderá ajudar no direcionamento certo destes clientes. E nem sempre será para o turismo. Qualquer pessoa pode precisar de um hospital, por exemplo”, comenta o presidente nacional da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior.
Os ambulantes também serão beneficiados no programa. Eles vão passar por cursos de atendimento ao turista e segurança alimentar. Também receberão um material em seis línguas diferentes para recepcionar o turista e entregar à ele um guia com as informações da cidade.
Uma pessoa que fala inglês, por exemplo, vai apontar em um cartaz a frase correspondente a “Se você fala inglês, aponte aqui”. Cada língua terá uma cor diferente e por essa associação o ambulante também poderá contribuir para uma recepção melhor dos visitantes.
O Ministério do Turismo vai instalar os Pontos de Informação ao Turista nos empreendimentos que vão participar do projeto. Eles vão funcionar como se fossem centros de atendimento ao turista, mas estarão espalhados pelas cidades e em uma quantidade maior do que a já existente.
”_ Os restaurantes e bares tem uma grande capacidade de multiplicação de informações, uma capilaridade muito importante. E também tem capacidade de gerar um fluxo turístico em outras regiões do Paraná e na própria cidade. Assim há condições do turista permanecer mais tempo na cidade_”, afirma Juliana Vosnika, presidente do Instituto Municipal de Turismo. Além da capacitação dos profissionais, os restaurantes e bares vão oferecer cardápios com tradução pelo menos em mais uma língua.
Começou a vigorar a Lei nº 12.291/2010, que obriga todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços a terem como item obrigatório um exemplar, no mínimo, do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
O descumprimento da legislação, que foi divulgada no Diário Oficial da União no dia 21 de julho, ocasionará multa no valor de R$ 1.064, 10. A Lei também estabelece que o Código de Defesa do Consumidor deve ficar em um local visível de fácil acesso ao público.
Para o advogado e professor da Lex Editora, André Ricardo Blanco Ferreira Pinto, especialista em assuntos relacionados ao direito do consumidor, a nova Lei representa uma política governamental no sentido de informar e educar a população acerca da existência do CDC. “Além disso, o Código pode ser impresso no site do Planalto – http://www.planalto.gov.br, não gerando ônus aos comerciantes e prestadores de serviços. Com algumas folhas, é possível imprimir a Lei e deixá-la à disposição de um consumidor em um balcão, por exemplo, junto com sua tabela de preços”, garante o professor
O CDC foi instituído pela Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 e foi fruto de uma expressa determinação constitucional que buscou preencher uma lacuna legislativa existente no Direito Brasileiro, onde as relações comerciais, tratadas pelo Código Comercial do século XIX, não traziam nenhuma proteção ao consumidor. O Código é um conjunto de normas que tem por meta proteger os direitos do consumidor, bem como disciplinar as relações e as responsabilidades entre o fabricante de produtos ou prestação de serviços com o consumidor final, estabelecendo padrões de conduta..
Embora a competição total no mercado doméstico de cartões tenha começado apenas no dia 1º deste mês, Cielo e Redecard, as maiores redes de credenciamento do país, devem acusar os efeitos da concorrência mais acirrada já nos resultados do segundo trimestre.
De acordo com analistas do setor, as companhias devem experimentar pressões nas margens, devido aos esforços para tentar fidelizar lojistas, via gastos maiores com publicidade, promoções e descontos no aluguel das máquinas usadas para processar pagamentos de compras (POS).
“Acreditamos que ambas as companhias reportarão um crescimento significativo das despesas, enquanto preparam suas estruturas para maior competição”, comentaram os analistas Carlos Firetti e Rafael Frade, em relatório da Bradesco Corretora.
A projeção da Bradesco Corretora é que os custos operacionais de abril a junho tenham crescido 10% no caso da Cielo, e 12% no da Redecard, em relação ao trimestre imediatamente anterior.
Desde a chegada ao mercado da terceira competidora no setor, a GetNet em parceria com o Santander Brasil, em abril, as duas gigantes, que reinaram sozinhas por cerca de 15 anos no mercado brasileiro de cartões, vêm intensificando os esforços para se desvincular da imagem de monobandeira.
Logo depois de encerrar o contrato de exclusividade com a Visa, a Cielo (ex-VisaNet), passou a aceitar em sua rede os cartões da MasterCard. Na semana passada, fechou uma parceria para passar a capturar as transações dos cartões de benefício Ticket no setor de alimentação.
Já a Redecard, que por vários anos foi a única credenciadora de Mastercard, passou a ter Visa em seu portfólio. Atualmente, tem parcerias para receber cartões de 19 bandeiras.
O esforço das grandes tem como objetivo não somente impedir a ascensão da GetNet, que chegou ao mercado com atrativos pacotes de isenção de tarifas em parceria com o Santander, mas também estabelecer um relacionamento mais estreito com os lojistas.
A norte-americana First Data, que se apresenta como a maior rede adquirente do mundo, avisou que pretende entrar no setor de cartões no Brasil por meio de parcerias. Especialistas do setor estimam a chegada de mais dois ou três competidores até 2011.
Os lojistas, que sempre reclamaram dos custos cobrados pelo aluguel de POS e das taxas por transação, agora comemoram. Para a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), muitos vão se desfazer de uma das grandes redes, já que não fará mais sentido pagar duas máquinas para fazer o mesmo serviço. Só com aluguel de POS, a entidade estima uma perda de receita para Cielo e Redecard da ordem de R$ 1 bilhão por ano.
Analistas evitam contas, mas enxergam um cenário nebuloso para as grandes. Para Marcelo Telles e Victor Schabbel, do Credit Suisse, os resultado da Redecard do segundo trimestre, que sai na sexta-feira, já deve reportar aumento dos custos. Para a Cielo, líder no Brasil, a expectativa é de perda de market share.
“Os resultados do segundo trimestre devem nos dar uma pista de que a competição é pra valer e que o risco de uma deterioração precoce nos lucros está crescendo”, comentaram os analistas do Credit Suisse em relatório desta terça-feira.
Toda essa efervescência ocorre em meio a um período de forte crescimento e de expectativa por uma nova regulamentação do setor. O governo deve enviar até o fim de setembro a proposta de regulamentação das tarifas de cartões.
Segundo estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), a base de cartões do Brasil chegava ao redor de 600milhões de unidades no final de junho, com o faturamento das empresas do segmento crescendo anualmente por volta de 20%
No Paraná, deverão ser beneficiados cerca de 150 estabelecimentos e perto de 1.500 pessoas
A Abrasel lança nesta quinta-feira (dia 29), às 9h, no Hotel Bourbon, o Programa Copa na Mesa, que visa qualificar empresários, atendentes e empreendedores individuais (ambulantes) para receber os turistas que virão para a Copa de 2014.
O evento vai contar com a presença do presidente executivo da Abrasel Nacional, Paulo Solmucci Júnior, da presidente do Comtur, Juliana Wosnika, e demais órgãos do trade. De acordo com o presidente da Abrasel Nacional, o Ministério do Turismo destinou R$ 14 milhões para qualificar 1,5 mil estabelecimentos nas 12 cidades-sede, abrangendo treinamento a cerca de 15 mil profissionais que atuam no setor de bares e restaurantes somente neste ano.
No Paraná, deverão ser beneficiados cerca de 150 estabelecimentos e perto de 1.500 pessoas. Os empresários interessados, sejam eles associados ou não à Abrasel, devem procurar a sede da entidade para se inscrever no projeto. Os treinamentos têm início em agosto.
O projeto Copa na Mesa divide os estabelecimentos participantes em três grupos. O TIP (Tourist Information Point) que são os bares e restaurantes que atendem a critérios como localização e comprometimento com o Programa Copa na Mesa, sendo o grupo mais bem avaliado pelos consultores do projeto; o MIT (Multiplicador de Informações Turísticas), formado por bares e restaurantes que formam o maior grupo, responsáveis pela grande capilaridade do projeto; e o PIC (Profissional Individual Cadastrado), que engloba os empreendedores individuais mais conhecidos como “ambulantes”, que possuem papel ativo e relevante em um megaevento como a Copa do Mundo. “Os colaboradores treinados irão atuar como multiplicadores de conhecimentos fornecendo informações turísticas de qualidade sobre o destino, sendo mais um canal de comunicação entre o setor e o turista”, avalia o presidente executivo da Abrasel-PR, Luciano Bartolomeu.
SERVIÇO
Informações à Imprensa:
Parceria entre a Abrasel e o MTur ingressa o setor de alimentação fora do lar no programa Bem Receber Copa 2014
A Abrasel, em parceria com o Ministério do Turismo (MTur), deu o ponta-pé inicial para qualificar serviços e preparar bares e restaurantes para auxiliar de maneira estratégica na divulgação e promoção do turismo brasileiro. Hoje, dia 28 de julho, o ministro do Turismo, Luiz Eduardo Barretto, estará em Porto Alegre (RS), uma das cidades-sedes do mundial que acontecerá no Brasil, para apresentar oficialmente, a representantes das entidades que compõem a cadeia do Turismo, o projeto “Copa na Mesa”, que faz parte do programa “Bem Receber Copa”.
Mais de 15 mil profissionais do setor de alimentação fora do lar serão treinados por meio do programa “Bem Receber Copa”, iniciativa do MTur.O objetivo é preparar o receptivo de bares e restaurantes das 12 cidades-sede para um atendimento de excelência aos turistas que visitarem o Brasil em 2014, durante a Copa do Mundo. A ideia é criar, nestes estabelecimentos, Pontos de Informação ao Turista, oferecendo um cardápio de informações úteis ao visitante – pontos turísticos locais, postos policiais, hospitais, locação de carros, além de dicas sobre onde ir e o que fazer. O parceiro executor do projeto é a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).
O Bem Receber Copa visa treinar, até o final de 2013, 306 mil profissionais empregados na cadeia produtiva dos 65 destinos indutores do Ministério do Turismo. O investimento total do MTur será de R$ 440 milhões.
O ministro Luiz Barretto e o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, também assinam um memorando de entendimento no qual se comprometem em trabalhar pela inclusão da capital gaúcha no Prodetur Nacional (Programa de Desenvolvimento do Turismo), do Ministério do Turismo.
A cidade já apresentou carta-consulta para a contratação de um financiamento no valor U$ 73 milhões. Os principais projetos serão voltados à melhoria das condições de acessibilidade e mobilidade dos turistas na capital gaúcha e à revitalização de atrativos turísticos visando à Copa de 2014. Em agosto, a proposta será apresentada à Corporação Andina de Fomento (CAF), um dos organismos financiadores do programa do governo federal.
Já visitou o espaço do Bem Receber Copa no Portal do MTur?
SERVIÇO
Com ou sem cadeira de plástico, orelhão estragado ou filas nos supermercados, um dos principais desafios de Belo Horizonte para o Mundial’2014 será o atendimento. Na cidade, os estrangeiros têm dificuldade de encontrar orientações em inglês e falta pessoal qualificado para recebê-los em restaurantes e hotéis. Os dois setores começam a se preparar para o evento, com cursos gratuitos para seu pessoal.
Em BH para uma temporada de sete dias, a taiuanesa Pi-Jen Lin, de 50 anos, não conseguiu entender o cardápio em alguns restaurantes e não havia quem o explicasse. Resultado: não comeu o que desejava. “Na rua, também não encontrei quem me desse informações básicas em inglês. Para a Copa, acredito que a população deveria saber se comunicar ao menos em inglês, que é a língua universal. Afinal, turistas do mundo inteiro virão”, diz.
O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Nonaka, adianta que o segmento já está alterando seus cardápios. São 5 mil estabelecimentos que, por orientação da entidade, vão se adaptar. “Vamos também oferecer cursos de manipulação de alimentos e de atendimento”, explica.
O Sindicato dos Hotéis (SindhoRB) tem inscrições abertas até o dia 30 para cursos gratuitos de inglês e espanhol. As informações estão no site da entidade (http://www.sindhorb.org.br). Presidente da entidade e integrante do Conselho Municipal de Turismo, Paulo César Pedrosa diz que não basta, contudo, o esforço do setor para melhorar o atendimento, pois falta programação para prender o visitante em BH.
A capital se consolidou como importante polo de turismo de negócios, com até 100% de ocupação nos hotéis de segunda a sexta. Nos fins de semana, o percentual cai para 55%. “Quem vem para congressos e atividades profissionais quer também se divertir, mas é obrigado a embarcar para Ouro Preto ou Mariana. A prefeitura não investe em festivais e programação para o turista”, reclama, dizendo que a tarefa tem sobrado para a iniciativa privada.
Jeitinho
Na avaliação do professor de turismo Cristiano Lopes, o comércio da capital terá de aliar a capacitação ao jeitinho brasileiro, pois, em pouco mais de três anos, “não dá para mudar tudo”. Ele explica que, certamente, a cidade não terá como modernizar os bares, revolucionar o transporte público, fazer os índices de violência despencarem e mudar o padrão do serviço das operadoras de telefonia. “Minha grande aposta é que a cordialidade do brasileiro conquiste o turista. É claro que isso não basta, mas deve-se casar isso à técnica e à qualidade do serviço”, aposta.
Estão abertas as inscrições para o Festival Gastronômico Recife Sabor & Arte – 2010 Ano da Gastronomia.
Promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Pernambuco (Abrasel-PE), a 6ª edição do evento será realizada entre os dias 1 e 19 de setembro.
No festival, cada restaurante apresentará um menu inédito, elaborado com prato principal e sobremesa inspirados nos conceitos de diversidade e peculiaridade da gastronomia recifense. A Abrasel-PE espera a participação de cerca de 40 restaurantes dos melhores da cidade.
As inscrições vão até dia 6 de agosto e para participar é preciso ser associado à entidade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (81) 3465.7570.
As cidades de Manhuaçu e Manhumirim, localizadas na Zona da Mata do estado de Minas Gerais, participarão do projeto Caminhos do Sabor.
O programa, desenvolvido pela Abrasel, Sebrae e Ministério do Turismo, tem como objetivo potencializar os destinos turísticos do Brasil, trabalhando a gastronomia como vantagem competitiva. O projeto possui cinco etapas: envolvimento das lideranças locais; pesquisa de oferta e demanda; plano de ação do destino; lançamento oficial e desenvolvimento empresarial.
Nessas cidades, a primeira etapa será realizada no dia 02 de agosto, com uma reunião entre lideranças locais. No evento, estarão presentes o prefeito dos dois municípios, representantes da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur), da Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais (Fecitur), o deputado federal Mário Heringer e representantes da Abrasel, que formarão o grupo de governança para atuarem juntos à organização local. A Associação, o Sebrae e os representantes dos empresários e do poder público agirão ativamente no planejamento e aplicação desse projeto.
Informações para a imprensa
Feira reuniu fornecedores e empresas do comércio varejista de todo o Brasil
Com a badalada Cozinha Show, a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) participou de 19 a 21 de julho da Super Bahia 2010 – 2ª Feira de Convenção Baiana de Supermercados, Atacados e Distribuidores. A Abrasel reuniu grandes chefs como Luiz Araújo, Mary Mar, Tereza Paim, Mariana Almeida, além dos alunos da Escola de gastronomia da Universidade Federal da Bahia liderados por Andrea Torres para apresentar alguns de seus produtos e serviços.
Para o público participante da feira, a Abrasel ofereceu Feijoada de Marisco, ensopado de cordeiro, yakissoba, além de pratos feitos a base de Tilápia ofertada pela Bahia Pesca. A opção foi a Tilápia com purê de mandiocinha, crocante com purê da banana da terra, carpaccio e ceviche.
Entre os apoiadores para a montagem do estande, Cocada da Tonha, Cachaça Morro de São Paulo, Azeite Casa Albert, Miolo Wine groupe e as balanças Toledo apresentaram as últimas novidades de seus produtos.
A Abrasel também visitas ilustres como o governador da Bahia, Jaques Wagner, o secretário de Indústria, Comercio e Mineração, James Correia, a secretária da Casa Civil da Bahia, Eva Chiavon,o superintendente do SEBRAE-Bahia, Edival Passos, o presidente da Saltur, Claudio Tinoco, o presidente da Abase, Teobaldo Costa, o presidente Asdab, Israel Andrade, os candidatos Paulo Souto, ACM Neto, Clovis Ferraz, José Neto, Gerônimo, além de diversos associados da Abrasel.
Realizada pela Abase – Associação Baiana de Supermercados, a feira reuniu fornecedores e empresas do comércio varejista de auto-serviço de todo o Brasil no Centro de Convenções da Bahia. Em destaque, o bloco de eventos simultâneos com palestras e rodadas de negócios criado especialmente para permitir aos profissionais da área a troca de informações, conhecimentos e reciclagem.
Dentre os participantes, supermercadistas, atacadistas, distribuidores, proprietários de delicatessen, padarias, lojas de conveniência, restaurantes, hotéis e representantes comerciais. A Super Bahia é voltada especificamente para os segmentos de alimentos, automação/gestão, bazar, bebidas, equipamentos leves e pesados, FLV, higiene/beleza, higiene/limpeza, imprensa, pet shop, serviços financeiros e suprimentos.
Evento chega à sua 22ª edição trazendo as novidades do mercado de alimentação fora do lar e abrindo debates sobre assuntos de interesse do setor
Brasília recebe no período de 18 a 20 de agosto o Congresso Nacional da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), que traz este ano como tema central dos debates “Novos Tempos, Novos Líderes”. O evento chega à sua 22ª edição oferecendo aos empreendedores do segmento a oportunidade de conhecer as novas tendências do mercado, aprimorar as atividades empresariais e ampliar a visão estratégica sobre seus negócios.
Em dois dias de intensa programação técnica, o 22º Congresso da Abrasel, que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, é o cenário ideal para reciclar conhecimentos, conferir as oportunidades do mercado para novos negócios, fortalecer e criar redes de relacionamento. Além disso, é uma ótima ocasião para aprender os segredos que fazem o sucesso de grandes Chefs cozinha, nacionais e internacionais, convidados a se apresentar nas Arenas Gastronômicas desta edição.
Serão várias atividades em um único evento, que vai oferecer um leque de opções para ampliar conhecimentos nos ciclos de Palestras, Workshops, Fóruns, Cursos e debates. Os participantes contarão ainda com espaços para orientação aos empreendedores e realização de Encontros de Negócios.
A solenidade de abertura acontecerá no dia 18, às 19h30, no auditório do Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contará a presença de importantes autoridades políticas, entre elas, o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, além de lideranças e empresários do setor.
Dos melhores encontros nascem os melhores negócios
Paralelamente ao Congresso da Abrasel, acontece o evento de negócios e relacionamento para empresários do setor de alimentação fora do lar, Chefs de cozinha e lideranças do setor: a Feira Restaurante Show, que reúne as principais empresas fornecedoras de produtos, equipamentos, tecnologia e serviços para o setor.
Visando otimizar o tempo do profissional do setor que sempre está em busca de novos produtos e fornecedores, a Restaurante Show, nesta edição, apresenta áreas específicas de exposição, organizadas de forma segmentada para garantir maior eficiência no contato, facilitar o acesso e atingir as necessidades dos visitantes.
Confira o que poderá ser visto nesta edição da Restaurante Show
VISITE O SITE: http://www.congressoabrasel.com.br
Pedro de Lamare, presidente do SindRio - foto: divulgação
Pedro de Lamare assumiu a presidência do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro, após Alexandre Sampaio licenciar-se para assumir a presidência da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS).
Na diretoria do sindicado desde 2001, De Lamare foi diretor de Comunicação e Marketing até 2009 e vice-presidente da chapa única que concorreu para a gestão 2010/2013.
Carioca, 54 anos, pai de dois filhos, Pedro de Lamare é presidente desde 1984 do grupo Gula Gula. Com passagens pelos mercados de seguros e financeiro, tendo atuado na fundação do grupo Prosper, o empresário chegou ao negócio que pertencia a seu pai após a saída de um dos sócios. Há 25 anos, a sociedade tinha apenas um restaurante, no Leblon; atualmente, Pedro comanda a marca, que tem 12 lojas.
Carlos Werneck, diretor dos Hotéis Marina, assume a vice-presidência do SindRio. Confira abaixo os outros cargos e profissionais da entidade.
José Tunas Santiago – vice-presidente de Hospedagem
Leonardo Rego – vice-presidente de Alimentação
Luca Raposo – vice-presidente de Cinco Estrelas
Cleonice Cantelli – vice-presidente de Apart-Hotéis
Antonio de Oliveira Cerqueira – vice-presidente de Motéis
Marcos Andre dos Santos Caiado – vice-presidente de Restaurantes
Ricardo Bomeny – vice-presidente de Fast Food
Manuel Capão – vice-presidente de Lanchonetes, Bares e Similares
Roberto Maciel – vice-presidente de Buffets
Mario Chady – vice-presidente de Franquias
José Maria Canedo – vice-presidente de Casas Noturnas
Andréa Tinoco – vice-presidente de Eventos
Paulo Antonio Ubach Monteiro – vice-presidente de Patrimônio
Luis Antonio Cunha – diretor de Finanças
Paulo Michel – Diretor de Contabilidade
Fernando Pinheiro – diretor de Administração
Leonardo Feijó – diretor de Comunicação e Marketing
Teresa Corção – diretor de Formação e Qualidade
Rosana Santos – diretor de Polos Gastronômicos e Culturais
Amadeu Cunha – conselho fiscal efetivo
Francisco Bernardino Martins – Conselho Fiscal Efetivo
Paulo Celestino Pereira – conselho fiscal efetivo
Alvaro Brito Bezerra de Mello – conselho fiscal suplente
Carlos Eduardo Tome – conselho fiscal suplente
Serviço
http://www.sindrio.com.br
Paulo César Pedroso, vice-presidente do CNTur, e Gilmar Pomponi, do Sinditur durante entrevista - Fonte: Beto Oliveira
O setor turístico de Uberlândia, como bares, restaurantes, hotéis e similares, possui 2 mil vagas de trabalho em aberto desde o início do ano. As maiores demandas são por camareiros, garçons, cozinheiros, atendentes e faxineiros.
Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas (Sinditur).
Um dos principais problemas para o preenchimento de vagas, segundo o presidente do Sinditur, Gilmar Antônio Pomponi, é a falta de mão de obra qualificada. “Temos pessoas interessadas nas vagas, mas, na maioria dos casos, elas não têm cursos ou qualificação para prestar um bom atendimento ao turista, o que é fundamental nessa área”.
Para solucionar a falta de mão de obra, a Confederação Nacional do Turismo (CNTur) criou o projeto “Sistema S”, com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo (Senatur) e o Serviço Social do Turismo (Sestur), que tramita no Congresso Nacional. Neles, o profissional poderá contar com lazer, cursos e treinamentos para capacitação.
“A qualificação é o nosso maior gargalo. Pretendemos treinar toda mão de obra”, disse o vice-presidente Paulo César Marcondes Pedrosa durante entrevista na manhã de ontem. A previsão para aprovação dos projetos, conforme o vice-presidente, é até o fim do ano.
Enquanto espera a aprovação do “Sistema S”, o Sinditur deve implantar, até o fim de agosto, cursos específicos para as áreas com maior carência de mão de obra. “Estamos concluindo o projeto, e esperamos atender ao maior número de profissionais possível”, disse Gilmar Pomponi.
A carência de mão de obra no setor turístico não é exclusiva de Uberlândia. Segundo o vice-presidente da Confederação Nacional do Turismo (CNTur), Paulo Cesar Marcondes Pedrosa, o cenário é o mesmo em diversas cidades brasileiras. A explicação, segundo ele, é o crescimento em 7% da economia do Brasil. “A nossa mão de obra está deficiente e precisamos acordar para isso, pois temos dois grandes eventos de nível mundial se aproximando (Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016)”.
Empresas investem em qualificação de trabalhadores
O gerente-geral de um hotel de Uberlândia, Clóvis Rodrigues, disse que a empresa tem investido em treinamentos para que os profissionais realizem um atendimento de qualidade. “Contratamos uma profissional para cuidar dessa área e também encaminhamos para palestras, devido a deficiência de encontrar mão de obra qualificada”.
Em outro hotel, a preocupação é com o comprometimento dos funcionários. A gerente operacional Sibel Barros diz que a rotatividade é alta, o que prejudica a qualidade do atendimento. “Contratamos as pessoas sem experiência e oferecemos o treinamento, mas ela não fica muito tempo. Só este mês contratamos sete pessoas e temos mais três vagas em aberto”.
Na empresa de organização de eventos de turismo, a gerente administrativo Damiana Correia Martins diz que a busca por profissionais para atender aos eventos captados começa com antecedência.
O Fórum solicitado pela diretoria da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Paraná (Abrasel PR) junto ao comandante da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (AIFU), coronel Honório Bortolini e representantes dos órgãos que a compõem, foi realizado hoje (20/07), no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar por intermédio do vereador Felipe Braga Cortes
O encontro teve um resultado bastante expressivo, devendo agilizar processos e melhorar o entendimento entre os donos de estabelecimentos e os órgãos públicos que fazem parte da fiscalização urbana.
A AIFU é uma força-tarefa criada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública que reúne as polícias Civis e Militares, Corpo de Bombeiros, Secretarias de Meio Ambiente, Urbanismo e Vigilância Sanitária no intuito de fiscalizar e autuar empresas em situação irregular.
Entre os avanços obtidos no fórum está a garantia de que não haverá fechamento dos bares, casas noturnas e restaurantes que apresentarem os protocolos de renovação de alvará no momento da fiscalização, a não ser em casos de risco para os frequentadores.
A polêmica foi causada por denúncia dos empresários que se queixavam da ação ostensiva da AIFU no momento em que chegavam aos estabelecimentos, no horário de funcionamento, causando constrangimento aos clientes, com os diversos veículos dos órgãos, principalmente das viaturas com policiais armados em frente e dentro do estabelecimento, obrigando a clientela a deixar o bar e fechando os mesmos apesar de estarem com seus protocolos aguardando a regularização.
Para o presidente executivo da Abrasel-PR, Luciano Bartolomeu, o setor vem encontrando dificuldades para regularizar os alvarás, em virtude da demora do próprio sistema burocrático dos órgãos concedentes. “Existe a boa vontade de todos em melhorar o diálogo, entender a dificuldade de ambos os lados e achar soluções. A própria Abrasel apresentou um pleito de 11 itens que foram discutidos um a um para melhoria do processo”, declarou.
De acordo com o diretor de fiscalização da Secretaria de Urbanismo, José Luiz Filippetto, os empresários precisam apresentar no ato da operação os protocolos em andamento junto a órgãos como meio ambiente, vigilância sanitária, polícia civil e corpo de bombeiros. Com isso, os estabelecimentos terão um prazo de 30 dias para regularizar a situação.
Além disso, a Secretaria de Urbanismo está criando um sistema sincronizado que deve agilizar a renovação do alvará. “A consulta comercial, que leva três dias, deve ficar automática a partir da consulta dos órgãos envolvidos no processo. Queremos colocar esse sistema em ação até o final do ano”, avalia Filippetto.
A Abrasel, por sua vez, vai formar uma Comissão de Ética para dar sua parcela de contribuição no processo, promovendo ações educativas e de orientação aos associados e aos empresários de modo geral, inclusive orientando os freqüentadores para que evitem o barulho e confusão em torno dos estabelecimentos.
Outra ação acordada no fórum é que a Abrasel aceitará denúncias da população através do seu portal http://www.abraselpr.com.br a partir do dia 1º de agosto, repassando-as às autoridades, sendo elas pertinentes, como forma de inibir a existência de empresas que prejudicam o bem-estar e não se importam com a regularização e a sociedade.
Informações à Imprensa:
Para 2010, a expectativa é de expansão de 16% nas movimentações das bandeiras de menor porte
O fim da exclusividade dos cartões de crédito, no início deste mês, começa a acirrar a concorrência entre as duas maiores empresas credenciadoras do setor (Cielo e Redecard) e abre um flanco também para que empresas de menor porte comecem a alçar voos mais altos. Para 2010, a expectativa é de expansão de 16% nas movimentações das bandeiras de menor porte. Mais do que o embate corpo a corpo, as líderes do setor perceberam que é preciso estar presentes também em nichos pouco explorados. Por isso, essas credenciadoras têm anunciado que faz parte da estratégia de ampliar suas fatias no mercado abocanhar bandeiras regionais.
Ao mesmo tempo em que as grandes empresas aumentam o volume de seus negócios, as pequenas ganham escala com a união. “O cenário é propício para as bandeiras regionais ganharem capilaridade por meio de acordos com credenciadoras”, disse o presidente da Cielo e diretor da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Rômulo Dias. Antes da unificação das maquininhas, a expectativa de maior penetração no mercado por parte das bandeiras locais era praticamente impossível, segundo ele.
As bandeiras regionais de cartão de crédito avaliam que o espaço está mais aberto para a atuação, mas sabem que não se trata de um avanço automático. “Mas o cenário de mudança é o primeiro passo”, avaliou o diretor técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto do Santos. Dados da Consultoria Boanerges e Cia revelam que atualmente existem 77 bandeiras deste tipo no mercado e, no ano passado, esse conjunto de empresas foi responsável pela circulação de 36,3 milhões de cartões. O faturamento desse segmento foi de R$ 25,6 bilhões em 2009 e a expectativa da consultoria é o de que atinja R$ 29 bilhões este ano. O volume ainda é bastante inferior aos R$ 444 bilhões apurados pela Abecs em todo o mercado no passado, mas, em termos absolutos, não pode ser desprezado.
A concentração é algo que também marca o perfil dessas bandeiras menores. Apenas neste segmento, 86% do mercado está nas mãos de 10 marcas: Hipercard (que surgiu com o grupo varejista Bompreço e que hoje é do grupo Itaú-Unibanco), Tricard (Grupo Martins), Sorocred (Sorocaba, interior de São Paulo), Cred-System (de São Paulo, capital), Verde Card (dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Aura (Grupo Cetelem – BNP Paribas), Good Card (de Porto Alegre, Rio Grande do Sul), Vale Card (do Estado de Minas Gerais), FortBrasil (da cidade de Fortaleza, Ceará) e Unik (Rio Bravo Investimentos).
Desta lista, algumas já foram “fisgadas” pelas gigantes do setor. Na semana passada, a Cielo anunciou acordo com a Sorocred e com a Aura. Hoje, a Redecard divulgou que fechou parceria com a Coopercred. Isso só para citar os casos mais recentes de trabalho conjunto. Santos, do Sebrae, lembra que o principal interesse nos acordos por parte das bandeiras regionais é a redução dos custos trazidos com as parcerias. “Além disso, os cartões usados atualmente em um só local do País poderão ser moeda em outros também”, disse.
Um exemplo é o do Cartão CredMalhas Shop, de Monte Sião, Minas Gerais. A bandeira regional surgiu para desenvolver o comércio local, forte na produção de roupas de frio. Com circulação restrita, o cartão financia as compras dos cooperados e dos funcionários das malharias filiadas, inicialmente, da cidade, mas que agora já atende também municípios vizinhos. Uma característica comum dessas bandeiras regionais, de acordo com o diretor do Sebrae, é a de que o custo chega a ser até 70% menor do que o das grandes bandeiras e geralmente não contam com taxas de anuidade. No caso do CredMalhas, que surgiu em julho de 2006, há 1,7 mil associados, que fazem 24 mil transações por ano, em média. O volume médio mensal de vendas é de R$ 80 mil a R$ 100 mil. “Este cartão, por exemplo, só era usado no sul de Minas e agora o lojista poderá usar o mesmo cartão para compras com o fornecedor em São Paulo”, salienta Santos.
Entre os cartões regionais, o que chamou mais atenção quando surgiu, em setembro de 2007, foi o Validata. Ele foi criado para atender aos comerciantes da Rua 25 de Março, o maior centro de comércio popular do País, localizado na capital paulista, e que apresenta fluxo diário de 300 mil a 500 mil compradores, conforme a época do ano. O diretor do Sebrae salienta que agora não importa mais se uma bandeira é líder ou não do mercado. “Os cartões regionais poderão ser usados em qualquer lado”. Mais do que parcerias com Cielo e Redecard, Santos está entusiasmado com as novas empresas que devem chegar ao setor.
A comercialização de refrigerantes, sucos, água de coco e cerveja aumentou em 15% neste mês de julho nos bares e restaurantes de Brasília.
De acordo com o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), o que motiva esse aumento é a baixa umidade relativa do ar, que oscila entre 25% e 31% nesse período do ano.
O Sindhobar também informa que este é o mesmo percentual do ano passado. “Se o período da seca for igual ao do ano anterior e permanecer até outubro prevemos que o aumento no consumo de bebidas chegará a 20%”, explica o presidente do Sindhobar, Clayton Machado.
Clayton diz que a tendência para agosto e setembro é de queda maior na umidade, o que terá reflexos no comércio. Para ter essa ideia, o sindicato costuma ligar duas vezes por semana para a meteorologia e em seguida passam as informações aos bares sindicalizados.
As bebidas mais consumidas são a água mineral, em seguida os sucos e refrigerantes, por último vêm o chopp e a cerveja. Um estudo do sindhobar também detectou que 74% desses consumos são pagos com cartões de crédito e débito.
Foto divulgação
A partir de agora licenças só serão liberadas ou renovadas se afixarem placas proibitivas em ambientes fechados.
A Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa), começou a fiscalizar bares, restaurantes, boates e casas de shows em relação à Lei Federal Anti-fumo. A Gevisa atende a uma determinação do Ministério Público do Piauí, por meio da Curadoria do Meio Ambiente.
De acordo com a decisão, a partir de agora, uma das exigências para os estabelecimentos conseguirem a licença da Vigilância Sanitária será a afixação de placas informativas sobre a proibição do uso de cigarros em ambientes fechados.
A determinação atende a Lei Federal 9.294/96, que em seu artigo 2º destaca a proibição do “uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente”.
Apesar da Câmara Municipal de Teresina já ter aprovado uma Lei Municipal tratando da matéria, segundo Jeanyne Seba, da Coordenação de Fiscalização da Gevisa, ainda falta à sanção do prefeito Elmano Férrer para entrar em vigor. “Por isso, estamos fiscalizando ainda pela Lei Federal”, explicou.
A lei se aplica a estabelecimentos que comercializam alimentos, como bares, restaurantes, churrascarias, panificadoras e até casas de shows, estendendo-se a mercadinhos e supermercados.
“Também estão incluídos nessa exigência os hospitais, clínicas, consultórios, farmácias, drogarias, entre outros, que devem afixar em seus estabelecimentos, de forma acessível, clara e determinante a placa É proibido fumar nesse recinto”, informa. “Sem isso, a licença sanitária para funcionamento não é liberada e nem renovada”, alerta a fiscal.
O gerente da Gevisa, Feliciano Paiva, contabiliza que mensalmente o órgão libera em média 200 licenças sanitárias. “Somente no mês de junho, por exemplo, nossas equipes liberaram 268 licenças sanitárias para os mais diversos estabelecimentos da cidade”, revela.
É hora de meter a mão na massa! Ou, então, de fazer um doce, um sushi ou uma pizza. Restaurantes, bares, padarias, hotéis, hospitais e casas de família oferecem mais de mil oportunidades de emprego para quem quer mostrar suas habilidades dentro de uma cozinha industrial.
Há chances para cozinheiros, ajudantes, suqueiros, saladeiros, padeiros, confeiteiros… A maioria dos cargos exige que o candidato tenha, pelo menos, nível fundamental completo. Outros pedem experiência na função ou cursos de especialização. A capacitação, por sinal, é uma exigência que vem crescendo no setor nos últimos tempos.
“A qualificação tem sido vista com bons olhos pelas empresas. Nos cursos, você aprende muitas técnicas. Cada vez se dá mais valor à cozinha contemporânea, ao design da comida, à higiene e à segurança”, ensina a professora Luísa Keuper, especialista em gastronomia do Senac-Rio.
Lilia Athayde, da Dinâmica Consultoria em Recursos Humanos, destaca que ter uma boa apresentação é fundamental para quem deseja trabalhar dentro de uma cozinha. Para lidar com alimentos, ter aparência limpa e bem cuidada é mais do que um detalhe. Manter as unhas aparadas, o uniforme impecavelmente branco e o cabelo bem preso são cuidados que todo profissional deve ter antes de dar o primeiro passo em direção ao local de trabalho.
Lilia destaca também que a maioria dos restaurantes pede que o candidato ao emprego tenha disponibilidade de horário para trabalhar até o restaurante fechar, e também para o expediente prolongado nos fins de semana.
Para quem tem vontade de ingressar nesse setor, mas não tem experiência, buscar cursos de capacitação pode ser uma boa maneira de ter uma qualificação diferente no currículo. A Fundação de Apoio a Escola Técnica (Faetec) oferece cursos gratuitos em 16 lugares diferentes. Há oficinas de panificação, massas salgadas, confeitaria e auxiliar de cozinha. Para saber onde as aulas são ministradas e quando as próximas turmas terão início, basta ligar para (21) 2332-4085.
O Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio (SindRio) realiza oficinas frequentemente em sua sede (Praça Olavo Bilac 28, 17 andar, no Centro do Rio). No mês que vem, por exemplo, haverá turmas de cozinheiro chef, cozinha italiana, salgadeiro e crepe. Os treinamentos são pagos.
O Senac-Rio também tem vários cursos abertos, com perfis diferentes e que preparam os alunos para várias formas de atuação. Cozinha japonesa, pizzaiolo gourmet, churrasqueiro gourmet, cake design e panificação básica são algumas turmas. Informações sobre os cursos podem ser obtidas pelo telefone 4002-2002.
Dinâmica RH – A Dinâmica intermedia a contratação de 361 profissionais. As vagas são para ajudante de cozinha (40), ajudante de cozinheiro (4), ajudante de padeiro (2), auxiliar de produção de salgados (5), churrasqueiro (25), cozinheira (que possa dormir após o serviço) (200), cozinheiro à la carte (8), cozinheiro de restaurante (10), cozinheiro (self service) (10), doceiro (5), lancheiro (2), suqueiro (25) e sushiman (25). Cadastro: Avenida Dom Hélder Câmara 7.797, sala 201, na Abolição.
La Mole – O La Mole está sempre recrutando cozinheiro, ajudante de cozinha, copeiro e auxiliar de serviços gerais. Os currículos podem ser entregues diretamente nas lojas. Os endereços estão no site http://www.lamole.com.br. A escolaridade mínima exigida é o nível fundamental.
Cristal RH – A consultoria Cristal RH tem 25 vagas para preenchimento imediato. As oportunidades são para nutricionista (1), técnica de nutrição (1), cozinheiro (2), ajudante de cozinha (2), magarefe (3), saladeiro (2), confeiteiro (2), auxiliar de estoque (2), copeira (5) e auxiliar de serviços gerais (5). É preciso ter experiência comprovada em carteira de trabalho. Os interessados devem comparecer à Rua Senador Dantas 80,
201, no Centro do Rio.
Catho – O Catho Online (http://www.catho.com.br) tem 441 vagas para diversas funções: auxiliar/ ajudante de cozinha (41 vagas), cozinheiro (65), confeiteiro (107), padeiro (207) e sushiman (21).
Setrab – A Secretaria estadual de Trabalho tem 134 vagas abertas para a Região Metropolitana e a Baixada Fluminense. Há chances para ajudante de cozinha (22), ajudante de padeiro (17), churrasqueiro (1), cozinheiro geral (20), cozinheiro industrial (43), cozinheiro de restaurante (4), lancheiro (9), pizzaiolo (14) e auxiliar de cozinha (4). Para saber onde há oportunidades, basta ligar para (21) 2332-9999.
SindRio – O Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio (SindRio) oferece 44 postos. As chances são para confeiteiro (3), salgadeiro (2), cozinheiro (6), ajudante de cozinha (18), copeiro (6), padeiro (2), saladeiro (3) e lavador de pratos (4). É preciso ter mais de 18 anos e experiência. O cadastro pode ser feito no site http://www.sindrio.com.br.
Faenza – O restaurante Faenza Barra tem vaga para cozinheiro. É preciso ter dois anos de experiência em serviço à la carte. Entrevistas a partir das 16h, na Avenida Armando Lombardi 493, na Barra.
Delimix Café – O Delimix Café procura cozinheiro com experiência para atuar na Barra. Os currículos podem ser enviados para .
Outback – Segunda-feira, das 15h às 17h, o Outback recebe interessados em trabalhar. Os candidatos devem levar o currículo e uma foto 3×4.
A segunda edição da Exposição Agropecuária da cidade, ExpoBonito 2010, acontecerá entre os dias 02 e 08 de agosto.
Entre as atrações estão leilões, shows de duplas sertanejas, apresentações artísticas variadas e julgamentos de bovinos das raças Nelore e Brahman. Confira a programação no site: http://www.expobonito.com.br/
A Abrasel Bonito será parceira do evento fornecendo refeições para a produção geral da exposição. E também estará participando com uma barraca na praça de alimentação com venda de pastéis e cachaça Taboa.
Empresa espera reforçar sua atuação no Paraná e Mato Grosso do Sul
A Redecard fez uma parceria com a Coopercred para fazer a captura de todas as transações realizadas com os cartões de crédito e de benefícios (alimentação, refeição, farmácia, combustível e multi-beneficios) da bandeira. A aplicação da parceria vai começar no segundo semestre de 2010
A Coopercred atua no mercado de cartões desde 2004. A bandeira está presente principalmente no Paraná e Mato Grosso do Sul. Esta parceria reforçará a atuação da Redecard nessas regiões, segundo a empresa. Com essa parceria, a Redecard totalizará 19 bandeiras em seu portfólio.
A Redecard é responsável pela captura e transmissão das transações com os cartões de crédito das bandeiras Mastercard e Diners Club International, e dos cartões de débito Mastercard, Maestro e Redeshop.
Empresas nunca ganharam tanto como em 2009, ano anterior ao fim da exclusividade das máquinas de leitura dos cartões
Empresas de credenciamento de cartões de crédito, como a Cielo e a Redecard, nunca lucraram tanto como em 2009, ano anterior ao fim da exclusividade das máquinas de leitura dos cartões. Estudo feito pelo Banco Central mostra que essas companhias tiveram lucro acumulado de R$ 4,05 bilhões no ano passado, valor 31,8% superior ao registrado no ano anterior. Na comparação com 2003, quando a instituição começou a coletar dados, o ganho saltou 538,1%.
O estudo do BC mostra que, nos últimos 12 meses, os brasileiros usaram 132,6 milhões de cartões de crédito e débito. Esse universo representa o total de unidades com funcionamento considerado “ativo”. Isso quer dizer que, na média, cada um desses cartões gerou lucro de R$ 30,57 para as credenciadoras, que são as empresas que realizam o credenciamento do comércio, alugam as máquinas de leitura e processam e liquidam as compras.
No Brasil, Cielo e Redecard têm praticamente 100% de todas as transações do segmento de débito e concentram cerca de 90% das operações de crédito. “Com o fim da exclusividade, esperamos que a concentração possa diminuir”, disse o chefe do Departamento de Operações Bancárias e do Sistema de Pagamentos do BC, José Antônio Marciano.
Já há iniciativas em curso, como a entrada do Santander como credenciador, além do próprio compartilhamento dos equipamentos. Crescimento vigoroso. O relatório do BC não traz muitas explicações sobre o aumento do lucro das empresas. O texto diz que o ganho das empresas apresenta “crescimento vigoroso” e que essa rentabilidade pode ser atribuída à “elevação dos retornos” e à “mudança metodológica”. “Não houve variação significativa na composição das receitas”, completa o texto. Uma das razões para o lucro crescente pode estar no aumento da taxa cobrada dos lojistas. Na média, esse porcentual descontado de cada compra passou de 2,95% no fim de 2007 para 2,98% no ano passado.
A promoção é válida até o final das férias de julho em estabelecimentos localizados no chamado corredor gastronômico da Varjota, em Fortaleza. A iniciativa é da Secretaria de Turismo de Fortaleza (Setfor), em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-Ce).
Que tal saborear o melhor da gastronomia cearense e ainda levar pra casa uma bela amostra do nosso artesanato? A promoção é válida até o final das férias em dez estabelecimentos localizados no chamado corredor gastronômico da Varjota, em Fortaleza. A iniciativa é da Secretaria de Turismo de Fortaleza (Setfor) em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-Ce).
A ideia é presentear os clientes com a beleza típica do artesanato cearense, representado pelas famosas garrafinhas de areia colorida, como explica Jane Alves, diretora executiva da Abrasel Ceará. Cada estabelecimento participante elegeu um prato promocional, que dá direito ao brinde durante todo o período da promoção.
Um dos participantes é a Pizzaria Vignoli, que funciona desde 2005 na Capital e oferece um cardápio com mais de 20 variedades de pizzas. “A iniciativa valoriza os estabelecimentos da Varjota e também ajuda a cativar o cliente, pois todo mundo gosta de receber presentes”, diz Milene Santos, gerente administrativa da pizzaria. Para ela, a promoção também poderia ser realizada também durante a baixa estação para ajudar a incrementar os negócios em períodos de movimento menor.
Relação de restaurantes e pratos válidos para a promoção:
Sal & Brasa
Prato: Filé especial assado na Brasa
Preço: R$49,90
Konibaa
Prato: Tartare Brasil Tropical
Preço: R$15,90 / para 2 pessoas.
O Espanhol
Prato: Tortilha de Camarão
Preço: R$ 12,90 / para 4 pessoas
Restaurante Vojnilô
Prato: Peixe Vojnilô (peixe fresco na brasa com arroz a grega).
Preço: R$ 39,00
Sirigado – Varjota
Prato: Carneiro da Chapada
Preço: R$59,00
Colher de Pau
Prato: Carne de Sol Completa
Preço Promocional: 36,90 / para 2 pessoas
Docentes & Decentes
Prato: Frango Cearense (Peito de Frango grelhado, com arroz puxado no alho com castanha e batata soutê)
Preço Promocional: R$ 33,90
Barqueiro
Prato: Lagosta Grelhada (molho de alcaparras, alho e óleo, com castanha de caju)
Preço Promocional: R$62,00
Butiquim
Prato:mix de bolinhos salgados
Preço promocional: R$17,90
Pizzaria Vignoli
Prato: Pizza de Carne do Sol
Preço promocional: R$27,80 (Média ); R$31,80 (Grande)
Empresas disputam pequenas bandeiras: Cielo já aceita a Sorocred e Redecard terá nova parceira esta semana
Menos de um mês depois da mudança de perfil do mercado de cartão de crédito no Brasil, as principais credenciadoras de cartões do País mudaram o perfil de sua disputa por clientes. Cielo e Redecard, antes associadas à Visa e à Mastercard, respectivamente, agora aceitam ambas as bandeiras e tentam tornar fiéis os lojistas de outras formas: com “mimos” como o desenvolvimento de programas de fidelidade e a abertura de espaço para publicidade dos clientes.
Segundo o presidente da Cielo, Rômulo de Mello Dias, a empresa desenvolveu um sistema de cupons eletrônicos que permitirá que os comerciantes guardem informações sobre os clientes mais fiéis e os surpreendam com brindes e descontos. “Será o fim da obrigação do cliente em guardar uma cartelinha para ganhar um almoço grátis, porque isso estará disponível eletronicamente”, explica Dias. A novidade será lançada ainda este ano pela Cielo, diz o executivo. “Só o Barclays, da Inglaterra, tem sistema parecido no mundo”.
A Redecard também desenvolveu um “agrado”: uma máquina cuja tela pode reproduzir vídeos institucionais e promocionais. Assim, ao pagar, o cliente poderá ser informado sobre a próxima liquidação da loja, por exemplo. Segundo Roberto Medeiros, presidente da Redecard, a máquina já está disponível para clientes de shopping centers. “Também estamos trabalhando na antecipação dos recebíveis para garantir capital de giro ao lojista. Hoje, adiantamos 25% das compras feitas nas nossas máquinas”.
Bandeiras
Com o fim da exclusividade da Cielo com a Visa, as duas principais credenciadoras do País também passam a disputar as bandeiras de menor porte. A Cielo conquistou a maior delas: a American Express, que, nos cálculos da empresa, tem cerca de 8% do mercado brasileiro. De acordo com Rômulo de Mello Dias, a parceria com a Cielo vai aumentar a quantidade de máquinas de 400 mil (equipamentos próprios da Amex) para 2 milhões. Medeiros, da Redecard, também diz estar em negociações com a bandeira, que no Brasil pertence ao Bradesco.
Incluindo as bandeiras de menor porte e regionais, a Redecard contabiliza 18 credenciadas, incluindo a Diners, que reúne clientes de alta renda, e a Hipercard, do Itaú, com forte atuação em lojas das regiões Nordeste e Sul. O presidente da Redecard afirma que a empresa credenciará uma nova bandeira essa semana, mas não revelou o nome da nova parceira.
O executivo da Cielo conta que, após o fim da exclusividade com a Visa, a prioridade da empresa foi incluir a Amex no portfólio. “É uma bandeira aspiracional, que vai ganhar mais aceitação”. Mas a credenciadora já avança sobre as pequenas bandeiras: hoje, aceita cinco cartões, incluindo Aura e Sorocred, este último desde a quinta-feira.
Nos próximos meses, a Cielo sairá na frente com a Elo, nova bandeira do Bradesco e do Banco do Brasil. Medeiros diz, porém, que a Redecard também deverá aceitar os cartões da marca, passado o período de lançamento.
Fidelidade
A Cielo tem um sistema de pontos: quanto mais o lojista usa a máquina, menos paga pelo serviço. A Redecard investe na “máquina premiada”, que dá brindes a comerciantes e balconistas.
Abrasel MG é responsável pela coordenação da área gastronômica do evento que começa hoje, 16/07 e segue até o dia 18.
Canjica, feijão tropeiro, vaca atolada, caldos, quentão, cocada, pé-de-moleque, pipoca, milho cozido, entre outras delícias, serão encontradas na praça de alimentação do Arraial de Belô, a qual será coordenada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel MG). Cerca de 15 estabelecimentos associados à entidade montarão suas estruturas de acordo com as normas da vigilância sanitária, com o objetivo de garantir qualidade e segurança alimentar ao público. A 32ª edição da maior festa junina do sudeste brasileiro será realizada entre os dias 16 e 18 de julho, na Praça da Estação. Além das barraquinhas com comidas e bebidas típicas, haverá apresentação de quadrilhas, shows e uma decoração que busca reproduzir o clima das festas juninas tradicionais.
Informações para a imprensa:
O Sebrae-PR, o Sindhotéis, a Abrasel PR e o Núcleo de Hotelaria e Gastronomia assinarão um termo de parceria referente ao "Programa Negócio a Negócio para o Setor Gastronômico".
A solenidade acontecerá hoje, dia 16/07, às 18h30, na sede do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Foz do Iguaçu. A parceria levará, gratuitamente, às micro e pequenas empresas do segmento gastronômico soluções de gestão empresarial. O objetivo é fortalecer o aprimoramento dos estabelecimentos, bem como a normatização e qualificação do setor.
O projeto funciona assim: consultores do Sebrae irão até as empresas para fazer consultoria e atendimento especializado. Depois, as empresas receberão um diagnóstico, um plano de ação e acompanhamento dos resultados obtidos. E o melhor de tudo: sem custo algum para as empresas. “Os interessados devem ter algumas características: ser micro ou pequeno empresário, ter número reduzido de funcionários, ter empresa preferencialmente formal em Foz”, explica Ana Lúcia Sousa, consultora do Sebrae e responsável pela gestão de projetos de turismo da região. Após a assinatura do termo de parceria, será oferecida uma confraternização na área social do Sindhotéis.
Para confirmar a presença basta ligar para (45) 33027-1836, com Diogo, ou mandar uma mensagem para .
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Paraná (Abrasel-PR) realiza fórum nesta terça-feira (dia 20) com o comando da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu)
O objetivo é apresentar sugestões para solucionar a polêmica em torno da abordagem da força-tarefa, que vem fechando os estabelecimentos e causando constrangimento para os clientes, que são obrigados a deixar os estabelecimentos. O encontro, que deve reunir empresários e representantes da PM e órgãos de fiscalização, vai ocorrer na sede da Aifu no quartel da PM.
Em ofício dirigido ao coronel Honório Bortolini, comandante da Aifu, a Abrasel envia sugestões ao órgão, destacando maior flexibilidade para os estabelecimentos que já estão com renovação do alvará em andamento. “Também propomos ao órgão estabelecer critérios diferenciados de tratamento entre atividades que estão sendo desenvolvidas de forma clandestina ou proibidas em relação àquelas que estão em processo de regularização de exigências”, avalia o presidente da Abrasel-PR, Marcelo Woellner Pereira.
Para os estabelecimentos em processo de regularização ou com exigências a serem satisfeitas, a Abrasel-PR sugere mudanças nos critérios e natureza da abordagem por parte dos agentes que atuam na Ação Integrada, especialmente no momento da visita. “A Aifu deve privilegiar uma ação orientadora ao invés de ser opressora”, alerta.
Além disso, são sugestões da Abrasel-PR, que serão apreciadas pela Aifu:
1. Para concessão de alvará de funcionamento, o prazo global para abertura das novas empresas deverá ser no máximo de 30 dias. Quando houver exigência de qualquer órgão responsável, o prazo poderá ser suspenso até a devida adequação por parte do estabelecimento.
2. Para a renovação de alvarás de estabelecimentos já em funcionamento, os protocolos de pedido de renovação do alvará deverão ser considerados válidos para o funcionamento da empresa, até a vistoria e liberação por parte dos órgãos competentes. Em caso de exigências por parte do Poder Público, o protocolo terá validade desde que satisfeitas as exigências dentro do prazo estipulado.
3. A partir da data do protocolo de pedido de renovação de alvará, os órgãos públicos envolvidos na análise deverão ter o prazo máximo de 30 dias para início da vistoria e liberação, se o estabelecimento satisfizer as exigências legais.
4. Em caso de mudança da legislação, as empresas que possuem alvará vigente deverão ter um prazo razoável para adequação, a ser negociado com as entidades representantes do setor.
5. Estabelecer critérios diferenciados de tratamento entre atividades que estão sendo desenvolvidas de forma clandestina ou proibidas, em relação àquelas que estão em processo de regularização de exigências. Em relação a estas deverão ser prestigiados procedimentos de natureza orientadora.
6. Criação de campanhas periódicas, através de uma ação integrada de todos os órgãos públicos competentes, para o célere registro, legalização e liberação de todos os alvarás para os estabelecimentos comerciais.
7. Para os estabelecimentos em processo de regularização ou com exigências a serem satisfeitas, mudanças nos critérios e natureza da abordagem por parte dos agentes que atuam na Ação Integrada, especialmente no momento da visita. Deverá ser prestigiada ação orientadora, ao invés de ser opressora.
8. Proibição de fechamento e/ou interdição do estabelecimento durante o horário de funcionamento. A ação integrada deverá constatar o fato que entende como irregular e, se for o caso, realizar a interdição do estabelecimento no dia seguinte, salvo situações de alto risco.
9. Padronização e informação nos critérios de fiscalização por parte dos órgãos.
10. Esclarecimentos e informações sobre os critérios para uso do recuo predial obrigatório.
11. Aumento do prazo de validade dos alvarás de funcionamento. Alteração do início de sua vigência a partir da data de emissão do documento.
Informações à Imprensa:
Com as temperaturas baixas, a procura por restaurantes aumenta e a venda de pratos e bebidas mais elaborados fazem com que o lucro dos estabelecimentos aumente de 15% a 20% no período, segundo o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes - seccional Mato Grosso do Sul (Abrasel/MS), Paulo Ortiz.
“Com o frio melhora o movimento, as pessoas sentem mais fome”, diz. Os cardápios mais apreciados são as massas e os caldos.
Nas pizzarias o movimento é intenso e nos fins de semana alguns estabelecimentos têm até fila de espera. Paulo Ortiz destaca que a venda de bebidas com maior valor agregado, como o vinho, também ajudam para que a margem de lucro seja maior no período.
A temperatura começou a cair no Estado na terça-feira, quando os termômetros chegaram a registrar 4,7ºC às 21h50, quando a sensação térmica chegou a -5ºC por conta do vento.
Pelo menos até domingo o frio persiste em Mato Grosso do Sul, com temperatura mínima de 10ºC e máxima de 22ºC na Capital.
A área econômica do governo pretende encaminhar ao Conselho Monetário Nacional (CMN), até o fim de setembro, a proposta de regulamentação das tarifas de cartões de crédito e débito. Com isso, há perspectivas de que as novas regras estejam valendo ainda neste ano
A informação foi dada ontem, dia 14/07, pelo presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, depois de solenidade no Ministério da Justiça para assinatura de acordo de cooperação técnica para que reclamações sobre serviços financeiros encaminhadas aos Procons sejam também avaliadas pelo BC.
Meirelles ressaltou que a publicação mensal das tabelas dos juros cobrados pelos bancos, referentes a uma cesta de serviços comuns, “é uma realidade e já surtiu efeitos positivos para o usuário”. Segundo ele, o acordo firmado hoje é mais um passo na busca de aperfeiçoamento de um sistema que exige regulação constante.
Para Meirelles, a troca de informações sobre a atuação das instituições financeiras sob a ótica do consumidor tem importância fundamental na medida em que contribui para definir responsabilidades.
O presidente do BC observou que a falta de transparência e de clareza impossibilita a responsabilização de usos abusivos do sistema. Na visão de Meirelles, foi justamente a falta de clareza regulatória que permitiu a bolha imobiliária nos Estados Unidos, que deflagrou a crise financeira mundial de 2008.
Até 2013, ano da Copa das Confederações - evento que precede a Copa do Mundo de 2014, o Ministério do Turismo (Mtur), através da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), vai capacitar 180 mil pessoas do segmento em todo o país.
O objetivo é fazer dos bares e restaurantes multiplicadores de informações para os visitantes brasileiros e estrangeiros. Ao todo serão investidos R$ 100 milhões no projeto Copa na Mesa, nos 65 destinos indutores do turismo escolhidos pelo MTur. Em Pernambuco, o número deve chegar a 15 mil empresas e 30 mil empreendedores individuais na Região Metropolitana do Recife.
O projeto está incluído dentro do Bem Receber Copa, do MTur, que tem meta de capacitar 300 mil profissionais até 2014. O investimento total, neste caso, será de R$ 400 milhões. Os empreendimentos serão divididos em três grupos: os TIPs (Tourists Informations Points); os MITs (Multiplicadores de Informações Turísticas); e os ambulantes formalizados. Os bares e restaurantes enquadrados na modalidade TIPs atuarão como pontos de informação turística, servindo de referência para os visitantes em busca de dicas sobre roteiros, hotéis e também sobre o funcionamento da cidade (hospitais, postos policiais, centros de compras, entre outros).
No caso dos multiplicadores (MITs) e dos empreendedores individuais, a ideia é fazer com que conheçam os destinos que serão capacitados para indicar. O treinamento contará também com noções de qualidade no atendimento, segurança alimentar e idiomas. Na lista de funções alvo do Copa na Mesa estão profissionais de cozinha, garçons e gestores de bares e restaurantes. Também está prevista, na iniciativa, a tradução de cardápios, com cinco opções de idiomas, a critério do empreendedor.
“A Copa do Mundo de 2014 é para onde todos estão voltando os olhos. A expectativa do Ministério do Turismo é que o número de turistas estrangeiros passe de 5 milhões ao ano para 12 milhões ao ano, até 2020. O investimento em treinamento não se perde”, explica o presidente-executivo da Abrasel Nacional, Paulo Solmucci Júnior.
Ainda este ano, no Brasil, serão treinados 15 mil profissionais, de 1.500 empreendimentos. No estado, de agosto a dezembro, a meta é atingir 120 empresas, ou 1.200 funcionários, e 2.400 empreendedores individuais. “Os treinamentos por estado dependerão da proporção entre o número de empresas e o de turistas que o destino recebe. São Paulo deve ficar com cerca de 20% ou 30% do total, enquanto o Recife terá em torno de 8%”, detalha Solmucci Júnior, para quem, exceto no quesito aeroportos, o país está preparado para receber o grande evento do futebol mundial.
“Comparando com o que eu vi na África do Sul, acho que temos condições de receber bem. Os bares e restaurantes são os únicos serviços que o turista utiliza com certeza. Ele pode viajar de avião, ou de ônibus; ficar em hotel, ou na casa de parentes; mas, necessariamente, faz refeições fora de casa. Temos a oportunidade de treinar um grande número de profissionais”, completou.
Local do concurso também será sede do curso de entalhe em Melancias com o chef tcheco Charlie Carving e que acontecerão ao longo dos quatro dias da Feira, na Arena Gastronômica do 4º Equip Food&Drinks.
Dentre os eventos simultâneos que acontecerão na Equipotel 2010 está o 4º Equip Food&Drinks e sua Arena Gastronômica, com uma das mais procuradas atrações da Feira: a Oficina de Esculturas em Alimentos. O local será sede do 1º Campeonato Nacional de Esculturas em Melancias, que acontece no dia de abertura da Feira. Outra novidade são as aulas de decoração para festas com a técnica Garde Manger.
Na Oficina de Esculturas, os amantes dos alimentos e de trabalhos artesanais entram em contato com técnicas tailandesas de entalhe decorativo em frutas, verduras e legumes, trazidas ao Brasil pelo chef tcheco Charlie Carving, um dos expoentes neste tipo de serviço e único representante da escola tailandesa de entalhe no País.
Para a 48ª edição da Equipotel, o chef Charlie, proprietário do Carving Studio Brazil, traz curso de como fazer flores em frutas e legumes, além do já conhecido curso de ornamentos em melancias, um dos mais procurados pelo público. Os métodos idealizados por Charlie abordam as técnicas específicas para cada tipo de entalhe e até mesmo o formato mais adequado para cada alimento.
As novidades em 2010 são as aulas de decoração para festas, com a técnica Garde Manger – esculturas em alimentos desenvolvidas especialmente para decoração de ambientes e pratos. Os inscritos descobrirão as melhores combinações entre os alimentos para adornar espaços de forma diferenciada com ingredientes que podem ser facilmente encontrados.
Outro estreante da Equipotel é o 1º Campeonato Nacional de Esculturas em Melancias, que acontece no dia de abertura da Feira. O concurso incentiva os alunos que já tenham participado do curso de entalhe na fruta, e até mesmo profissionais do setor, a darem uma amostra de suas habilidades para os visitantes do evento.
Os três cursos – Flores de Frutas, Decoração de Festas e Ornamentos em Melancias – terão dois dias na Feira. Assim, os interessados em fazer todos eles têm a oportunidade de montar uma grade pessoal, com as melhores datas e horários para participar de cada um. As inscrições poderão ser feitas em http://www.equipotel.com.br até às 18 horas do dia 06 de setembro de 2010. Após esta data, elas poderão ser feitas no próprio local de realização da oficina.
As inscrições para participar do 1º Campeonato Nacional de Escultura em Melancias podem ser feitas pelo site http://bit.ly/cm8k58. Já as inscrições para participar dos cursos de entalhe em alimentos estarão abertas a partir de agosto e poderão ser feitas no site http://www.equipotel.com.br.
Perfil- A Equipotel é a maior feira dos setores de hotelaria e gastronomia da América Latina e uma das cinco maiores do mundo. São esperados para este ano aproximadamente 50 mil visitantes para os quatro dias do evento, que acontece de 13 a 16 de setembro e ocupará 55 mil/m² no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Os presentes poderão participar de sete atrações simultâneas, além de conferir as novidades dos expositores. São elas: 5º Equip Conference Gastronomia e Hotelaria, 4º Equip Food&Drinks e sua Arena Gastronômica, 19º Equip Design e o 5º Equip Spa&Wellness.
Neste ano, a tradicional Rodada de Negócios Equipotel acontecerá no estande da ABRACOHR – Associação Brasileira dos Compradores para Hotéis e Restaurantes – e reunirá compradores e fornecedores com objetivo de fechamento de excelentes negócios.
Serviço:
Teto de faturamento bruto anual das empresas do Estado para enquadramento no Simples Nacional passa de R$ 1,8 milhão para R$ 2,4 milhões, limite em vigor no território nacional.
O governador do Rio Grande do Norte, Iberê Ferreira de Souza, anunciou noM6es de junho, a elevação do teto de faturamento bruto anual das empresas do Estado para enquadramento no Simples Nacional: ele passa do valor atual de R$ 1,8 milhão para o limite em vigor para todo o território nacional, de R$ 2,4 milhões. O governador anunciou também uma série de medidas nas áreas de tecnologia, crédito, tributação e compras governamentais que beneficiam as micro e pequenas empresas do Estado.
O diretor de Administração e Finanças do Sebrae, José Claudio dos Santos, elogiou a decisão do governo estadual e destacou a parceria com a iniciativa privada. Para o diretor, trata-se de uma visão estratégica e desenvolvimentista, muito bem articulada e, portanto, exitosa.
“Medidas como estas necessitam de determinação e coragem. Aqui temos uma convergência de interesses para o avanço em tecnologia, o que é fundamental para empresas que querem competir no mercado nacional e internacional”, disse José Claudio dos Santos. Ele lembrou que a pesquisa GEM revela que apenas 5% das empresas brasileiras têm produtos inovadores para competir nestes mercados.
As medidas serão implantadas por meio do Programa de Apoio Tecnológico às Micro e Pequenas Empresas (Protec), cujo protocolo de intenções para a celebração de convênio foi assinado pelo Sebrae e Governo do Rio Grande do Norte. Segundo o diretor do Sebrae, “o governo, a classe empresarial e as instituições de apoio às micro e pequenas empresas estão criando uma ambiência adequada a este importante segmento, que é formado por pequenas organizações e grandes empreendedores”.
O governador Iberê Ferreira de Souza anunciou ainda a criação do Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa e a decisão de estabelecer o crédito presumido de 12% do ICMS, para que as empresas de pequeno porte se tornem mais competitivas. O diretor do Sebrae Nacional acredita que iniciativas como estas merecem reconhecimento. “Precisamos aplaudir medidas como as que estão sendo adotadas pelo Rio Grande do Norte, pois contribuem para tornar a Lei Geral mais efetiva e implantá-la de fato e na prática”, afirmou. A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa já foi regulamentada em 84 dos 167 municípios do Estado.
José Ferreira de Melo Neto, superintendente do Sebrae no Estado, informou que 38.450 empresas aderiram ao Simples Nacional no Rio Grande do Norte. “As micro e pequenas empresas constituem um segmento muito importante da economia, que precisa ser potencializado com ações de capacitação e investimento em tecnologia”, recomendou o superintendente.
Como exemplo, ele lembrou a vitória de uma bonelaria do município de Caicó, na região do Seridó potiguar, em uma licitação do Ministério da Educação para fornecimento de 600 mil bonés que serão incluídos no fardamento escolar de municípios do Nordeste.
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em bares e restaurantes foi reduzido de 17% para 3%, em Rondônia.
De acordo com o coordenador da Receita Estadual, Ciro Miranda, muitos estabelecimentos não emitiam nota fiscal por causa da tributação alta. A evasão era grande e o Estado saía perdendo. A expectativa é que a arrecadação seja maior. Uma vez que casos de sonegação sofrem penalidades pesadas. Conforme o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similar (Sindhotel), Ananias Frota, existe cerca de 5.200 estabelecimentos alimentícios no estado. Desses apenas 2.800 estão regularizados. Ele acredita que com a redução dos impostos, muitos informais entrarão no mercado.
Essas são duas das alterações à Lei Geral da Micro e Pequena Empresa por meio de proposta que será protocolada nesta terça-feira (13) na Câmara dos Deputados
Projeto de Lei Complementar que será protocolado nesta terça-feira (13) na Câmara dos Deputados, em Brasília, amplia o teto da receita bruta anual das empresas para entrada no Simples Nacional, passando dos atuais R$ 2,4 milhões para até R$ 3,6 milhões. A proposta autoriza ainda a entrada de novas categorias econômicas no sistema e eleva o teto da receita bruta anual para a formalização do Empreendedor Individual de R$ 36 mil para R$ 48 mil.
Essas são algumas das alterações na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC123/06) propostas no projeto que será assinado por integrantes da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional. O ato está marcado para às 18 horas, na Presidência da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara (Anexo II, sala 136 C), com a participação de representantes do Sebrae.
O projeto prevê ainda o parcelamento especial automático de débitos tributários de empresas do Simples Nacional, a solução de problemas relativos à cobrança do ICMS e mais simplificações para o Empreendedor Individual. “Vamos trabalhar para votar o projeto logo após as eleições para que as mudanças possam valer já a partir do próximo ano”, diz o deputado Cláudio Vignatti (PT/SC), que preside a Comissão de Finanças e Tributação e a Frente Parlamentar da Pequena Empresa.
Ele aposta no entendimento construído desde a aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. “Aprovamos a Lei num período eleitoral”, lembra. A aposta, explica,também está “nos entendimentos construídos desde aquela época, inclusive quanto aos ajustes já feitos à Lei” por meio das leis complementares 127/07 e 128/08.
Arena Gastronômica - Congresso 2009
Congresso Nacional da Abrasel chega à sua 22ª edição trazendo as novidades do mercado de alimentação fora do lar e abrindo debates sobre assuntos de interesse do setor
Brasília (DF) recebe no período de 18 a 20 de agosto o Congresso Nacional da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), que traz este ano como tema central dos debates “Novos Tempos, Novos Líderes”. O evento chega à sua 22ª edição oferecendo aos empreendedores do segmento a oportunidade de conhecer as novas tendências do mercado, aprimorar as atividades empresariais e ampliar a visão estratégica sobre seus negócios.
Em dois dias de intensa programação técnica, o 22º Congresso da Abrasel, que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, é o cenário ideal para reciclar conhecimentos, conferir as oportunidades do mercado para novos negócios, fortalecer e criar redes de relacionamento. Além disso, é uma ótima ocasião para aprender os segredos que fazem o sucesso de grandes Chefs cozinha, nacionais e internacionais, convidados a se apresentar nas Arenas Gastronômicas desta edição.
Serão várias atividades em um único evento, que vai oferecer um leque de opções para ampliar conhecimentos nos ciclos de Palestras, Workshops, Fóruns, Cursos e debates. Os participantes contarão ainda com espaços para orientação aos empreendedores e realização de Encontros de Negócios.
A solenidade de abertura acontecerá no dia 18, às 20h, no auditório do Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contará com a presença de autoridades políticas, entre elas, do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, de lideranças e empresários do setor.
Paralelamente ao Congresso da Abrasel, acontece o evento de negócios e relacionamento para empresários do setor de alimentação fora do lar, Chefs de cozinha e lideranças do setor: a Feira Restaurante Show, que reúne as principais empresas fornecedoras de produtos, equipamentos, tecnologia e serviços para o setor.
Visando otimizar o tempo do profissional do setor que sempre está em busca de novos produtos e fornecedores, a Restaurante Show, nesta edição, apresenta áreas específicas de exposição, organizadas de forma segmentada para garantir maior eficiência no contato, facilitar o acesso e atingir as necessidades dos visitantes.
A feira terá áreas como Padaria Show, que apresentará as tendências do setor de panificação. Expocachaça, com grandes marcas de cachaça brasileiras reunidas em um só local. Vinícola Show onde serão ministrados cursos e realizadas degustações de vinhos. Espaço Café, reservado para o melhor do café nacional. Espaço Inovações da Cozinha, onde o visitante poderá conferir as novidades em produtos para a cozinha. Espaço Bar em Bar, um local perfeito para descontração e relacionamento, Arena Gastronômica, onde acontecerá apresentação de Chefes renomados nacionais e internacionais e o Espaço Abrasel, que será o ponto de encontro para os participantes do Congresso.
“A Restaurante Show é o momento que reúne todas as vantagens que eu procuro em uma Feira. Lá eu encontro amigos, gente importante do setor, clientes e potenciais clientes. Posso afirmar sem sombra de dúvida, que tenho um excelente retorno dos meus clientes, principalmente da região Centro-Oeste. Eu participo e recomendo a todos”, conta o diretor de Negócios da Ecolab Brasil, Nilton Resende.
Serviço:
Com o término da Copa do Mundo de Futebol na África do Sul, todas as atenções, preocupações e interrogações, atravessaram o Oceano Atlântico e pousam no Brasil que será o centro dos debates sobre a realização do Mundial em 2014.
De certa forma, esta discussão já existe, principalmente no que diz respeito a capacidade do País criar infraestrutura e estádios capazes de atender as demandas de uma Copa dentro do prazo exigido. Outro aspecto que já vem sendo levantado nos diversos segmentos afins é o projeto de marketing, promoção e divulgação do Brasil para este mega evento de onde se espera grandes e polpudos retornos, principalmente para o trade turístico brasileiro.
É a partir deste mote, que o Fórum Internacional de Comunicação de Ecologia e Turismo (Ficet), Confederação Brasileira dos Conventions & Visitors Bureaux (CBC&VB) e Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) promovem nos dias 10 e 11 de agosto, no auditório da ESPM em Porto Alegre (RS), o evento Fiptur Copa 2014. Será um evento eminentemente profissional, onde através do debate com todas as arenas e instâncias envolvidas com a Copa do Mundo de 2014, vão aprofundar a discussão sobre o planejamento de marketing e sua estratégia de comunicação para divulga e promover o Brasil com o objetivo de colocar o país no patamar de visibilidade entre paises com grande potencialidade para receber turistas durante e pós Copa do Mundo de 2014.
O Fiptur Copa 2014 não terá inscrições pagas, sendo que seus participantes serão convidados e o público objetivado para este evento inclui os ministérios do Turismo e o dos Esportes, Embratur, Secretaria Especial de Comunicação Institucional do Governo Federal, secretarias de Turismo e de Comunicação dos Estados e Municípios; secretarias especiais para a Copa nas 12 cidades sedes, conventions bureaux, ABIH, Abav, Abrasel, Abap,Febraban, Sebrae, Federação das Indústrias, operadoras de turismo, agências de receptivo, empresas de eventos e de marketing esportivo, emissoras de TV e jornais.
Durante dois dias, serão convidados representantes dos setores públicos e privados para apresentações dos planejamentos e projetos elaborados para a divulgação e promoção da Copa de 2014 nos diversos nichos de mercados prioritários para atingir os públicos alvos. Em seguida haverá debates sobre o tema apresentado.
A programação prevê, também, a exposição dos projetos e planejamentos pelos representantes dos ministérios diretamente envolvidos com a produção, divulgação e promoção da Copa de 2014. Depois, haverá debate entre representantes da iniciativa privada sobre a forma de inserção deste setor no processo de onde poderá ser tirado um extrato do debate para ser aplicado aos projetos.
O Fiptur Copa 2014 já recebeu o apoio do MTur, Setur-RS, Porto Alegre Convention Bureau, Abav-RS, ABIH-RS, Alap, Abap, Secretaria Municipal de Turismo de Porto Alegre, Rede Globo de Televisão e Brasilturis Jornal.
A disputa entre as credenciadoras de cartões de crédito, popularmente chamadas de maquininhas, começa a se acirrar depois da primeira semana de vigência das novas regras para o setor.
Além de propagandas agressivas, as duas empresas dominantes do mercado anunciaram resultados semelhantes. A Redecard declarou ter realizado 2,35 milhões de operações com a bandeira Visa. A Cielo informou haver registrado 2,21 milhões de transações com a Mastercard. No meio desse embate, os comerciantes, principais clientes dessas companhias, ainda reclamam das taxas cobradas e da resistência em reduzi-las.
Os benefícios prometidos com o fim da exclusividade entre bandeiras e credenciadoras ainda não chegaram aos comerciantes e aos compradores, mas os representantes do varejo estão confiantes. “Esse novo momento vivido pela indústria de cartões de crédito e débito é a porta de entrada para diversos benefícios na relação entre consumidor e lojista. Ajuda a estimular o aumento da concorrência entre as principais empresas do setor e tende a diminuir as tarifas cobradas”, destacou o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.
A despeito desse otimismo, até o momento, a maior vantagem obtida pelos lojistas está na possibilidade de usar somente uma máquina, pagando apenas um aluguel para a credenciadora. Em alguns casos, como o dos aparelhos oferecidos por GetNet e Santander, a mensalidade para ter o serviço foi extinta com as novas normas — as maquininhas passaram a ser vendidas. “Elas já não cobram mais o aluguel”, disse o economista do SPC Fernando Sasso. “Quanto às taxas, é uma situação irreversível. A concorrência vai levar os custos para baixo. O mercado vai dizer qual é esse preço e os comerciantes já estão conseguindo negociar”.
Com as novas regras, pequenas empresas que não aceitavam cartões ou abandonaram a forma de pagamento em função do custo elevado de manter duas credenciadoras passaram a oferecer a opção aos clientes. José Livino, dono de uma banca de revistas na 113 Sul, tinha duas maquininhas, mas havia desistido por causa do aluguel e das altas taxas. “Era muito caro”, justificou. Agora, com o fim da exclusividade e com os aparelhos aceitando qualquer operadora, ele voltou a aderir ao serviço. “Não tem como um comércio sobreviver sem aceitar cartão. É a forma de pagamento preferida do cliente.”
Os representantes do comércio, porém, ainda estão cautelosos. A recomendação é para que os varejistas não assinem contratos de fidelização e tentem barganhar ao máximo com as credenciadoras. “Tenho certeza de que esse setor vai se desenvolver de forma semelhante ao mercado de telefonia. Conforme a concorrência aumente, vão surgir várias promoções”, afirmou o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro. “As credenciadoras vão tentar manter suas fatias do mercado. Então, por enquanto, o lojista não deve aceitar contratos com prazos determinados para encerrá-lo”.
Ponta dos cigarros são jogadas a todo momento nas ruas.Fumantes alegam falta de lixeiras suficientes nas vias.
Onze meses depois que a lei antifumo entrou em vigor em São Paulo, a cidade está mais suja do que antes. Como ninguém pode fumar em lugares fechados, as bitucas de cigarro que antes eram descartadas nos cinzeiros, agora vão parar nas ruas. Essas bitucas vão embora na enxurrada, caem nos bueiros e depois nos rios. São milhões jogadas no chão todos dias e o pior é que elas demoram cinco anos para se degradar.
A calçada virou cinzeiro e tem gente reclamando disso. A culpa é dos fumantes. Bastou uma hora percorrendo as ruas do centro de São Paulo para o registro de vários flagrantes. A todo momento, uma bituca ia parar no chão.
A desculpa é a mesma: a falta de lixeiras, mas esse é o tipo de argumento que não convence a todos. Tem gente que, incomodada, varre as calçadas para limpar a sujeira. Só que nem os incomodados nem os garis que limpam as ruas não dão conta de tanta sujeira. E o destino das bitucas acaba sendo os bueiros. Para piorar, parte desse lixo chega ao rios da cidade.
Desde agosto do ano passado, é proibido fumar em ambientes públicos fechados de São Paulo. Para não ver a calçada toda suja, alguns donos de bares e restaurantes resolveram criar uma espécie de fumódromo do lado de fora. Em um deles, por exemplo, é possível ver várias lixeiras, um banquinho e até mesas para os fumantes. Mas isso só acontece com uma autorização da Prefeitura.
Após um dia inteiro de trabalho, o fim da tarde é o momento do “Happy Hour”. Em outras palavras é a confraternização de amigos nos bares e restaurantes. Aqueles que gostam desse tipo de confraternização público, têm mais um motivo para ampliar esta hora feliz.
Alguns bares estão incluindo no cardápio um rodízio de petiscos para atrair mais clientes. É um momento para relaxar, descontrair depois do trabalho ou nos fins de semana. A moda dos rodízios de petiscos ganhou força e se espalhou. Em Juiz de Fora, mesmo em um dia normal de semana, os rodízios lotam restaurantes.
Alguns clientes além de irem para comer, também aproveitam para jogar cartas. Em um restaurante da cidade, os cardápios revelam os vários tipos de caldos e muita comida mineira. Especialidade do chef de cozinha, Rubem Mora, que veio do Chile, mas que conhece muito bem o gosto do povo brasileiro.
Para quem busca comer bem e de forma saudável, a opção são os rodízios de frutos do mar e caldos. Em um outro restaurante, especializado em comida japonesa, 80% dos clientes são jovens. Eles não querem saber de nada pesado.
No prato da empresária, Ângela Souza, tem polvo, camarão, kiwi, abacaxi, morango e pimenta. Ela diz que adora a mistura. Desde que abriu o restaurante, o dono do estabelecimento, Marcelo Menezes, só viu os lucros crescerem.
Nos fins de semana tem fila de espera e ele diz que já pensa em ampliar o espaço. E pelo movimento dos bares, a moda de petiscar parece ganhar cada vez mais adeptos
A partir de janeiro do próximo ano entra em vigor na Paraíba o novo teto de faturamento para que empresas possam se enquadrar no Simples Nacional. Serão incluídas as que registram faturamento anual de até R$ 1,8 milhão, contra o valor atual de R$ 1,2 milhão.
O decreto de nº 31.379 com o novo limite para efeito de recolhimento do ICMS foi publicado no dia 25 de junho de 2010 no Diário Oficial do Estado. Segundo a Secretaria da Receita Estadual, a medida deverá beneficiar pelo menos 400 empresas que estão no intervalo de faturamento entre R$ 1,2 milhão e R$ 1,8 milhão. O novo limite do Simples Nacional na Paraíba atendeu a uma reivindicação da Câmara de Dirigentes Lojista de João Pessoa (CDL-JP) e da Associação Comercial do Estado, que alegavam que estados vizinhos, como Rio Grande do Norte e Pernambuco já adotavam limite de R$ 1,8 milhão.
Outro argumento utilizado pelas entidades de classe é que o crescimento econômico nos últimos três anos no comércio varejista elevou o faturamento das micro e pequenas empresas, mas a tabela do Simples Nacional no estado permanece congelada desde julho de 2007, quando entrou em vigor o novo sistema tributário.
Contudo, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, em vigor desde dezembro de 2006, já facultava ás unidades de federação – como a Paraíba, que adotou teto menor do Simples Nacional (o maior é de R$ 2,4 milhões) – aumentar o limite de faturamento como forma de estimular o fortalecimento da micro e pequena empresa com a redução de carga tributária, atraindo mais negócios para o Simples Nacional.
Para a gestora de Políticas Públicas do Sebrae Paraíba, Bera Wilson, o novo teto vai melhorar a competitividade das micro e pequenas que estão no novo intervalo no Simples Nacional por reduzir o peso da carga tributária e também manter a alíquota daquelas que estão próximas de estourar o atual limite de R$ 1,2 milhão.
“A carga tributária tira competitividade das empresas de pequeno porte e uma das vantagens do Simples é justamente reduzir o peso dos tributos sobre os pequenos negócios. Há redução de até 50% nos encargos da folha com o INSS e FGTS para empresas que optaram pelo Simples”,lembrou Bera Wilson.
Outra vantagem são as alíquotas do ICMS para quem compra mais em seu estado de origem. Uma empresa com regime normal recolhe de ICMS, em média, 17%. Já o negócio incluído no Simples, tem uma alíquota de 0,5% a 2%, dependendo do faturamento. A regra é gradativa: quanto maior a receita bruta anual da empresa maior alíquota de Imposto. Até R$ 120 mil ao ano, a alíquota do ICMS é de 0,5%.
Contudo, a diferença de alíquota de ICMS para as compras de insumos e produtos em outros estados foi mantida. Ou seja, qualquer mercadoria comprada por empresa paraibana fora do estado, mesmo enquadrada no Simples Nacional paga a diferença de alíquota.
Os detalhes do projeto Papa Óleo, criado pela Abrasel, foram apresentados ao presidente da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), Henrique Vieira, que conheceu os benefícios sociais e, principalmente, ambientais da iniciativa.
Augusto Mesquita, presidente da Abrasel-Ce, apresentou ao dirigente do órgão um vídeo sobre o projeto, que visa estimular a preservação do meio ambiente, de forma sustentável, a partir do reaproveitamento do óleo de fritura residual, estimulando também a geração de emprego e renda.
A ideia , segundo ele, é mobilizar profissionais do segmento gastronômico para a questão da responsabilidade sócio-ambiental e estimular o processo de coleta do óleo residual gerado nos bares, lanchonetes e restaurantes, destinando o produto para reciclagem. “Para isso, buscamos articular parcerias com o poder público para viabilizar a logística e divulgação do projeto”, explica Mesquita.
O empresário lembra que a diminuição de óleo circulando na rede de esgoto de Fortaleza trará benefícios para a população e ainda contribui com a despoluição do meio ambiente. Quando descartados indevidamente na rede de esgoto os óleos se acumulam nos encanamentos, causando entupimentos, refluxo de esgoto e até o rompimento das redes de coleta. Para desentupir esses encanamentos é necessário usar substâncias químicas tóxicas, que além de encarecer o tratamento da água, também podem causar prejuízos ao meio ambiente.
Além disso, os óleos podem causar danos irreversíveis quando despejados nos córregos, rios e lagos, dificultando a entrada de luz e a oxigenação da água além de formar uma camada gordurosa nas margens dos lagos e rios, facilitando a ocorrência de enchentes.
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O consultor do Propan, Emerson Amaral
Palestra vai abordar o funcionamento do setor de panificação, discutir sobre as novas tecnologias de produção e sobre a gestão dos negócios, apresentando aos empresários estratégias para evitar perdas e obter melhores resultados.
Compreender o funcionamento do setor de panificação e confeitaria; conhecer as tecnologias de produção; aprofundar na gestão da informação; saber como evitar perdas, obter melhores resultados e formar equipes eficientes para atuar nas panificadoras são alguns dos assuntos que serão abordados na palestra “Estratégias Competitivas na Panificação”, que será ministrada pelo consultor do Propan – Programa de Desenvolvimento da Alimentação, Confeitaria e Panificação, Emerson Amaral, no dia 20 de agosto, durante o 22º Congresso Nacional da Abrasel.
O evento, promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), acontece no período de 18 a 20 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF) e irá oferecer aos empreendedores do segmento de alimentação fora do lar a oportunidade de conhecer as novas tendências do mercado, aprimorar as atividades empresariais e ampliar a visão estratégica sobre seus negócios.
Com foco no empresário do setor, Emerson Amaral dará uma visão geral de todos os processos que compreendem a gestão de uma empresa do segmento de panificação. A palestra tem como base o conhecimento adquirido por meio da atuação do Propan em quase 10 anos, nas mais de 4.600 padarias em todo o Brasil que contam com o apoio do programa.
Em dois dias de intensa programação técnica, o 22º Congresso da Abrasel é o cenário ideal para reciclar conhecimentos, conferir as oportunidades do mercado para novos negócios, fortalecer e criar redes de relacionamento. Além disso, é uma ótima ocasião para aprender os segredos que fazem o sucesso de grandes Chefs cozinha, nacionais e internacionais, convidados a se apresentar nas Arenas Gastronômicas desta edição.
Serão várias atividades em um único evento, que vai oferecer um leque de opções para ampliar conhecimentos nos ciclos de Palestras, Workshops, Fóruns, Cursos e debates. Os participantes contarão ainda com espaços para orientação aos empreendedores e realização de Encontros de Negócios.
Paralelamente ao Congresso da Abrasel, acontece o evento de negócios e relacionamento para empresários do setor de alimentação fora do lar, Chefs de cozinha e lideranças do setor: a Feira Restaurante Show, que reúne as principais empresas fornecedoras de produtos, equipamentos, tecnologia e serviços para o setor.
A solenidade de abertura acontecerá no dia 18, às 20h, no auditório do Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contará com a presença de autoridades políticas, entre elas, do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, de lideranças e empresários do setor.
É um projeto idealizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Panificação e Confeitaria (Abip) e pela Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo) para oferecer treinamentos e consultorias a empresas do setor.
Das mais de 4.600 empresas atendidas:
Emerson Amaral é formado em administração de empresas, com MBA em Gestão Empresarial. Empresário do segmento de panificação, consultor do Programa de Desenvolvimento da Alimentação, Confeitaria e Panificação – Propan, diretor técnico do Instituto Tecnológico da Alimentação, Panificação e Confeitaria – ITPC, e gestor do projeto Grupão nos estados de Pernambuco, Espírito Santo, Ceará e Distrito Federal. Instrutor e consultor nas áreas Administrativo-Financeira, Planejamento Estratégico e Marketing e Vendas com mais de 5.000 horas de treinamento e mais de 10.500 horas de consultorias em pequenas e micro-empresas de 20 estados do país, através do Propan. Membro da diretoria do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de Minas Gerais.
Serviço:
A Abrasel-PR realizou ação social no Encontro Abrasel de Foz do Iguaçu. Para as palestras da programação técnica do evento, a entidade cobrou como entrada um quilo de alimento não-perecível dos participantes.
O resultado foi a arrecadação de 680 quilos de alimentos, entregues no último dia 6 de julho pelo presidente da Abrasel Foz, Paulo Ricardo Santos de Souza. As doações, recebidas pela presidente do Provopar em Foz do Iguaçu, Judite Dalcin, foram deixadas na entidade durante uma aula de gastronomia, onde a Abrasel pôde presenciar os alunos em plena atuação.
O Provopar em Foz do Iguaçu, entidade do governo do Paraná, atua voluntariamente com aulas de gastronomia e já certificou mais de 25 mil alunos aptos a trabalhar no setor de bares e restaurantes. “Foi muito gratificante ajudar essa entidade e saber que a Abrasel se incluiu nesse movimento solidário”, comemora Paulo Souza.
Em virtude do trabalho que a Abrasel desenvolve em Foz do Iguaçu, no último dia 7 de julho a Câmara de Vereadores votou uma menção de aplauso à entidade. Daqui, nossas palmas ao empenho de Paulo Souza, presidente da Abrasel Foz
Congresso Nacional da Abrasel chega à sua 22ª edição trazendo as novidades do mercado de alimentação fora do lar e abrindo debates sobre assuntos de interesse do setor
Brasília (DF) recebe no período de 18 a 20 de agosto o Congresso Nacional da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), que traz este ano como tema central dos debates “Novos Tempos, Novos Líderes”. O evento chega à sua 22ª edição oferecendo aos empreendedores do segmento a oportunidade de conhecer as novas tendências do mercado, aprimorar as atividades empresariais e ampliar a visão estratégica sobre seus negócios.
Em dois dias de intensa programação técnica, o 22º Congresso da Abrasel, que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, é o cenário ideal para reciclar conhecimentos, conferir as oportunidades do mercado para novos negócios, fortalecer e criar redes de relacionamento. Além disso, é uma ótima ocasião para aprender os segredos que fazem o sucesso de grandes Chefs cozinha, nacionais e internacionais, convidados a se apresentar nas Arenas Gastronômicas desta edição.
Serão várias atividades em um único evento, que vai oferecer um leque de opções para ampliar conhecimentos nos ciclos de Palestras, Workshops, Fóruns, Cursos e debates. Os participantes contarão ainda com espaços para orientação aos empreendedores e realização de Encontros de Negócios.
A solenidade de abertura acontecerá no dia 18, às 20h, no auditório do Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contará com a presença de autoridades políticas, entre elas, do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, de lideranças e empresários do setor.
Paralelamente ao Congresso da Abrasel, acontece o evento de negócios e relacionamento para empresários do setor de alimentação fora do lar, Chefs de cozinha e lideranças do setor: a Feira Restaurante Show, que reúne as principais empresas fornecedoras de produtos, equipamentos, tecnologia e serviços para o setor.
Visando otimizar o tempo do profissional do setor que sempre está em busca de novos produtos e fornecedores, a Restaurante Show, nesta edição, apresenta áreas específicas de exposição, organizadas de forma segmentada para garantir maior eficiência no contato, facilitar o acesso e atingir as necessidades dos visitantes.
A feira terá áreas como Padaria Show, que apresentará as tendências do setor de panificação. Expocachaça, com grandes marcas de cachaça brasileiras reunidas em um só local. Vinícola Show onde serão ministrados cursos e realizadas degustações de vinhos. Espaço Café, reservado para o melhor do café nacional. Espaço Inovações da Cozinha, onde o visitante poderá conferir as novidades em produtos para a cozinha. Espaço Bar em Bar, um local perfeito para descontração e relacionamento, Arena Gastronômica, onde acontecerá apresentação de Chefes renomados nacionais e internacionais e o Espaço Abrasel, que será o ponto de encontro para os participantes do Congresso.
“A Restaurante Show é o momento que reúne todas as vantagens que eu procuro em uma Feira. Lá eu encontro amigos, gente importante do setor, clientes e potenciais clientes. Posso afirmar sem sombra de dúvida, que tenho um excelente retorno dos meus clientes, principalmente da região Centro-Oeste. Eu participo e recomendo a todos”, conta o diretor de Negócios da Ecolab Brasil, Nilton Resende.
Serviço:
A nova edição, que reúne em um único veículo informações sobre diversos estabelecimentos, tem distribuição gratuita e pode ser encontrada em restaurantes e pontos turísticos de Santa Catarina.
Considerado o melhor veículo de divulgação da qualidade da gastronomia e do turismo do Estado, a 21ª edição do Guia Abrasel de Bares e Restaurantes de Santa Catarina foi lançada no último dia 29, em um encontro de associados, parceiros e amigos da entidade, no restaurante Maria Farinha, em Florianópolis. Apesar de ser destinado ao turista, o Guia se mostra cada vez mais útil para os moradores, que o utilizam como fonte para pedidos delivery ou até mesmo para sugestões de onde comer e passear. Quem assina a capa dessa edição é o pintor Átila Ramos.
Atualmente, são quase 300 pontos de distribuição, em todo o Estado, como hotéis, pousadas, agências de turismo, imobiliárias, locadoras de automóveis, faculdades e nos restaurantes anunciantes. Além disso, o Guia também é usado como material de divulgação pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Secretaria de Turismo de Florianópolis (Setur) e Santur. Segundo o presidente da Abrasel, Fábio Queiroz, “um dos pontos fortes do Guia é justamente essa estratégia de distribuição, que facilita o acesso à publicação e auxilia na divulgação dos estabelecimentos”, alega.
Com o apoio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte, por meio do FUNTURISMO, a 21ª edição do Guia Abrasel tem tiragem de 50 mil exemplares. Presente no lançamento, o secretário Waldir Walendowsky destacou a importância da publicação. “A primeira coisa que um turista pede quando chega aqui é um guia e um mapa. Como o Guia Abrasel tem os dois e a qualidade é indiscutível, é essencial para representar nossa gastronomia. Além disso, esse é um produto que externaliza a cultura catarinense”, afirma Walendowsky.
informações para a imprensa
Acabou mais cedo o "mês de verão no meio do inverno", como as cervejarias gostam de se referir ao pico de vendas da bebida que acontece na Copa do Mundo.
Na sexta-feira,02 de julho, a desclassificação do Brasil pela Holanda encurtou em nove dias o período de faturamento aquecido para a indústria cervejeira. Mas nem tudo é choro para a cadeia comercial da cerveja. Os 22 dias de venda – contados a partir do início do Mundial, em 11 de junho – tiveram consumo 30% acima do normal, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). “O movimento nos bares logo após a derrota do Brasil já não foi o mesmo do que foi registrado na última partida, contra o Chile. Já se sentiu uma queda”, diz o presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior. “Mas como as vendas estavam aquecidas, dentro de nossa previsão de faturamento 30% acima do que se tem em um mês de junho normal, no fim das contas, o período todo da Copa irá representar um ganho de pelo menos 20%”, completa Paulo Solmucci Júnior.
Apesar do mau resultado em campo, para as cervejarias o balanço também é positivo, segundo Douglas Costa, gerente de marketing do grupo Petrópolis. Segundo ele, mesmo assim a volta precoce da seleção deve impactar as vendas. “Se o Brasil fosse hexacampeão teríamos um mês inteiro de comemoração e isso não vai mais acontecer”, afirma. “Se não vai beber para comemorar, a torcida agora é para que o consumidor beba para esquecer”, brinca Adalberto Viviani, consultor especializado no mercado de bebidas. Ele prevê que haverá, sim, uma queda no consumo, mas não tão drástica, pelo menos até o fim da Copa. “As cervejarias vão perder o pico de vendas que iria acontecer agora. Mas o movimento não vai cair totalmente para se igualar ao que foi em maio ou ao que seria esse mês sem a Copa”, diz ele. “Os bares vão continuar recebendo alguns torcedores para ver o desfecho do campeonato e também haverá consumidores comprando cerveja para assistir tudo de casa”, calcula o especialista. “De maneira nenhuma o mês de verão no meio do ano fica comprometido sem essa reta final de vendas”.
No Brasil, cerca de 70% das vendas de cerveja se concentram nos oito meses mais quentes do ano, ou seja, de setembro a abril. Janeiro e fevereiro juntos respondem por quase 20% do volume anual. Com a Copa, a indústria cervejeira previu que 2010 teria um resultado de vendas de 6% a 10% acima do registrado em 2009, de R$ 31,576 bilhões ou 7,729 bilhões de litros, segundo a Nielsen. Essa estimativa, apesar do futebol, continua valendo.
O fim da exclusividade entre as adquirentes e bandeiras começou no dia 1º de julho, possibilitando que comerciantes possam ter apenas uma máquina (Point Of Sale ou POS) para passar cartões de diversas bandeiras. Até então, a VisaNet, por exemplo, só passava os cartões da Visa, enquanto a Redecard, da Mastercard. Isso implicava em custos redobrados para os comerciantes, não só com o uso de linhas, mas também com o aluguel dos aparelhos.
Com as mudanças, as adquirentes já começaram a se movimentar e apresentar propostas de fidelização para a escolha de uma ou outra credenciadora oferecendo benefícios para o comerciante que optar pelo seu equipamento. O que em um primeiro momento parece ser bom, olhando por outro ângulo, merece atenção. Enquanto os benefícios seriam reduções na taxa de desconto paga pelo varejista ou prazo de recebimento, por exemplo, a contrapartida é manter-se ligado à empresa por um ou dois anos, dependendo do contrato. Então cuidado com a proposta que você receberá, pois essa prática pode acabar inibindo a concorrência a médio prazo. Fique atento e confira abaixo algumas dicas que a Abrasel preparou para que você saiba como tirar proveito das mudanças no mercado de cartões.
POS
POS GPRS
Solução TEF (Transferência Eletrônica de Fundos
Ao iniciar o credenciamento de cartões
Ao iniciar o credenciamento de cartões
Artigo do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojitas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior
Estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) indicam um crescimento de 20% para a indústria de cartões no país em 2010, superando a marca de R$ 500 bilhões de faturamento, com um volume recorde de mais 7 bilhões de operações/ano. Sem dúvida, trata-se de um negócio rentável. Contudo, apesar de toda esta magnitude de números, a indústria de cartões ainda carece de uma regulação e de uma legislação específica para harmonizar o mercado. Após uma luta conduzida pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), com apoio das federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas e CDLs de todo o país, em conjunto com a Frente Parlamentar Mista do Comércio Varejista no Congresso Nacional, desde ontem, 1º de julho, a indústria de cartões de crédito entrou numa nova era. A data marca o fim do monopólio das credenciadoras de estabelecimentos comerciais e a unificação das máquinas leitoras desses meios de pagamento no varejo.
Esta mudança significativa vai representar para o varejo uma economia da ordem de mais de R$ 1 bilhão por ano, pois, ao invés de desembolsar seu dinheiro para alugar até quatro máquinas diferentes, o lojista precisará apenas de um equipamento de leitura para todas as bandeiras. A mudança vai forçar a redução das taxas que tanto afligem os lojistas e consumidores.
Estava na hora de termos um equilíbrio no relacionamento com as credenciadoras, pois somente estas, sozinhas, ditavam as regras. É importante destacar que esta primeira grande vitória é apenas o início da caminhada rumo à regulamentação da indústria de cartões de crédito. Precisamos, ainda, reduzir os prazos de recebimento, que, para quem vende com cartão, chega a 30 dias, e diminuir os juros e taxas impostos. Os lojistas devem analisar os contratos, evitando fidelização neste momento e buscando negociações em conjunto.
Desde ontem, dia 1º de julho, terminais de pagamento passaram a processar cartões de todas as bandeiras e lojistas poderão optar por uma única máquina para passar todos os cartões, independentemente da bandeira adotada
“Começou o fim do cartel dos cartões de crédito em favor da competitividade dos pequenos negócios”. Essa é a avaliação do presidente em exercício do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. Desde ontem, doa 1º de julho, terminais de pagamento passaram a processar cartões de todas as bandeiras. Com a medida, os lojistas poderão optar por uma única máquina para passar todos os cartões, independentemente da bandeira adotada.
O compartilhamento dos terminais de cartões de crédito vem sendo defendido pelo Sebrae, pelas entidades representantes das micro e pequenas empresas, comerciantes e lojistas fortemente desde 2004, por meio de articulação consistente com o Banco Central, empresas credenciadoras e administradoras das mais diversas bandeiras, inclusive regionais.
Atualmente, cerca de 1,2 milhão de empresas de todos os portes utiliza cartões em suas vendas. Considerando-se que o universo de micro e pequenas empresas formais é de 5,8 milhões e que elas representam 99% do total de empreendimentos do país, tem-se uma idéia do potencial deste mercado.
“Isso dá uma idéia de como o uso de cartões pode ganhar fôlego a partir do segmento. O cartão alavanca as vendas das empresas, funcionando também como mecanismo de acesso ao crédito por meio da criação de recebíveis com data certa para entrar no fluxo de caixa. Além disso, facilita a vida de quem compra e reduz o risco de quem vende”, ressalta Carlos Alberto.
O compartilhamento, explicou, representa grande avanço porque decorre de uma importante auto-regulação do setor, que se sentiu pressionado pela sociedade e pelos seus porta-vozes no Executivo, Legislativo e na iniciativa privada. Os balcões de lojistas e prestadores de serviços haviam se transformado em estacionamento de “maquininhas”. Considerando-se que cada um desses terminais representa um custo mensal de R$ 120,00 (só de aluguel, fora taxas sobre vendas e pagamento da linha telefônica) a soma representava em muitos casos várias vezes o que era pago de impostos por empreendimentos enquadrados no regime especial do Simples Nacional.
São três as credenciadoras de cartões: Redecard, Cielo e GetNet que passam, agora, a disputar o máximo de bandeiras, desde as conhecidas internacionalmente como Mastercard e Visa, assim como uma grande variedade de bandeiras regionais. Essa concorrência repercutirá nos custos operacionais do comércio e nos preços que os consumidores pagam por bens e serviços.
Carlos Alberto informa que a interlocução do Sebrae com os atores do mercado de cartões de crédito se deu mais incisivamente quando conseguiu abrir espaço, em 2005, para que o principal evento do setor, o C4 (Congresso de Cartões de Crédito ao Consumidor) discutisse a ampliação da participação dos micro e pequenos negócios nesse mercado.
O congresso é promovido pela Partner Conhecimento, anualmente em São Paulo. Para se medir o grau de avanço obtido nessa área, o C4 deste ano, previsto para os dias 1, 2 e 3 de setembro, vai abrigar um evento específico para discussão do tema do ponto de vista dos pequenos negócios.
Em julho de 2007, o Sebrae publicou o livro ‘Mercado dos cartões de crédito no Brasil e sua relação com as micro e pequenas empresas’ com os resultados de pesquisa que contratou da Fundação Getúlio Vargas. Além de uma radiografia sobre o setor, a publicação avançou para sugestões de como aumentar a inserção do segmento nesse mercado.
Essas sugestões passaram a fazer parte dos debates promovidos pela instituição sobre o tema. Em março de 2008, o Sebrae promoveu um seminário sobre Meios de Pagamentos Eletrônicos com foco nas MPE com representantes do Banco Central e empresas de cartões de crédito. Já na ocasião, conclui Carlos Alberto, ficou claro que se o setor não partisse rapidamente para a implementação de medidas auto regulamentadoras, em benefício do comércio varejista e dos consumidores, a solução viria por meio de legislação específica.
O Programa Caminhos do Sabor finalizou sua última etapa no Amapá e Macapá se prepara agora para receber o Encontro Abrasel, que acontece no período de 23 a 25 de novembro deste ano. O Caminhos do Sabor é uma iniciativa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), realizada em parceria com o Ministério do Turismo e o Sebrae, visando a capacitação do turismo no Brasil apostando na gastronomia como diferencial de cada região.
O projeto no Amapá foi constituído por cinco etapas. Nas duas primeiras, foi formado um Grupo de Governança Local, que ficou responsável pela coordenação de todas as ações do programa e foi feito o laçamento oficial a empresários e representantes do Turismo no Macapá. Nas etapas seguintes foram levantados indicadores financeiros, visando a organização das empresas, para que o empresário saiba para onde o dinheiro está indo. Paralelamente a isso, aconteceram visitas em 36 estabelecimentos, para diagnosticar os principais problemas, adequar às normas da Vigilância Sanitária e melhorar o atendimento e a gestão empresarial.
Segundo a diretora técnica do Sebrae, D’Arc Marques, o trabalho adequado do Sebrae revela o papel significativo desempenhado pela motivação e pela liderança no que diz respeito à gestão dos estabelecimentos, guiando-os em boas práticas para manipulação correta dos alimentos, conforme as exigências da Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anivisa). “É dessa forma que o projeto chega ao final, alcançando o sucesso das empresas que fazem parte do projeto”, disse a diretora do Sebrae, D’Arc Marques.
O treinamento, umas das etapas do programa, abordou a segurança de alimentos. Essa fase foi direcionada a quem manipula os alimentos, ensinando técnicas corretas de manipulação e conservação dos produtos.
E para finalizar, foi ministrado um curso voltado para a área de atendimento. Como o treinamento não tem condições de atender todos os colaboradores da empresa e a rotatividade do setor é muito grande, o treinamento foi voltado para repasse.
A consultora do Sebrae, Sirlea de Fátima, avaliou como bom o resultado do curso. “Os empresários perceberam que as mudanças eram necessárias”, afirma ela.
Ainda segundo Sirlea, o projeto quer tirar a imagem que o Brasil tem no exterior de falta de segurança alimentar. “E como o segmento de alimentação fora do lar gera mais de seis milhões de empregos, essa imagem tem que ser extinta o mais rápido possível”, finaliza a consultora, enfatizando que as empresas do Amapá correm contra o tempo para não fazer feio diante dos representantes da gastronomia de todo o país, durante a edição do Encontro Nacional da Abrasel de 2010 acontece em novembro, em Macapá.
Meta é fazer com que mais de 500 mil empresas possam aderir ao Simples em 2011, criando empregos e gerando distribuição de renda
Aumentar de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões o limite de faturamento anual das empresas optantes pelo Simples Nacional e incluir todas as categorias de micros e pequenas empresas neste sistema de tributação, além de acabar com a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas fronteiras dos Estados. São algumas das mudanças propostas na Lei Geral das Micros e Pequenas Empresas pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (Fenacon) e demais entidades. A meta é fazer com que mais de 500 mil empresas possam aderir ao Simples em 2011, criando empregos e gerando distribuição de renda.
Segundo Valdir Pietrobon, presidente da Fenacon, as propostas foram levantadas em encontros por todo o País e enviadas à Frente Parlamentar das Micros e Pequenas Empresas, com expectativa de aprovação até o final deste ano. A entidade defende ainda a criação de um ministério específico para o setor, que representa hoje 99,2% de todas as empresas do País. “Ao contrário dos grandes, estes empresários sustentaram a crise financeira mundial sem nenhum subsídio e ainda criaram um milhão de empregos neste período. Precisam ter um cuidado especial do governo”, ponderou Pietrobon.
Entre as outras propostas de alteração na Lei Geral estão o fim da substituição tributária para mercadorias que são negociadas por micros e pequenas empresas, o fim da retenção de INSS das empresas destes portes e multas diferenciadas sobre obrigações tributárias acessórias. “Hoje os valores das multas são os mesmos para os grandes e os pequenos. Tem empresa que não paga R$ 5 mil de impostos, então como pode pagar R$ 5 mil de multa?”, observou Pietrobon.
Outro ponto defendido pela Fenacon é a inclusão dos condomínios no Simples Nacional. “Eles não visam lucro. Aderindo ao Simples, vão poder contratar mais funcionários. Hoje, a maioria está trocando porteiro por sistema de segurança”, afirmou o presidente da entidade.
Empreendedor Individual quer enquadrar um milhão no País
O programa Empreendedor Individual – que integra a Lei Geral da Micros e Pequena Empresa – lançado em 2009 pelo Governo Federal com o objetivo de estimular os trabalhadores informais a regularizarem suas atuações, teve um aumento nas adesões. Dos cerca de 10,3 milhões de informais existentes no País, 333 mil já aderiram ao programa. No Paraná, aproximadamente 20 mil tornaram-se empreendedores individuais num universo de 565 mil informais.
A meta, segundo a Fenacon, é que o programa atinja um milhão de empreendedores no Brasil e 56 mil no Estado ainda este ano. “Estamos fazendo um trabalho de conscientização para chegar naquela pessoa humilde, que desconhece o programa”, disse o presidente da Fenacon, Valdir Pietrobon.
Segundo ele, o Empreendedor Individual engloba qualquer trabalhador autônomo que fature até R$ 36 mil por ano. Quem se enquadra no programa tem vantagens previdenciárias. “A pessoa passa a pagar 11% do salário mínimo por mês ao INSS. Se for vendedor, paga também R$ 1 ao Estado e se for prestador de serviço paga R$ 5 à Prefeitura. Com a saída da informalidade, esse trabalhador passará a ter direito a uma série de benefícios como auxílio-maternidade e auxílio-doença”, disse Pietrobon.
Serviço:
Para aderir ao programa, o trabalhador pode contar com o auxílio gratuito de 26 mil empresas contábeis no País, que operam pelo Simples. Informações sobre essas empresas podem ser encontradas nos sites http://www.fenacon.og.br e http://www.portaldoempreendedor.gov.br.
Propostas de mudanças na Lei Geral
A Lei Geral entrou em vigor em 1º de julho de 2007. Na época, cerca de 1,3 milhão de empresas estavam inscritas no Simples no País e hoje já são 3,8 milhões, segundo a Fenacon. “Muitos não tinham e ainda não têm conhecimento das vantagens desse sistema de tributação, cujo objetivo é pagar menos impostos. Junto com o Sebrae, já treinamos mais de 37 mil pessoas em mais de 400 cidades do País para levar informação aos empresários”, disse Pietrobon.
Segundo ele, a Lei Geral precisa de mudanças para que se cumpra a proposta de facilitar a vida das micros e pequenas empresas. “É uma lei social, não foi feita para arrecadação. Seu propósito é criar empregos, gerar e distribuir renda e não dificultar a vida de quem tem pequenos negócios”, disse. Para serem beneficiados, os municípios precisam regulamentar a Lei Geral. Por enquanto, segundo a Fenacon, apenas 28% das cidades do País aderiram à legislação.
A publicação traz uma lista com 40 restaurantes da capital, informações sobre a gastronomia local e uma relação de hotéis, locadoras e agências de viagens para orientar os visitantes que passam pelo estado.
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – seccional Rondônia (Abrasel-RO), em parceria com a Prefeitura de Porto Velho, lança nesta quarta-feira, 30 de junho, o primeiro Guia Gastronômico e Turístico da cidade, um verdadeiro roteiro de gastronomia, lazer, entretenimento e turismo da capital. A festa de lançamento, que terá a participação de secretários municipais e do prefeito Roberto Sobrinho, será na Butique Gelada (avenida Rio Madeira, em frente ao Porto Velho Shopping), a partir das 20 horas
O guia aborda não apenas assuntos relacionados à gastronomia, mais também dicas de restaurantes, bares, hotéis, locadoras agências de viagens. O objetivo é melhorar o canal de divulgação desse setor, tornando o guia uma referência no assunto na região. “A finalidade do guia é servir de fonte de consulta confiável para os turistas e à própria população de Porto Velho, levando a ela as melhores opções gastronômicas da cidade. É uma iniciativa já utilizada pelos grandes centros turísticos”, disse o coordenador municipal de Turismo da capital, Jun Alex Yamamoto.
O livro traz uma extensa lista com 40 restaurantes e a intenção, é que guia seja atualizado anualmente. Para Yamamoto, o guia é importante também para que se possa começar a definir qual é o prato típico dos portovelhenses. “A gastronomia de Porto Velho é bastante diversificada, graças à influência das várias culturas trazidas pelos imigrantes que se estabeleceram em diferentes regiões do Estado. Por isso ainda não temos um prato típico. E com esse guia poderemos trabalhar melhor essa questão”, disse o coordenador municipal de Turismo.
Esse é também o objetivo de outro projeto desenvolvido pela parceria Abrasel/prefeitura, que é o “Caminhos do Sabor”. Pelo projeto, já foram treinados mais de 100 colaboradores e proprietários de restaurantes e realizados mais de 45 consultorias este ano e o festival gastronômico Brasil Sabor, que contou com a participação de 35 restaurantes da capital. “Para o festival, os restaurantes criaram receitas próprias que serviram para valorizar a gastronomia local, sendo um sucesso de público”, frisou Jun Yamamoto. Resultante do festival foram publicados dois mil livros de receitas, 50 mil mini guias gastronômicos, 150 banners, cinco mil toppines de mesa e mil encartes de cardápios.
Com relação ao turismo regional, Jun Yamamoto afirmou que a capital de Rondônia possui hoje 65 destinos indutores, ou seja, locais que contam com infraestrutura básica e turística. “São chamados de indutores porque conseguem atrair um número significativo de turistas para o seu entorno e dinamizar a economia regional”, complementou.
Empresas que investem na utilização de marketing digital por meio de perfis em redes sociais como forma de marketing lucram mais, segundo aponta pesquisa feita pelo Altimer Group e Wetpaint com as 100 melhores empresas do mundo, sendo que destas, a que investiram em mídias sociais melhoraram seus resultados em 18%.
Segundo a gestora de marketing da Trevisan Escola de Negócios, Adriana Arroio, há aproximadamente um ano as empresas brasileiras têm ingressado neste novo formato de divulgação de marca, ainda timidamente, mas através dessa redes tentam conquistar clientes através da interação que as redes sociais como Twitter, Orkut, Facebook, LinkedIn e outras oferecem.
Adriana também afirma que o número de clientes pode aumentar em média 20% quando se usa desta nova estratégia como forma de promoção. Segundo a gestora, as vantagens de investir nesta plataforma é baixo custo e o retorno a curto prazo. “Dá para mensurar os resultados entre 30 e 60 dias”, afirma. Porém é necessário ter estrutura para que as empresas saibam lidar com os comentários positivos ou negativos. “Outra vantagem é que a interação permite transformar a imagem. Uma crítica pode rapidamente se tornar um elogio”, completa.
Um dos segmentos que também aposta nas redes sociais é o de bares e restaurantes. Órçado em R$ 2,5 milhões, o recém inaugurado Johnnie Pepper, especializado em carnes acredita no mundo da tecnologia para a propaganda. Entre agência e sistemas especiais, o investimento do espaço é estimado em R$ 200 mil. Segundo Celso Stephano, sócio do estabelecimento, afirma que teve um retorno positivo e que pretende recuperar o valor nos próximos dois anos.
O “Foursquare”, foi uma das apostas da rede de restaurantes Spoleto, especializada culinária italiana rápida. Segundo Leandro Maia, gerente de marketing, o investimento foi quase zero, porém o retorno positivo. “Apesar de o retorno ter sido bom, as mídias convencionais dão um resultado melhor, pois nem todos os clientes possuem celulares com tecnologia 3G, essencial no uso do ‘Foursquare’”, complementa.
A casa de shows e restaurante de culinária japonesa, Barracuda Sushi Bar, localizado na zona leste de São Paulo, também apostou neste modelo de mídia, e possui um programador para cuidar dos perfis da casa. Além disso possuem uma comunidade no Orkut com mais de dois mil participantes e através disso mandam mensagens diárias aos clientes. Essa prática fez com que o público aumentasse em 30%.
Outro empreendimento que apostou na tecnologia é Bar Bleecker St, que adotou o sistema para a realização de promoções. “É uma forma de fidelização, não somente de chamar novos clientes. Para isso mantenho o público sempre atualizado”, conta Edu Pimenta, sócio proprietário da casa.
Pimenta investiu algumas vezes em mídia impressa e garante que o resultado não foi como o esperado. Segundo o empresário, é gasto um valor muito elevado, e por vezes não recuperado. “O boca-a-boca funciona melhor nesses casos. Não tive o resultado esperado quando investi em publicidade nos meios impressos, por isso não voltarei a fazer. Acredito no potencial das redes sociais”, completa.
O sócio do Wall Street Bar localizado no Itaim Bibi, em São Paulo, Thomaz Rothmann , afirma que antes da inauguração do estabelecimento, há sete meses, fazia divulgação no Twitter, no Facebook e no Orkut. ”_ Uso essas ferramentas para fazer divulgação dos jogos, às quartas-feiras, as novidades do bar e as promoções_”, diz. Ele afirma que nunca fez anúncios da empresa em outras mídias e as redes sociais têm sido uma ótima forma de conquistar clientes. A rede America, que completa 25 anos no mercado, começou com essas ações de marketing online há aproximadamente um ano. Quem cuida dos perfis nessas comunidades é a própria agência de publicidade responsável por promover a rede.
Para a gerente de marketing do America, Mirella Scorza, um dos diferenciais da propaganda na internet é que através disso é possível entrar em contato com todas as pessoas que citaram o restaurante de alguma forma em alguma das redes sociais, seja para fazer críticas positivas ou negativas, ou ainda dar sugestões sobre a rede.
Segundo pesquisa do TI Inside, o Twitter tem cerca de 10 milhões de usuários e o Facebook, contempla 3,4 milhões de perfis cadastrados. A quantidade de usuários atraiu a atenção das empresas que começaram a investir pelas facilidades, como baixo custo e resultados garantidos independente do público a que se quer atingir.
Segundo explica Adriana Arroio é possível aumentar o número de seguidores em 20%, isso a depender da rede social. “Com isso é possível uma visibilidade maior e aumento significativo na clientela”.
Alta afeta restaurantes japoneses, que servem o peixe cru. Motivo é a redução da produção no Chile
Alta afeta restaurantes japoneses, que servem o peixe cru. Motivo é a redução da produção no Chile
Almoçar em um restaurante japonês vai pesar ainda mais no bolso. A culpa é do salmão. Isso mesmo, aquele peixe que muitos teimam em comer cru aumentou em cerca de 50% de preço nos últimos três meses. Para tentar não perder clientes, alguns donos de restaurante já testam outras opções para rechear o sushi, como a truta salmonada.
De acordo com o presidente dos comerciantes de pescado da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais (Ceagesp), Jiro Yamada, problemas no Chile causaram o aumento do preço do produto no Brasil. Em 2009, a produção de salmão no país vizinho foi cerca de 40% menor que em 2008 devido aos resquícios de um vírus que comprometeu parte da produção. “Além disso, o terremoto ocorrido no início deste ano também prejudicou a exportação do salmão”.
Segundo ele, a média diária de comercialização do salmão na Ceagesp caiu de 15 toneladas para pouco mais de cinco toneladas. ”_ É a lei da oferta e da procura. Quando tem menos, o preço sobe_”, diz. Com isso, o salmão premium que custava de R$ 16 a R$ 18 passou para R$ 26. Já o normal foi de R$ 12 a R$ 13 para R$ 18 a R$ 20.
Por conta desse aumento, o empresário Paulo França, um dos sócios do restaurante japonês Kiichi, com unidade nos Jardins e na Vila Olímpia, tem testado peixes alternativos. “O problema é que o brasileiro é muito acostumado ao salmão. Temos feito algumas experiências com a truta salmonada e outros peixes. Talvez tenhamos que promover algumas mudanças aos poucos”.
Já o empresário Wilson Alcântara da Rocha, dono do Baiano Sushi, em Perdizes, está preocupado com a possibilidade de ter que aumentar os seus preços. “Não temos condições de pagar para trabalhar, mas também não podemos correr o risco de perder clientes”, conta o empresário que, na última semana, pagou R$ 22 pelo salmão, enquanto que o normal é pagar R$ 14.
Em tempos de salmão caro, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Ricardo Bartoli, dá a dica: “Procurar outro tipo de comida. Pode continuar indo no restaurante japonês e comer outro peixe”.
Anteparo em restaurantes evita contaminação por gotículas respiratórias.Inspeções de cumprimento de norma serão feitas por cada município.
Estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação, como bares, restaurantes e churrascarias, no Rio Grande do Sul, passarão a ter, obrigatoriamente, bufês protegidos com “tampas” de acrílico. A medida, segundo a Secretaria de Saúde do estado, pretende prevenir a nova gripe.
“O anteparo deve ser usado para evitar que as pessoas conversem em cima dos alimentos, e haja contaminação por gotículas respiratórias”, diz ao G1 Francisco Paz, diretor do Centro Estadual de Vigilância em Saúde.
A norma com as novas regras foi publicada em 22 de junho, no Diário Oficial do Estado. Entre as determinações, ainda segundo Paz, estão a obrigatoriedade de talheres embalados individualmente, após higienização, e lavatórios para os clientes lavarem as mãos. Os lavatórios, de acordo com a portaria, deverão estar em lugares estratégicos e em número suficiente, equipados com torneira, sabonete e álcool 70% ou outro produto antisséptico.
Outra determinação da portaria é que os manipuladores dos alimentos sejam afastados quando apresentarem algum sintoma relacionado com gripe.
As inspeções, segundo Paz, serão feitas por cada município, assim como a definição da punição para o não cumprimento da norma.
O ‘primeiro prato’ dos restaurantes do futuro não passará pelo crivo do olfato ou paladar do cliente. De encher os olhos, ele atenderá, inicialmente, o sentido da visão, antes mesmo da refeição ser escolhida. A tecnologia, enfim, despontará como a principal sugestão da casa. Literalmente, será ‘servida’ à mesa - se já não estiver embutida nela.
No novo contexto, o tradicional garçom corre o risco de perder espaço para o sistema touch screen. Nas telas sensíveis ao toque, o cardápio poderá ser analisado e escolhido, sem a interferência de terceiros. Mas ao ‘frigir dos ovos’, os dispositivos eletrônicos, considerados iscas de frequentadores, não poderão, em nenhuma hipótese, se sobrepor aos sabores, texturas e aromas. No máximo, complementá-los.
A igualdade entre os sentidos nos restaurantes, inclusive, é viabilizada pelas próprias inovações. Elas não só garantem qualidade aos pratos, como também facilitam sua produção, apresentação e armazenamento. As novidades que sustentarão o novo modelo de restaurante foram mais uma vez apresentadas pela Associação Nacional de Restaurantes (NRA) dos Estados Unidos, que anualmente promove uma feira destinada ao segmento, em Chicago.
Um de seus expositores poderá exportar para o Brasil, por exemplo, uma mesa com menu acoplado, novidade em toda a América do Sul. “Ainda estão procurando parceiros (no subcontinente). Me interessei. Ao fazer o comando e ele já está na cozinha. É muito mais organizado. Mas a mesa não fica só nisso. Dá para plugar seu próprio computador, ver um álbum de fotografia pessoal. Tem Internet, games. É possível assistir a um show”, comenta o arquiteto Cláudio Antonio Berriel Ricci.
Junto com o sócio Luis Cosei Higa, que o acompanhou na viagem, tem carteira de clientes do segmento. A mesa que chamou a atenção dos profissionais de Bauru custa, aproximadamente, U$ 15 mil. O valor inclui duas poltronas (para quatro pessoas), que dispõem de alto-falante na cabeceira.
“O som não atrapalha a mesa ao lado”, acrescenta Higa. A apresentação de uma banda, por exemplo, pode ser acompanhada tanto na própria mesa, quanto num telão ao lado, instalado especificamente para atender aos clientes ali acomodados. E a limpeza? “Ela tem um vidro antirrefletivo. Jogaram água e não aconteceu nada. Também é resistente (a eventuais limpezas bruscas ou a canetadas) Achei fantástico”, comenta Ricci.
A mesma tecnologia pode ser instalada em casas, afirma o arquiteto. Na opinião dele, é difícil avaliar em quanto tempo tal tecnologia estará disponível nos restaurantes do Interior de São Paulo. Estimou cerca de dez anos.
Nos Estados Unidos, ela já foi parcialmente absorvida em casas de gastronomia como as de Los Angeles, segundo observaram Ricci e Higa durante a viagem. Embora eletrônicos, os menus ainda não estão acoplados à mesa. Mas já estão dispostos na entrada dos estabelecimentos, em vários tamanhos e formas.
“O que tinha impresso na porta, agora é eletrônico. É possível ampliar, aumentar, mexer na imagem, jogar para cima, para baixo. Isso logo vai estar por aí”, comenta Ricci.
Há pelo menos três anos o cardápio informatizado vem sendo testado em restaurantes não só americanos, como europeus. Também já é avaliado no circuito São Paulo-Rio de Janeiro, conforme o JC já divulgou.
Embora a tecnologia desponte como a principal vedete dos ‘restaurantes do futuro’, atualmente ela já circula pelos espaços gastronômicos. A comanda de muitos deles, inclusive no Brasil, já é feita por meio de palm top, por exemplo. Por essa razão, Marcos Brozinga, gerente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (AbraselSP), acredita que os profissionais vão se adaptar às novidades.
Ele lembra quando todos os procedimentos dependiam de papel, realidade não tão distante. “Hoje já temos a utilização de touch screen”, comenta. Brozinga ainda não tem uma ideia formada sobre a possibilidade da tecnologia substituir parte da mão de obra, a médio ou longo prazo.
“É para se pensar. Não sei se dará impacto nas contratações. A relação que existe lá fora (no Exterior) é mais impessoal. No Brasil, isso não é muito comum. Pessoas gostam de falar com pessoas. A opção pode até vir pelo cardápio eletrônico, mas alguém terá de levar esse prato. Vamos ver como ficarão as coisas. Temos de aguardar o tempo”, finaliza.
Se atualmente a preocupação com o meio ambiente é crescente em qualquer área, no futuro será inerente à execução de máquinas e projetos também no segmento de restaurantes. A tendência foi confirmada pelos arquitetos Cláudio Ricci e Luis Higa. Durante a feira em Chicago, se depararam com vários produtos para cozinha que levam em consideração quesitos como economia de energia e reaproveitamento.
“Antes desperdiçado, o vapor de uma máquina de lavar pratos é reutilizado pelo próprio equipamento”, exemplifica Ricci. Mas foi um outro produto que lhe chamou a atenção pela mesma preocupação. Trata-se de uma pequena máquina em formato de spray, que transforma água num antídoto antibactericida, utilizado nas limpezas.
“Ele converte água da torneira em água ionizada. Se utilizar conforme as instruções, mata 99% das bactérias sem lançar mão de produtos químicos e tóxicos. Ainda não tem preço, está entrando agora no mercado. Vi em vários lugares. Estão usando como demonstração”, finaliza. De acordo com Ricci, em todos os estandes a preocupação ecológica pode ser conferida.
Em quase todas as circunstâncias, receber as boas-vidas do dono da casa é agradável ao visitante. A gentileza, no entanto, torna-se hilária quando parte de uma idosa trêmula, segurando uma bandeja de copos. Descontração politicamente incorreta? Nada disso. A senhora de aparência frágil e cativante, capaz de articular corretamente cada palavra, não passa de uma boneca.
Assim como ela, vários outros personagens carismáticos poderão ser acolhidos como diferenciais pelas casas de gastronomia. Em alguns restaurantes, serão alces. Em outros, piratas. “Todos eles têm movimentos. São engraçados”, comenta o arquiteto Cláudio Ricci. Acompanhado do sócio Luis Cosei Higa, esteve recentemente em Chicago, na feira promovida pela Associação Nacional de Restaurantes (NRA) dos Estados Unidos.
De acordo com ambos, um outro atrativo apresentado ao segmento como diferencial foram os balcões dos estabelecimentos. Revestidos por telas com leds, por exemplo, parecem ter movimento. As imagens podem ser previamente selecionadas pelos proprietários da casa.
”_ Se for um café, o sujeito pode colocar alguns grãos. Pode programar um filme, por exemplo. É simples, dá para fazer muitas coisas bacanas. Acende, muda de cor_”, explica o arquiteto. A mesma tecnologia é capaz, inclusive, de melhorar cardápios fixos de comércios como os típicos de hamburguerias. Várias imagens de lanches podem circular, enquanto o cliente avalia qual deles pedir. “Tudo chama atenção”, conclui.
Como a ideia é apresentar algo novo para atrair clientes, sugestões não faltaram na feira de Chicago. A tradicional barraca de cachorro quente, por exemplo, pode ser substituída por outra em formato de carro antigo. ”_ E vem completo, com cozinha montada. Uma outra pessoa inventou uma batata frita que, depois de colocada numa máquina, fica toda em espiral. É uma peça só. Nunca vi uma batata assim. É visual_”, destaca o arquiteto.
Até uma motocicleta em formato de lagosta foi exposta na feira. Cada vez mais, a expressão ‘comer com os olhos’ deixa o sentido figurado. Até balcões expositores de doces são projetados para não deixar o consumidor resistir a qualquer um deles. Iluminados com leds, valorizam os produtos, enquanto economizam energia. O trabalho de designers também foi capaz de reinventar a tradicional lareira.
Com um sistema de ventilação diferente, circundadas por vidro especial, as chamas aquecem o ambiente com uma apresentação moderna e elegante.
Nem as pizzas estão livres das modernas invenções, que saem do papel para cativar consumidores. Acredite se quiser, mas já existe máquina específica para colocar, de forma uniforme, o molho de tomate sobre a massa.
“É preciso apenas informar a espessura desejada, que ela consegue graduar. Enquanto a máquina trabalha, a moça já coloca o queijo. A produção aumenta”, comenta o arquiteto Cláudio Ricci. Uma outra novidade que ele viu em Chicago foi uma fatiadora de salame automática. Sozinha, absorve toda a linha de produção. Inicialmente, basta informar a quantidade de fatias e a espessura desejadas.
“Ela vai cortar, colocar da maneira pedida, embalar, pesar e sairá pronta, já com código de barra. Também vimos outra máquina que faz a receita sozinha. É só dosar os ingredientes”, comenta Ricci. De acordo com ele, invenções mais simples também foram apresentadas, como um pequeno dispositivo capaz de equilibrar mesas bambas em bares. O próprio cliente pode levá-lo para o estabelecimento e instalá-lo, quando o piso estiver irregular. Resta não esquecê-lo por conta da boa companhia ou dos outros atrativos dispostos no entorno da mesa.
Consolidada nos Estados Unidos e Europa, a tendência de vender pratos prontos em supermercados é mais uma das apostas do segmento brasileiro de alimentos. A ideia é difundi-la no País, segundo o arquiteto Luis Cosei Higa. ”_ Essa área está aumentando muito. Ninguém quer mais cozinhar. E não é só pegar uma salada lavada e levar para casa. É comprar um prato bem montado, apresentado. Essa é a tendência_”, reitera.
A boa notícia é que os sistemas de preparo já elaborados ainda conservam as propriedades nutricionais de cada alimento. Por conta da preocupação, também não devem faltar nas prateleiras produtos light.
Atualmente, eles já integram até menus de redes de fast food, que até há poucos anos não contemplavam essa questão. Com a mudança, inclusive os ambientes nesses locais foram alterados. A iluminação excessiva cedeu espaço para luzes mais amenas, num espaço mais aconchegante. O tradicional vermelho, aos poucos, passou a ser substituído por verde, azul e tons de bege. Móveis de madeira também foram introduzidos para torná-los acolhedores.
Outra tendência também consumada é a de valorizar cada produto oferecido ao cliente. Assim, a mesma rede oferece pizzaria, grelhados e hambúrgueres, por exemplo, numa única praça de alimentação. Mas cada qual no seu espaço – cuidadosamente planejado por designers. O objetivo é personalizá-los para, mais uma vez, garantir novos adeptos. Em qualquer caso, economia de material é quesito básico. E, mais uma vez, a tecnologia vem em auxílio.
Técnicas específicas foram elaboradas para que o ‘prato pronto’ seja adotado inclusive em restaurantes. A facilidade evita desperdícios, uma vez que vários produtos não precisarão mais permanecer semiprontos enquanto aguardam os consumidores. Nem sempre eles comparecem no volume esperado. Quando chegam em muitos, também é mais rápido atendê-los. “Mas devem ser mantidos a mesma qualidade, a mesma textura, cor, o suco da carne, tudo”, conclui o arquiteto Cláudio Ricci.
Para que nenhum detalhe escape, em muitos casos, os grandiosos aparatos tecnológicos estão nos bastidores. Os situados em frente aos balcões normalmente são dispostos para atrair consumidos mais jovens. Ainda não é raro clientes ‘tradicionais’ se incomodarem com o excesso de informações e procurarem ambientes mais tranquilos para degustar um prato escolhido num cardápio de papel, enquanto ‘jogam fora’ prosa das boas.
Diferentemente dos animais, o ser humano ritualiza o hábito de se alimentar. Ele aproveita o momento para se relacionar com as outras pessoas, explica Silvio Maximino, professor de filosofia e antropologia da Universidade do Sagrado Coração (USC). “A medida em que a tecnologia vai interferindo, é possível que se perca esse lado positivo. A tecnologia é previsível. Já as relações humanas são mais complexas”, adverte.
De acordo com ele, a própria satisfação obtida com o ato de comer também corre o risco de ser preterida quando a refeição é perpassada pelo entretenimento.
”_ Hoje, temos uma forma diferente de lidar com a natureza por conta da tecnologia. Por um lado, ela vem para facilitar, resolver uma série de problemas, trazer conforto. Mas em contrapartida, também provoca um distanciamento da natureza_”, comenta. Sem que a maioria das pessoas se desse conta, o alimento tornou-se um pretexto para o consumo.
Pesquisas e estudos são elaborados para incentivar ou induzir o cliente a seguir para determinados endereços, embora ele acredite que sua escolha seja totalmente livre. ”_ Essa manipulação acontece de forma cada vez mais intensa. A tendência é o consumismo ficar cada vez mais exacerbado_”, informa Maximino. O consumismo também é propulsor do comportamento imediatista, já corriqueiro nos dias atuais.
“Quem tem dinheiro para consumir, tem satisfação imediata. Isso passa a influenciar todas as outras relações do ser humano”, conclui Maximino.
A partir do dia 1º de julho, lojistas vão precisar de uma só máquina para cartões de crédito Visa e Mastercard
O mercado de cartões, que cresce 20% ao ano no Brasil e contabiliza 592 milhões de unidades emitidas, passará por uma mudança histórica na semana que vem: a partir de 1.º de julho, as credenciadoras Cielo e Redecard vão aceitar, nas mesmas máquinas, cartões Visa e Mastercard, que representam 85% das operações do setor no País.
Para manter os clientes, que com o tempo vão optar por uma só máquina, Cielo e Redecard dizem apostar em novas tecnologias ? como pagamento por celular ? e em vantagens econômicas, como a redução do valor cobrado do faturamento do varejista a cada operação. Hoje, segundo as empresa, a taxa vai de 2,5% a 3% na modalidade crédito.
Além de perderem a exclusividade, Cielo e Redecard enfrentarão um desafio adicional: a entrada de novas empresas no mercado, como a parceria entre Santander e GetNet. Fontes de mercado dizem que o novo desenho de concorrência permitirá também o surgimento de credenciadoras regionais, nos moldes da Hipercard, pertencente ao Itaú.
Para o lojista, a mudança será positiva: ele vai economizar porque poderá ter um só terminal ? até agora, para aceitar cartões da Mastercard e da Visa, teria de pagar duas máquinas. A Redecard, por exemplo, cobra de R$ 60 a R$ 120 mensais por terminal. “A mudança reduzirá custos. Vai ser uma guerra no bom sentido”, diz o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, entidade que reúne varejistas de shopping centers.
Devolução. As credenciadoras Redecard e Cielo, que respectivamente têm 1 milhão e 1,6 milhão de máquinas no País, dizem que todas os terminais serão “multicartão” até o dia 1.º. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Paulo Rogério Cafarelli, haverá um processo de devolução de máquinas, que passarão a ter a mesma função. “A tendência é que o lojista escolha uma adquirente”.
Para garantir a preferência do varejista, o presidente da Redecard, Roberto Medeiros, afirma que a empresa aposta na antecipação dos recebíveis ? o que ajuda no capital de giro dos lojistas. Além disso, o executivo diz que a empresa tem uma equipe que se dedica somente à inovação do produto. No Nordeste, um software permite que o pagamento de entregas seja feito pelo celular. A empresa também reforça o fornecimento de máquinas sem fio para o mercado de delivery.
O vice-presidente de relações com o investidor da Cielo, Marcos Grodetzky, diz que a empresa busca novos mercados: ampliou a atuação na área médica, está de olho no potencial dos taxistas e estuda novas formas para pagamentos de baixo valor. “Importante é a rapidez, para que o cliente ache mais fácil usar o cartão que o dinheiro”.
O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior, afirma que uma das estratégias das companhias no momento é fidelizar o comerciante ao fazê-lo optar por uma bandeira específica, ainda que as máquinas efetuem transações de todas. Ao ser “fidelizado”, o lojista fica preso a um período de carência de um a dois anos.
As secretarias de Turismo do Estado de Alagoas (Setur) e de Maceió (Semptur), Maceió Convention & Visitors Bureau, ABIH-AL, Abrasel e SHRBS, anunciam que estão recebendo donativos para ajudar a população da região que foi atingida pelas fortes chuvas nos últimos dias.
“O povo alagoano é guerreiro. Graças a Deus, Maceió não foi atingida pelas enchentes, e as chuvas na cidade, comuns no período junino, não trouxeram danos nem perdas. Mesmo assim, a Prefeitura de Maceió e o Governo do Estado vão dar um caráter de solidariedade à programação do ‘São João de Todos Nóis’, que começou, oficialmente, nesta quarta-feira (23), no bairro de Jaraguá. A festa é gratuita, e conta uma estrutura montada, para que as pessoas possam trazer donativos. É o forró da solidariedade”, declara Cláudia Pêssoa, secretária da Semptur.
Ela ressalta que os turistas que desejam viajar a Maceió ou qualquer outro destino turístico dos litorais Norte e Sul do Estado não precisam cancelar a viagem de férias, porque os municípios turísticos não foram afetados. “Visitar Alagoas é uma forma de ser solidário. Nosso visitante pode até doar alimentos no próprio hotel, pousada ou resort. Os empreendimentos da cadeia produtiva do turismo estão engajados na arrecadação de donativos. Maceió está de abraços abertos para receber turistas pois, apesar de estarmos no inverno, o sol sempre aparece para iluminar nossa cidade”, enfatiza.
De acordo com Danielle Novis, secretária de Estado do Turismo, o momento é de solidariedade com os municípios atingidos, mas também de alta temporada, com as férias de julho. “Os turistas que vierem a Alagoas estarão contribuindo com a economia local e gerando mais renda para a população, assim como poderão realizar os passeios no litoral normalmente, além de doar mantimentos nos hotéis”, destaca.
Além da arrecadação de doações, a Setur está realizando um revezamento de seus funcionários para dar apoio à organização das doações no quartel do Corpo de Bombeiros, no bairro do Trapiche, que ainda precisa de mais voluntários. Outro ponto será montado pelo Governo do Estado, a partir de segunda-feira (28), no ginásio Moreira e Silva do complexo educacional Cepa, onde colaboradores do Estado atuarão como voluntários.
A ABIH-AL e parceiros também estão recebendo doações em dinheiro, que devem ser depositadas na conta da associação para a compra de mantimentos, material de higiene pessoal e lençóis, que serão encaminhados à Defesa Civil.
As doações de mantimentos, água, roupas, tolhas, lençóis podem ser feitas na sede da Secretaria de Estado do Turismo, que fica localizada na Rua Boa Vista, 453, Centro, Maceió, e também na ABIH-AL, na Rua Professora Edith Brandão Nogueira – 95 – A – Sala 02, Stella Maris, Maceió.
Pessoas de todo o Brasil e exterior também podem contribuir com doações através da conta aberta pelo Banco Bradesco:
Para Alagoas
Serviço
http://www.turismo.al.gov.br
Comer fora de casa já representa um terço do total de gastos das famílias brasileiras com alimentos, de acordo com a edição 2008/2009 da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Segundo o levantamento, o percentual das despesas com alimentação fora do lar já representa 31,1% do total dos gastos com alimentos. Na comparação com a pesquisa anterior, de 2002/2003, a representatividade do item cresceu, uma vez que, naquele período, 24,1% dos gastos com alimentos referiam-se a alimentação fora de casa.
A participação do item no orçamento familiar é maior na área urbana, onde comer fora do domicílio representa 33,1% dos gastos das famílias com alimentação. Em 2002/2003, esse percentual era 25,7%. Na área rural, a participação do item passou de 13,1% para 17,5%.
“O levantamento do IBGE vem confirmar a previsão que havíamos feito de que por volta de 2020, este percentual deve superar os 40%. Já estamos bem próximos disso”, comentou o presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci Júnior.
Em valores, o IBGE constatou que a despesa média mensal familiar com alimentação foi de R$ 421,72. Desse total, R$ 131,33 correspondem aos gastos com alimentação fora do domicílio. O restante (R$ 290,39) representa os gastos com alimentação no domicílio.
De acordo com a pesquisa, nas famílias com renda acima de R$ 10.375, a proporção da despesa com alimentação fora de domicílio é praticamente igual à despesa com alimentação no domicílios. No primeiro caso, as despesas representam 49,3% do total das despesas com alimentos e, no segundo caso, os gastos correspondem à 50,7%.
O levantamento ainda revelou que os gastos com o item entre as famílias de áreas urbanas são 145,5% maiores que as despesas destinadas à alimentação fora de casa pelas famílias de áreas rurais.
As famílias da região Sudeste são as que gastam mais para comer fora de casa. As despesas com o item nessa região representam 37,2% do total das despesas com alimentação. Na pesquisa anterior (POF 2002/03), os gastos com alimentação fora do lar representavam 26,9% das despesas com alimentos.
Na região Norte, os gastos com o item são menores e representam 21,4% das despesas. Em 2002/2003, esse percentual era 19,1%. No Nordeste, a participação do item nos gastos com alimentação passou de 19,5% para 23,5% no período. Na região Sul, a representatividade do item também aumentou, de 23,3% para 27,7%. E no Centro-Oeste passou de 24,5% para 30,1%.
De acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a alimentação fora de casa está 4,26% mais cara neste ano, na comparação com o período acumulado de janeiro a junho deste ano.
Já em 12 meses terminados em junho, o consumidor que possui o hábito já está desembolsando 8,08% mais que no período anterior. Na análise mensal, a alimentação fora de casa registrou variação de 0,83%.
Ainda de acordo com a POF, as despesas com alimentação fora e dentro do lar representam 16,1% das despesas totais das famílias e 19,8% das despesas de consumo. Em valores nominais, as famílias de maior renda gastam quase seis vezes mais que as famílias que recebem até R$ 830.
As famílias de maior renda gastam, em média, R$ 1.198,14 com o item, ao passo que as de menores rendimentos destinam em média R$ 207,15 para os gastos com alimentação. Dentro do item, as carnes e pescados lideram, pois 21,9% das despesas com alimentação são destinadas a compra desses produtos.
Com a entrada do inverno, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, fala nesta entrevista sobre as outras medidas que serão tomadas pelo Ministério, além da vacinação, para conter a proliferação do vírus H1N1.
Foram vacinadas 81 milhões de pessoas no Brasil contra a gripe A (H1N1), ou seja, 88% do público-alvo, revelou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Neste ano foram registradas 609 internações e 74 mortes pela doença. O ministro afirmou que não está definido se em 2011 será feita uma nova vacina contra a gripe A. Interessados em se vacinar podem recorrer agora às clínicas particulares. Mulheres que engravidarem também podem procurar a imunização. Mas, para elas, a vacina gratuita estará disponível nos postos públicos até terminarem os estoques. Ele explica também como os bares e restaurantes podem se engajar nessa luta e quais medidas de prevenção eles devem adotar.
1 – Com a realização da campanha de vacinação contra a gripe, pelo Ministério da Saúde, qual o cenário esperado pelo governo brasileiro para um novo surto da gripe A (H1N1), este ano?
Ministro Temporão- Até o momento, o comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. A maioria absoluta das pessoas que adoece, seja pela gripe comum, seja pela gripe pandêmica, desenvolvem formas leves da doença e se recuperam, mesmo sem uso de medicamentos. Para ambas as gripes pessoas com doenças crônica, gestantes e crianças menores de dois anos são mais vulneráveis. Mas quando consideramos a população jovem previamente saudável, este vírus pandêmico tem um maior potencial de causar doença grave, quando comparado com o vírus da gripe comum. Por outro lado, o vírus pandêmico tem acometido menos as pessoas maiores de 60 anos. Ainda são necessários estudos mais aprofundados que estão sendo realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus.
O que temos de concreto, até o momento, é que em 2009, dos 2.051 óbitos registrados, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas. Entre as grávidas (189 morreram, ao todo), a mortalidade foi 50% maior que na população geral. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos (416, no total). Adultos de 30 a 39 anos concentraram 22% dos óbitos (454, no total). E as crianças menores de dois anos tiveram a maior taxa de incidência da doença no ano passado (154 casos por 100 mil habitantes).
2- É possível prevenir um novo surto da gripe H1N1?
Ministro Temporão- Não, uma vez que o mundo está em pandemia desde julho do ano passado, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu que seria impossível conter a transmissão do vírus. O que se espera, com a vacinação, é reduzir o risco de que as pessoas mais vulneráveis ao vírus H1N1 adoeçam de forma grave e, consequentemente, morram. Para isto, investimos R$ 1,4 bilhão na compra das vacinas. Além disso, investimos mais R$ 525 milhões na compra de equipamentos hospitalares, atenção básica e capacitação de profissionais de saúde.
3 – Quais os tipos de vacinas foram utilizadas pelo governo brasileiro e qual é a eficiência desses medicamentos?
Ministro Temporão- O Brasil está utilizando vacinas injetáveis, monovalentes, ou seja, que imunizam apenas para o H1N1. Elas têm mais de 95% de eficácia e são absolutamente seguras, pois utilizam a mesma tecnologia de produção da vacina da gripe comum, considerada uma das mais seguras do mundo. A vacina da gripe comum, que é dada todos os anos aos idosos, imuniza para outros dois tipos de vírus influenza. Mas, atualmente, mais de 95% dos casos graves de gripe são causados pelo H1N1. Em alguns países, como Cuba e Canadá, este índice chega a 100%. Então, podemos afirmar com segurança que a população mundial está muito mais vulnerável ao H1N1 do que a qualquer outro tipo de vírus da gripe.
4 – Qual a estratégia utilizada para a vacinação? Quantas pessoas estarão imunizadas com a realização dessa campanha?
Ministro Temporão- Os objetivos da vacinação são proteger os trabalhadores de serviços de saúde e reduzir os riscos dos grupos mais vulneráveis a adoecer e morrer. Vacinamos, simultaneamente, em mais de 36 mil salas de vacina de todo o país, no período de 8 de março a 21 de maio. Cumprimos a meta e imunizamos 88% da população-alvo, que é de 81 milhões de pessoas. Essa estratégia, a maior da história do Programa Nacional de Imunizações, é fruto de um importante consenso entre o Ministério da Saúde e 19 parceiros, entre representantes de estados e municípios, sociedades científicas, entidades de classe de profissionais de saúde e meio acadêmico.
5 – O senhor afirmou no início do ano, que o ministério resolveu permitir a venda de medicamentos com o princípio ativo chamado oseltamivir, o mesmo do Tamiflu, com a retenção da receita. Haverá alguma operação especial para o controle da comercialização e impedir a venda indiscriminada desse medicamento?
Ministro Temporão- Na verdade, a venda do medicamento sempre foi permitida. Nunca houve restrição, por parte do Ministério, para comercialização do oseltamivir. O que houve foi recomendação para uso racional do medicamento, seguindo critérios científicos, que indicam o princípio ativo apenas para casos específicos, de doentes em estado grave ou com risco de agravamento. Este ano, com o estoque de 21,9 milhões de tratamentos, o Ministério expandiu a oferta do medicamento, que terá distribuição gratuita em postos, hospitais definidos pelas Secretarias Estaduais de Saúde e unidades do programa Farmácia Popular, do governo federal. O antiviral também estará disponível em unidades do programa Aqui Tem Farmácia Popular, da rede privada conveniada, a preços subsidiados pelo governo federal. A obtenção do remédio será apenas com retenção de receita médica, que terá validade de cinco dias. Mas é muito importante reforçar que as pessoas não devem tomar medicamento por conta própria, as farmácias não devem vender o antiviral indiscriminadamente e o abastecimento das farmácias privadas (inclusive da rede Aqui Tem Farmácia Popular), depende da disponibilidade do produto por parte do fabricante.
6 – Qual será o período de maior risco de contaminação?
Ministro Temporão- O período de maior transmissão dos vírus influenza tradicionalmente ocorre agora no inverno, quando as temperaturas são mais baixas e as pessoas tendem a se aglomerarem mais em ambientes fechados.
7 – Além da campanha de vacinação, quais as principais medidas que o governo adotará para evitar a proliferação do vírus e para tranquilizar a população?
Ministro Temporão- Campanhas de informação, que estão no ar desde janeiro, são ferramentas muito importantes. Mas é preciso sempre reforçar que hábitos simples de higiene são igualmente eficazes, como lavar as mãos frequentemente, usar lenço descartável ao tossir ou espirrar e não compartilhar objetos de uso pessoal se estiver com sintomas de gripe.
8 – E quais as medidas que a população de forma geral deve adotar?
Ministro Temporão- Além das medidas de higiene, orientamos que as pessoas com sintomas de gripe não tomem medicamentos por conta própria, pois isto pode mascarar os sintomas e dificultar o diagnóstico. Ao sentirem sintomas de gripe, como febre, dor de cabeça, tosse e dificuldade de respirar, devem procurar o serviço de saúde mais próximo.
9 – O Ministério está fazendo parcerias com entidades representantes de diversos setores para a definição de estratégias de prevenção para evitar a contaminação e propagação do vírus da nova gripe?
Ministro Temporão- Sim, não se atinge um objetivo tão ousado e tão importante para a saúde pública do país sozinho. Em um país de dimensões continentais como o nosso, a mobilização de parceiros é fundamental para o sucesso de estratégias como a de vacinação contra a gripe pandêmica, que se configura como o maior desafio já enfrentado pelo Programa Nacional de Imunizações, com vacinação de praticamente metade da população brasileira. A iniciativa privada, as igrejas, os governos estaduais e municipais, entidades de classe, sociedades científicas, meio acadêmico, todos são peças fundamentais.
10- Serão adotadas estratégias específicas para os bares e restaurantes? O que será feito para estes estabelecimentos especificamente?
Ministro Temporão- Por serem lugares de grandes circulação de pessoas, bares, restaurantes e lanchonetes são pontos importantes de divulgação da estratégia de vacinação, como o calendário de imunização para cada grupo específico.
11 – Como os empresários desse setor devem atuar na prevenção?
Ministro Temporão- Eles podem ajudar justamente na disseminação de informações, contribuindo para instruir as pessoas que eventualmente ainda desconheçam a estratégia de vacinação ou que não estejam atentas às datas em que devem ser vacinadas.
12 – No ano passado, a gripe assustou muito, tanto a população, quanto o poder público. Em Cascavel (PR), por exemplo, a Secretaria de Saúde determinou o fechamento durante uma semana de todos os estabelecimentos fechados, como cinemas, igrejas, faculdades, bares e restaurantes para evitar a proliferação do vírus. E a Vigilância Sanitária ficou responsável pela fiscalização do cumprimento dessa determinação. Como o senhor avalia medidas como estas? É possível parar um país por causa da gripe?
Ministro Temporão- É preciso bom senso com medidas que podem afetar radicalmente a rotina de uma comunidade, um município, um estado e, consequentemente, um país. Em uma situação de contenção da disseminação do vírus, que no ano passado durou pouco tempo, ações como esta poderiam ter algum impacto, mas em pouco tempo percebeu-se que, diante da velocidade de transmissão do vírus, em poucas semanas a OMS declarou que mundo estava em pandemia.
13 – O que será feito para evitar alarmismos e reações desproporcionais como esta?
Ministro Temporão- É natural que em situações desconhecidas a sociedade se sinta insegura. Nestes casos, é fundamental buscar informações de qualidade, evitando, por exemplo, dar importância a boatos, que circulam principalmente na internet. Informações desse tipo são um disparate e revelam profunda ignorância. A população deve confiar no seu médico e nas autoridades de saúde, não em qualquer texto, escrito não se sabe por quem, que circula na rede mundial de computadores.
14 – Com relação ao controle dos viajantes e turistas, o que será feito? As fronteiras serão monitoradas? Haverá barreiras sanitárias para interceptar veículos e pessoas oriundas de áreas contaminadas?
Ministro Temporão- Em uma situação de pandemia, não se fala mais em conter o vírus, simplesmente porque isto não é mais possível, pois o H1N1 está presente em mais de 200 países, segundo a OMS. Logo, não faz mais sentido falar em “áreas” ou “países” de risco. Portanto, ações em fronteiras, como fizemos nas primeiras semanas após o surgimento da nova gripe, no ano passado, não têm mais sentido. Os aeroportos, porém, são um importante espaço para divulgação de orientações às pessoas.
15 – Haverá uma campanha ou ação específica para orientar os turistas?
Ministro Temporão- Da mesma forma, com uma pandemia em curso, ser turista não é condição de maior ou menor vulnerabilidade. Portanto, a orientação é a mesma para o cidadão que reside no país: observar as medidas de higiene, não se automedicar e, se sentirem sintomas de gripe, procurar o serviço de saúde mais próximo.
16 – Com relação aos eventos, onde acontecem grandes aglomerados de pessoas, haverá alguma determinação especial para a realização ou mesmo a proibição durante o período de risco da nova gripe?
Ministro Temporão- Nenhuma recomendação geral, para todo o país. Assim como procedemos no ano passado, a avaliação da necessidade de tomar medidas sociais, como interferir em eventos e atividades públicas, compete ao gestor local de saúde, do município ou do estado, que conhecem melhor a realidade do lugar. Repetindo: é preciso bom senso.
Equipamentos terão de receber cartões de todas as bandeiras
A partir de 1º de julho, entra em vigor a nova regra para os cartões de crédito e débito que prevê o fim da exclusividade entre credenciadores e bandeiras. Com a nova medida, uma mesma máquina de cartão vai poder oferecer serviços de diferentes bandeiras e não será mais necessário ter diversos equipamentos. Assim, os estabelecimentos comerciais pagarão menos pelo aluguel de uma única maquininha, e os custos operacionais devem diminuir com o aumento da concorrência.
“É uma conquista em defesa de todos, pois com mais empresas credenciadas, a concorrência resulta em taxas menores para o consumidor”, revela o presidente do Conselho de Administração nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Célio Salles. Para o presidente da Abrasel-PR, Marcelo Woellner Pereira, essa mudança que favorece o aumento no número de empresas de cartões, beneficia o consumidor final que vai poder optar pela bandeira que lhe oferecer melhores vantagens.
O aluguel da máquina varia atualmente de R$ 60 a R$ 140 por mês, enquanto as taxas, arrecadadas pelas bandeiras sobre o valor total pago nas máquinas de cartões, oscilam entre 2,5% e mais de 6%. “O custo é muito elevado e maior que a média mundial que é até a metade em outros países”, conta Célio. Ele afirma que, atualmente, cerca de 90% do faturamento de bares e restaurantes é arrecadado por meio de cartões.
“O cartão é um sócio que ganha 2% de lucro nas vendas no débito e 3% no crédito, dos cerca de 70% do total do faturamento que é obtido por meio das maquininhas”, se indigna o proprietário de uma rede de sete bares de Curitiba, dentre eles o Taco El Pancho, Gustavo Haas. Para ele, o alto custo não compensa a segurança que o cartão proporcionou com relação ao cheque. “Trabalho há 16 anos no ramo e as perdas com cheque sem fundo sempre foram insignificantes”, explica o empresário que acredita ser impossível sobreviver sem a utilização do cartão.
Além dos gastos elevados, pagos para as bandeiras e credenciadores, os investidores da área reclamam da demora em receber o dinheiro. “No débito os valores são pagos em 24 horas e no crédito somente após 30 dias depois da venda. Então o cartão não poderia ser considerado como pagamento a vista porque o comerciante não recebe o dinheiro no ato da compra”, opina Célio.
Para Gustavo seria justo dar desconto para os clientes que pagassem no dinheiro e não gerassem outras despesas com o cartão. “Eu poderia dar tranquilamente 5% de desconto para o cliente que pagasse no dinheiro”, acredita. Mas, de acordo com o Procon-PR, não pode haver preço diferenciado para compras realizadas no dinheiro, cheque ou cartão de crédito.
A Lei 11.705/08, mais conhecida como Lei Seca, completou dois anos de existência nesse domingo (20/6), mas ainda não conseguiu brecar o número de acidentes nas rodovias federais que cortam Minas Gerais. Pelo contrário. Balanço divulgado nesta segunda-feira (21) pela Polícia Rodoviária Federal aponta um crescimento no número de acidentes, feridos e mortos no estado.
Entre junho de 2007 e 2008 – um ano antes da nova legislação de trânsito entrar em vigor – foram registrados 20.796 acidentes, com 13.616 feridos e 1.053 mortos. No mesmo período entre 2008 e 2009, já com a Lei Seca, a PRF registrou 22.905 ocorrências, com 14.871 feridos e 1.173 vítimas fatais.
Os números ficaram ainda piores no último ano. Entre 20 de junho de 2009 e a mesma data em 2010, foram registrados 25.047 acidentes, com 15.295 feridos e 1.223 mortos.
Nos dois anos da Lei Seca, foram realizados 92.066 testes de bafômetro em Minas Gerais, com 3890 motoristas autuados e 2.293 presos.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a ingestão exagerada de álcool foi responsável por 995 acidentes nos últimos dois anos (veja a lista abaixo). A falta de atenção dos condutores foi a principal ‘vilã’ nas rodovias, provocando 12.215 acidentes.
Principais causas dos acidentes (junho de 2008 a junho de 2010)
A Lei Seca, que impõe penalidades para o motorista que consome álcool, completou dois anos no dia 19 de junho. Segundo especialistas, aumentou a consciência de que álcool e direção não combinam, o que gerou uma leve redução no número de mortes por acidentes de trânsito. No entanto, eles também concordam que a lei perdeu força e não é mais levada a sério como nos seus primeiros meses.
“Hoje em dia você vê muitos grupos que entendem que não dá para beber e dirigir”, diz o professor de Engenharia de Trânsito da PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) José Mário de Andrade.
“É inegável que houve maior conscientização de que o estado de embriaguez é incompatível com o ato de dirigir automóveis”, completa a professora na área de Engenharia Urbana da UFABC (Universidade Federal do ABC) Silvana Zioni.
Segundo dados do Ministério da Saúde, houve em dois anos redução em 6,5% no número de mortes depois da implantação da Lei Seca no Estado de São Paulo, o que significa 499 vidas “poupadas” em comparação com o ano anterior à lei.
FALTA FISCALIZAÇÃO – No entanto, apesar dos avanços, a Lei Seca está a um passo da desmoralização, devido a uma série de fatores, entre eles a falta de pressão para o cumprimento da norma.
“Passou aquele momento de oba-oba e dificilmente você vê alguma fiscalização nas ruas”, declara o professor Roberto Bahia, da Faculdade de Direito de São Bernardo.
“O que inicialmente parecia uma estratégia de fiscalização e acompanhamento não se manteve nestes dois anos. É uma certa hipocrisia social: vou lá, crio uma lei e depois de seis meses todo mundo esquece”, critica Silvana .
Ela destaca ainda que não se trata apenas de ampliar o número de policiais e bafômetros. “É necessário criar alternativas para que as pessoas não peguem o carro em estado de embriaguez”, diz a professora.
Entre os pontos que ela acredita que faltam para a Lei Seca ser efetivamente cumprida estão o incentivo ao uso de táxis, o aumento na rede de transporte coletivo e a fiscalização da venda de bebida alcoólica nas estradas.
DADOS DA REGIÃO – A Polícia Militar informou que o uso do bafômetro no policiamento do Grande ABC teve início em fevereiro de 2009. Ao todo, a região dispõe de 32 etilômetros, nome técnico do aparelho que mede o nível de álcool no sangue.
Deste período até maio de 2010, foram submetidos à fiscalização de trânsito aproximadamente 481 mil motoristas, sendo que destes foram autuados 744. Houve ainda 84 prisões na região por conta da Lei Seca.
Fazendo uma comparação entre o primeiro e o segundo ano da norma, houve um crescimento de 2087 ocorrências de trânsito, o que se traduziu em mais 362 pessoas feridas de um ano para outro.
Embora a PM ressalte que este aumento não está relacionado somente com pessoas alcoolizadas, este número confirma a percepção de que o segundo ano da Lei Seca foi bem menos efetivo em termos de fiscalização do que o primeiro.
Frequentadores de bares
O Diário foi avaliar o aniversário de dois anos da Lei Seca junto dos principais interessados na norma: os frequentadores de bares. Para eles, a lei é importante, mas ainda falta muito para que ela seja de fato algo que impeça o hábito de se dirigir embriagado.
Na roda de conversa estavam presentes o representante comercial José Carlos do Nascimento, 53 anos; o contador Luiz Carlos de Morais, 56; o biólogo William Tosi Seppa, 58; o dentista Carlos Felipe Dal Molin e seu filho, o estudante Bruno Dal Molin, de 21 anos.
Como os cinco falaram várias vezes ao mesmo tempo, segue um resumo das principais frases: “O negócio é que foi afrouxada a fiscalização. Se não dói no bolso, não funciona”; “O limite da Lei Seca brasileira é muito rígido, na Europa não é assim”; “Como vão fazer a fiscalização com tão poucos bafômetros?”, e “Quem vai ao bar para tomar guaraná?”
Da turma, um admitiu já ter feito parte de “rodízio de motoristas” para se evitar a combinação entre bebida e direção.
E, entre os cinco, Bruno foi o único que já foi parado em uma blitze, que não era sobre a Lei Seca. Por conta isso, ele não foi submetido ao teste do bafômetro.
A reportagem perguntou ao grupo, cuja mesa continha copos de cerveja, se eles iriam dirigir em seus carros próprios para casa. A resposta foi: “Sim, mas ainda iremos almoçar e depois assistir a um jogo de futebol, e com isso o nível de álcool vai abaixar”.
CARONA PARA CASA – O gerente do Bar Figueiras, em Santo André, Evandro Barbosa da Silva, de 37 anos, contou que após a Lei Seca foi contratado um motorista para levar os frequentadores embriagados para casa. Quando a lei foi criada, o profissional fazia de 30 a 40 viagens por fim de semana. Hoje, este número foi reduzido para 10 ou 15.
Bares não reclamam da queda no faturamento e acham que motorista está mais consciente
No dia 19 de junho, a Lei Seca – que proíbe o consumo de álcool por motoristas – fez aniversário. E os donos de bares viram as vendas de bebidas caírem nos últimos dois anos, segundo Marcos Brozinga, gerente executivo da Abrasel- SP (Associação de Bares e Restaurantes de São Paulo). “Houve uma redução de 15% [nas vendas]. Os estabelecimentos que tinham foco apenas em bebidas nem existem mais. Eles tiveram que agregar petiscos à bebida, por exemplo”.
Essa impressão é confirmada por José Araujo Gomes, gerente do Bar do Juarez, do Itaim Bibi. Ele diz que as vendas caíram 30% no estabelecimento que gerencia. “As vendas de bebidas caíram 30% no início e isso afetou o faturamento também que diminuiu 35% porque quem bebe, come também e essa lei impediu até que as pessoas viessem ao bar”.
No entanto, segundo Araújo, o consumo vem se restabelecendo. “Ainda não recuperamos as perdas que tivemos no começo da lei, mas houve uma volta dos clientes ao bar. Na comparação com antes da Lei Seca, hoje tenho um faturamento apenas 10% menor”.
Para Gilberto Damian, o Giba, gerente do bar Aero Beer, na Bela Vista, a lei foi até positiva porque mudou a forma como as pessoas passaram a beber.”As pessoas agora estão mais conscientes e vêm ao bar acompanhadas. Até houve uma diminuição, mas que acabou sendo compensada pelos próprios clientes. Se antes eles bebiam apenas uma ou duas dose porque iam dirigir depois, hoje vêm em grupo e a pessoa que foi escolhida para dirigir não bebe. Mas as outras acabam bebendo à vontade”.
O presidente do Banco Central, henrique Meirelles
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, defendeu ontem um "marco regulatório moderno" para o pagamento com cartões no Brasil. Em discurso transmitido por videoconferência para o seminário internacional sobre cartões realizado na sede do BC, no Rio, ele ressaltou que o uso de cartões para pagar compras no varejo tem crescido a taxas de três dígitos.
“No Brasil, há oportunidades para desenvolvimento do marco regulatório (de cartões), importante para a expansão consistente, confiante e segura do sistema”, disse Meirelles.
O diretor de política monetária do BC, Aldo Mendes, que também participa do seminário que termina hoje, destacou que o País vive uma transição entre dois ciclos na indústria de cartões. O primeiro, que está se encerrando, foi de realização de estudos e entendimento do que é essa indústria pelo BC e secretarias de direito econômico vinculadas aos Ministérios da Justiça e Fazenda. O segundo, que se inicia agora, diz respeito aos passos que serão dados para “tornar esse ambiente mais competitivo”.
Cade – A questão regulatória também é alvo de preocupação do conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Otavio Chinaglia. Segundo ele, o órgão corre o risco de parar a partir de agosto por falta de quórum para julgar processos. Isso porque os mandatos de três de sete conselheiros, inclusive o dele, vencem entre o fim de julho e 12 de agosto. Como o quórum mínimo para julgamentos no órgão é de cinco conselheiros, a instituição estará impedida de tomar decisões.
Ficou decidido hoje, 17 de junho, por unanimidade, no Encontro Abrasel Foz do Iguaçu, durante o Festival de Turismo das Cataratas, em Foz do Iguaçu (PR), que o próximo Encontro da Associação será realizado em Bonito (MS).
Segundo o diretor de Marketing do Convention & Visitors Bureau de Bonito, Rodrigo Coinete, o Encontro Abrasel está previsto para o primeiro semestre de 2011 e deve reunir cerca de 600 pessoas. “Temos a previsão de uma movimentação econômica em torno de R$ dois milhões para o período do evento. Bonito concorreu com Tiradentes e Rio de Janeiro, que desistiram de suas candidaturas em benefício a Bonito, essa é uma prova da atração que o nosso município exerce. Estamos satisfeitos e preparados para recebê-los”, comemorou Coinete.
O Encontro Abrasel Foz do Iguaçu que começou no dia 15 e termina hoje, tem o objetivo de profissionalizar as empresas e contribuir para um melhor ambiente de negócios no setor, abrir oportunidades para fomentar a integração dos empresários do setor, além de promover a atualização, profissionalização e gerar novos negócios.
O evento ofereceu uma Arena Gastronômica, um bar que leva o nome do festival Bar em Bar e uma programação técnica voltada aos empresários do setor.
Entre as palestras, destacaram-se assuntos como “Tendências da gastronomia e hospitalidade no mundo”, “Supersimples x lucro presumido – aderir ou não”, “Aspectos jurídicos e culturais da expansão de negócios nos EUA”, bem como a “Preparação do setor para copa do mundo em 2014”.
Participaram da reunião de hoje, o Gerente de Eventos e Promoções da Fundação de Turismo de MS e representante do governo do Estado, Matheus Dauzacker, o presidente da Abrasel de MS Paulo Ortiz, a presidente da Abrasel de Bonito, Neila Garces, o diretor de Marketing do Convention & Visitors Bureau de Bonito, Rodrigo Coinete e o presidente do Fórum Estadual de Turismo de MS, Alex Furtado.
O Encontro reúne ainda, empresários, fornecedores, prestadores de serviços e lideranças nacionais do setor de alimentação fora do lar, um negócio que movimentou R$ 62 bilhões em 2009.
Fim da exclusividade das credenciadoras deve reduzir os custos do varejo e aumentar as opções para o consumidor
ImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letraOs comerciantes estão otimistas com a mudança nas regras no mercado de cartões de crédito e débito. Eles preveem maior concorrência entre as operadoras e, consequentemente, menores tarifas para o varejo. A partir de 1.º de julho, acaba a exclusividade entre credenciadores e bandeiras, como as parcerias entre Visa e Cielo (ex-Visanet) e Mastercard e Redecard. Assim, os donos de bares,restaurantes e lojas se preparam para reduzir custos com o aluguel de aparelhos – não será necessário possuir mais de um – e com a provável queda no valor das taxas administrativas.
Segundo cálculos da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), em cinco anos o número de emissores de cartões de crédito e débito deve chegar a 20. Desde que as novas regras começaram a ser discutidas, várias empresas de tecnologia, bancos e instituições financeiras vêm mostrando interesse em realizar parcerias para entrar nesse segmento. Hoje, as redes Visa e Mastercard dominam 90% do mercado.
Para o presidente do Conselho de Administração Nacional da Abrasel, Célio Salles, as mudanças abrem precedentes para a solução de outras questões, como a cobrança de preços diferentes para os pagamentos em dinheiro ou com cartões. “Do jeito que está, o maior lesado ainda é o cliente, que acaba pagando a conta do aumento dos custos operacionais”.
Dependendo da bandeira, o aluguel da máquina varia atualmente de R$ 60 a R$ 140 por mês, enquanto as taxas oscilam entre 2,5% e mais de 6%. “Hoje, o empresário compromete cerca de 10% do faturamento somente para oferecer essa opção de pagamento”, afirma o presidente da Abrasel no Paraná, Marcelo Woellner Pereira.
Consumidor
Com a briga entre as operadoras, o consumidor também levará vantagem. Entre as possíveis medidas para conquistar os clientes, estão anuidade zero, cartões extras, prazos maiores de parcelamento e taxas e juros menores. Outra vantagem deve ser o aumento no número de estabelecimentos que oferecem a opção de pagamento eletrônico.
Hoje cliente da Visa, o estudante de Administração João Rafael Athas já pensa em rever a bandeira com a qual atua, caso receba a oferta de taxas menores. O principal motivo é o uso constante de cartões. “Se a conta é de R$ 7 e tenho R$ 20 no bolso, pago no débito. Assim não fico sem dinheiro caso precise para pagar qualquer outra coisa onde o cartão não é aceito”.
A Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE) já começa a receber denúncias de práticas anticompetitivas no setor de cartões de crédito. Isso acontece às vésperas da entrada em vigor da nova regra que traz ao mercado a concorrência entre administradores de cartões.
A partir de 1º de julho deste ano, o lojista poderá utilizar apenas uma máquina para passar todas as bandeiras de cartões de crédito. A expectativa da SDE é de que a prática passe a baratear o preço do serviço para o consumidor final, a partir da concorrência entre os ofertantes.
Segundo a secretária-adjunta da SDE, Ana Paula Martinez, a secretaria já recebeu denúncias de que administradoras do serviço tentaram coibir lojistas, enviando contratos em branco, sem a possibilidade de negociação de preços.
Hoje, apenas Redercard e Cielo (ex-Visanet) prestam o serviço, e o Santander já anunciou a entrada no setor de captura e processamento de transações de cartão de crédito.
“Os lojistas precisam se aproveitar desse momento para negociar. Eles não podem aceitar imposição de preços. O que não pode é substituir dois ofertantes por um, mas continuar o mesmo preço. Tem que haver redução de tarifas em todos os pontos de venda que usem a máquina”, opinou Ana Paula.
A secretária-adjunta da SDE acredita que os lojistas podem, a partir da nova regra, barganhar a cobrança do aluguel da máquina e da taxa de administração para o uso das máquinas.
“O poder está com o lojista hoje. O lojista tem que saber que pode dizer não, porque tem poder de barganha. As redes podem disputar o lojista”, disse.
Ana Paula acredita que o recente aumento de gastos com publicidade do setor é reflexo da concorrência. No entanto, este seria um momento crítico para a publicidade porque, na medida em que os contratos forem firmados, a propaganda tende a diminuir.
O objetivo da SDE é que haja pressão sobre os prestadores do serviço de cartão de crédito. “Pressão é ótimo, é o que a gente quer. O que não pode ter é pressão sobre o lojista para que ele não consiga negociar. Ele tem espaço para negociar. O poder está com ele”, acredita.
No cenário do mercado sem concorrência, o pequeno lojista acaba prejudicado, porque a taxa de administração cobrada acaba sendo maior do que em grandes redes, já que o volume de negócios é menor. Agora, há três agentes que oferecem o pacote e o lojista pode escolher e barganhar, com possibilidade de entrada futura de novos competidores no setor.
Donos de bares e restaurantes faturaram alto durante o jogo do Brasil na África do Sul.
Comerciantes do setor de gastronomia de Belo Horizonte investiram cerca de R$ 100 milhões para receber adequadamente os torcedores durante a Copa. No jogo entre Brasil e Coreia do Norte, o movimento em alguns estabelecimentos chegou a quadruplicar. Teve dono que investiu em palco para shows, arquibancada, traves e contratou 50 funcionários extras.
Alguns bares pensam até em investir ainda mais para a próxima partida da Seleção, contra a Costa do Marfim. Para um bar de Campinas, interior de São Paulo, o jogo contra a Coreia serviu de aprendizado, já que o chope acabou depois de 2,5 mil canecas servidas.
Reunião na Secretaria Estadual de Finanças definiu a redução do ICMS para bares, restaurantes e hotéis
Com a finalidade de trazer os estabelecimentos que atuam no setor de alimentação em Rondônia para a formalidade, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Finanças (SEFIN) vai conceder a redução sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para empresas do ramo de bares, restaurantes e hotéis.
De acordo com o coordenador da Receita Estadual (CRE/SEFIN), Ciro Muneo Funada após um estudo realizado foi identificado que uma grande parte de produtos utilizados na preparação de refeições, já teve imposto pago, por meio da substituição tributária, como a carne e o óleo. Mas apesar da isenção de verduras e legumes, na composição geral, os contribuintes não estavam sendo beneficiados com o crédito e pagando o ICMS integral.
Como ponto principal ficou definido que será reduzida a carga tributária para 3% o que será atrativo para adesão de todos do setor. “Nossa intenção é fazer justiça, tendo em vista que outros Estados já praticam essa redução. A norma vai alargar a base, de forma que todos paguem menos, mas paguem”, explicou.
Outro ponto importante a ser considerado é a informalidade do setor que gera concorrência desleal entre os estabelecimentos do setor e prejudica a sociedade com a exposição de ambientes com falta de higiene, imprescindível para quem atua no ramo de fornecimento de alimentos.
Além da alimentação tem a questão das bebidas que se dividem em quente e fria. A quente que tem tributação normal passa a ter uma redução do imposto de 6% , resultando numa cara de 11%. A bebida fria já é paga por substituição tributária.
A normativa que busca simplificar a forma de tributação, está sendo formulada e deve entrar me vigor em julho, mas com data retroativa a 1º de junho de 2010.
Funada adverte que a aplicabilidade depende do termo de acordo a ser formalizado por empresas interessadas.
Os investimentos e criação de novos postos de trabalho em função da Copa do Mundo não ficaram restritos à África do Sul. O mundial está movimentando também diversos setores da economia brasileira.
O presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci Júnior, acredita que a demanda gerada pelos jogos da Copa nesse segmento irá gerar, em todo o país, 400 mil vagas de trabalho temporário, principalmente nos bares.
“Cerca de 1/3 das empresas do setor deve acrescentar em 20% o número de trabalhadores. Estimo um aumento no movimento em torno de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Lembrando que, em estabelecimentos onde, normalmente, o movimento é menor, o fluxo de clientes pode aumentar em até 50%”, afirma. Ele ressalta que o Brasil tem uma legislação trabalhista muito ultrapassada. “Com isso infelizmente esses trabalhadores acabam não sendo aproveitados logo após os jogos terminarem. Se o trabalho de horistas tivesse uma regulamentação mais clara, certamente esses profissionais teriam postos de trabalho garantidos”, afirma Solmucci.
O presidente da Abrasel ainda acredita que haverá um investimento mínimo de R$ 300 milhões no setor em todo país com a aquisição de equipamentos de transmissão e pequenas reformas.
As taxas cobradas pelas operadoras de cartão de crédito serão debatidas entre hoje e amanhã, em Foz do Iguaçu, durante o Encontro Nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). A queixa do setor é que o chamado “dinheiro de plástico” está onerando as empresas.
Há cerca de dez anos, os pagamentos com cartões representavam em média 5% do faturamento de bares e restaurantes. Hoje, esse volume chega a até 95% em alguns estabelecimentos. Somente no ano passado, o setor movimentou R$ 62 bilhões. O problema, diz a Abrasel, é que enquanto a estabilidade econômica estimulou a utilização maciça dos cartões como moeda corrente, as taxas sobre as operações se mantêm as mesmas: de 3,5% por transação, na média, mas podendo chegar a 6% em alguns casos.
“No início, quando o serviço começou a se espalhar pelo país havia a promessa das operadoras que o comerciante que oferecesse aos seus clientes esse tipo de opção de pagamento teria um aumento considerável nas vendas. Mas, com o tempo, isso acabou se provando ser uma grande mentira”, aponta o presidente da Abrasel-PR, Marcelo Woellner Pereira.
Muitos, com medo de perder clientes, passaram a oferecer o serviço e arcar com as taxas e o aluguel das máquinas e com o tempo para receber o dinheiro das vendas – 24 horas para as operações de débito e até 30 dias para as de crédito. “É lógico que as pessoas preferem a conveniência e o número de pagamentos por essa opção aumenta, a ponto de alguns comerciantes nem verem mais a cor do dinheiro. Mas o consumidor que prefere um bar ou um restaurante não deixa de frequentar esse estabelecimento se não puder pagar com o cartão de crédito ou de débito. Ele dá um jeito de pagar de outra forma”.
A ideia do encontro em Foz é reunir sugestões e debater soluções para esse problema. Além das taxas dos cartões, a elevada carga tributária do país também será debatida pelos comerciantes.
Abertura será às 19h30 na Itaipu Binacional e até o dia 17 os participantes contarão com uma vasta programação para discutir assuntos de interesse do setor.
Foz do Iguaçu sedia a partir de hoje, 15 de junho, o Encontro Abrasel Foz do Iguaçu. O evento, que segue até o dia 17, vai reunir empresários, fornecedores, prestadores de serviço e lideranças nacionais e locais do setor de alimentação fora do lar, que movimentou R$ 62 bilhões em 2009.
Segundo Paulo Ricardo Souza Santos, presidente da Abrasel Regional de Foz do Iguaçu, a expectativa é reunir em torno de 500 pessoas. “O encontro tem por finalidade melhorar o ambiente de negócios e profissionalizar as empresas do setor de bares, restaurantes e afins, que vem crescendo muito no Brasil e tem tudo a ver com a atividade turística”, afirma. O Encontro Abrasel abre também oportunidades para fomentar a integração dos empresários do setor, além de promover a atualização, profissionalização e gerar novos negócios. A reunião tem o apoio do Iguassu Convention & Visitors Bureau, Secretaria de Turismo e Itaipu Binacional.
O evento contará com uma Arena Gastronômica e também um bar, chamado Bar em Bar, em alusão ao festival que se realiza todos os anos no mês de outubro. Haverá, ainda, uma programação técnica voltada aos empresários do setor que esá bastante rica e atraente, trazendo assuntos atuais e de interesse ddo setor na pauta dos debates e palestras.
O evento traz como uma das principais atrações a palestra internacional “Aspectos jurídicos e culturais da expansão de negócios nos EUA”, com o advogado americano Quinn Smith, especializado em consultoria de empresas que têm a intenção de expandir seus negócios nos Estados Unidos. Ele vai abordar alguns aspectos culturais e jurídicos importantes, incluindo formas societárias, expectativas e estratégias para maximizar lucro e minimizar riscos.
Outros assuntos de destaque que serão discutidos nas palestras do evento são: “Tendências da gastronomia e hospitalidade no mundo”, “Supersimples x lucro presumido,aderir ou não” e a “Preparação do setor para copa do mundo em 2014”.
Da região Sul, os representantes são os chefs Pedro Calacans (Armazém Italiano), Beto Madalosso (Restaurante Madalosso e chef do programa Pra Variar) e Jaime Barcelos (Restaurante Ostradamus, de Santa Catarina).
Da região Sudeste, vem a chef Teresa Corção, do Restaurante O Navegador, do Rio de Janeiro. Ela cultiva uma história interessante e é apaixonada pela mandioca e a herança culinária dos índios. Tanto que levou a chef a lançar em 2002 o “Projeto Mandioca”, ensinando às crianças de escolas públicas a história, o folclore e como preparar tapiocas, que ela chama de “crepe brasileira”. Como resultado desse projeto fundou em 2007 o Instituto Maniva, ONG pioneira em trabalhar a gastronomia como instrumento de transformação social.
Do Nordeste, o famoso chef Cesar Santos, do Restaurante Oficina do Sabor, vai mostrar os sabores e temperos da região. Como receita, ele vai mostrar o prato Cartola ao Engenho Massangana, Queijo Verão Frescal e Queijo de Coalho Frito.
Paralelamente ao encontro, de 16 a 18 de junho, acontece no Hotel Rafain Palace Expocenter o Hotel Show 2010, feira de equipamentos, produtos e serviços para hotelaria, restaurantes, bares e turismo e o Festival Internacional do turismo que reunirá empresários de todos os setores do turismo.
O Encontro Abrasel representa um marco para a entidade no Paraná, já que vai trazer a Foz do Iguaçu os principais líderes do setor. Além disso, atrair um evento dessa magnitude para Foz do Iguaçu, cidade que tem menos de um ano de fundação, é uma conquista. A regional da Abrasel em Foz do Iguaçu foi instalada em junho de 2009 e é comandada pelo empresário Paulo Ricardo Santos de Souza.
Dois anos depois de aprovada a Lei Seca (Lei 11.705), de 19 de junho de 2008, a Câmara discute novas mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB - Lei 9.503/97). A Comissão de Viação e Transportes criou no ano passado subcomissão especial para analisar 172 projetos de lei que propõem alterações no código. O relatório está pronto e deve ser analisado pelos deputados da comissão nos próximos dias. As propostas, de um modo geral, tornam mais rigorosas as punições contra os maus motoristas.
Uma das mudanças, no entanto, promete causar polêmica. O relator da matéria, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), propõe retirar do CTB o trecho que permite a detenção do motorista que conduzir o veículo “com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 decigramas”. No lugar, ele sugere a reclusão do motorista que estiver “sob a influência de álcool”. Ou seja, endurece a pena.
A reclusão destina-se a crimes tanto culposos (sem intenção) quanto dolosos (com intenção). Na prática, não existe hoje diferença essencial entre detenção e reclusão. A lei, porém, usa esses termos como índices ou critérios para a determinação dos regimes de cumprimento de pena. Se a condenação for de reclusão, a pena é cumprida em regime fechado, semi-aberto ou aberto.
Na detenção, cumpre-se em regime semi-aberto ou aberto, salvo a hipótese de transferência excepcional para o regime fechado. Há ainda prisão simples, prevista para as contravenções penais e pode ser cumprida nos regimes semi-aberto ou aberto. a reclusão, mas retira a possibilidade de prisão imediata apenas em razão do uso do bafômetro.
“Seria, basicamente, a retirada do índice de seis decigramas do texto do código, tornando a mera conduta de dirigir embriagado o suficiente para se caracterizar a infração. Em poucas palavras: tolerância zero”, disse Marcelo Almeida. O relator explica que, para comprovar que o motorista está embriagado, a autoridade policial hoje precisa usar o bafômetro ou o exame de sangue. No entanto, a Constituição Federal garante ao cidadão o direito de não produzir prova contra si mesmo. Diante disso, na prática, observa Almeida, a lei está morta. “Cerca de 80% dos infratores se recusam a efetuar os testes de alcoolemia”, disse.
Marcelo Almeida lembra que a polícia poderá usar outros recursos para constatar os sinais de embriaguez do motorista, tais como fotografia, filmagem e uso de testemunhas, além do próprio bafômetro. “O que acaba, na prática, é o temível índice de alcoolemia de 6 decigramas, que pode flagrar quem bebeu mas não apresenta sinais de embriaguez”.
Mais de 160 servidores fiscalizarão as ruas da Região Metropolitana do Recife e municípios do interior neste período
A Região Metropolitana do Recife e os municípios que um maior número de festejos juninos, como Arcoverde, Caruaru, Gravatá, Petrolina e Pesqueira, receberão atenção especial do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-Pe). Mais de 160 servidores fiscalizarão as ruas. Esquema reforçado funcionará também no período da Copa do Mundo.
A ação conta, ainda, com 39 viaturas, duas pranchas reboque e um caminhão cegonha. Também será realizada fiscalização coercitiva através de blitzs verificando o uso de capacete por motociclistas e com foco na Lei Seca ao final de cada jogo do Brasil.
Segundo o Detran, blitzs educativas irão distribuir material informativo sobre transporte correto de crianças, se dirigir não beba e orientação para motociclistas quanto ao uso de capacete e a forma segura de pilotar. Nessas ações educativas, serão entregues bafômetros descartáveis para o BRRV.
A quinta edição do festival gastronômico reuniu 112 restaurantes pernambucanos.
No último dia 07, no Restaurante e Churrascaria Galetus, a Abrasel Pernambuco premiou os participantes do Festival Brasil Sabor 2010. Viagens, prêmios e muita comemoração fizeram parte da solenidade. O festival aconteceu entre os dias 15 de abril e 15 de maio, simultaneamente, em todo o país, congregando mais de 300 destinos turísticos. No estado de Pernambuco foram 112 restaurantes, localizados em 15 municípios, apresentando cerca de 90 receitas.
Em vendas, na categoria restaurante o vencedor foi o Peixe Na Telha (Ipojuca), com o prato Chega Mais. Em segundo lugar ficaram empatados o Natrielli Grill e Massas (Igarassu), com o Bife Ancho, e o Antiquário (Recife), com o Medalhão de Filet ao Molho de Vinho. O restaurante Chinatown (Shopping Recife) garantiu o terceiro lugar com o prato Pagoda.
Na categoria fast-food, a rede Julietto abocanhou as três primeiras colocações, superando todas as metas estabelecidas. Em primeiro lugar ficou o Julietto (Shopping Recife), em segundo o Julietto (Shopping Plaza) e em terceiro o Julietto (Caruaru). A rede recebeu também o Prêmio Destaque Capacitação, como a empresa que mais enviou colaboradores para os treinamentos promovidos pela Abrasel-PE.
Este é o quinto ano que a rede Julietto recebe prêmio na categoria fast-food. Para a empresária Rose Guareschi o prêmio é o resultado de um trabalho em equipe. “A equipe é muito envolvida e isso é que faz a diferença. Temos a satisfação de realizar um trabalho profissional e social no mesmo espaço, e é essa equipe que faz a Julietto crescer”, comemora Rose Guareschi. Com relação à capacitação continuada dos colaboradores, a empresária acredita ser esta a fórmula para manter-se no mercado.
Durante o Brasil Sabor, a Abrasel-PE promoveu blitz nos restaurantes participantes, avaliando a organização e a animação das equipes com o evento. Diárias no Summerville Beach Resort foram sorteadas entre os clientes que sugeriram o tema para o festival no ano que vem. O tema sorteado foi “Sabores para uma vida inteira”.
Na premiação, o presidente Núncio Natrielli deu as boas vindas aos associados, patrocinadores e parceiros. Entre eles Bob Fong (Chinatown), Juliano Roque(La Farinata), Lúcia Soares e Nicole Albuquerque (Peixe na Telha), Silvana Queiroz e Gerson Miranda (Karne e Keijo/Descontão), Sílvio César (Don Pepone), Marcos Romero (Bar da Fava), José Carlos (Caldíssimo Grill), Rodrigo Guerra (Capitu), Mario Régio (Dona Preta), Felipe Borba, Flávio Borba e Fábio Borba (Galetus), Hélder Flávio e Aldemira Tavares (Pitu), Mayse Cavalcante (Secretaria de Turismo), Franciso Junior (D Design), Eudes Santana (Quod Imagem) e Débora Ramalho (Executiva Press).
O festival foi promovido em parceria entre a Abrasel, o Sebrae, o Ministério do Turismo e Ministério da Pesca e Aquicultura. Em Pernambuco, o evento teve patrocínio da Prefeitura do Recife, Empetur, Banco do Brasil, Bohemia, Deskontão, KarneKeijo, Pitú, GPC com apoio do Summerville, Ecolab, Arte Café e Recife Convention Bureau.
Unidade, que vai produzir a marca Bohemia, vai gerar 120 empregos diretos
A Ambev anunciou o processo de reativação da primeira fábrica de cerveja do Brasil, em Petrópolis (RJ). A indústria, que vai fabricar a marca Bohemia, vai gerar 120 empregos diretos e, embora a empresa não divulgue o valor do investimento, a prefeitura da cidade serrana informa que será de R$ 40 milhões. O empreendimento entrará em operação em dezembro deste ano, com ampla campanha nacional de divulgação, segundo adiantou o diretor de marcas Premium da Ambev, Pedro Earp.
Segundo ele, o projeto da cervejaria de Petrópolis vai muito além da fabricação de cerveja e está inserido no planejamento de investimentos totais de R$ 2 bilhões da Ambev em 2010 na ampliação de capacidade das fábricas. O objetivo, de acordo com Earp, é resgatar a cultura cervejeira de Petrópolis e se tornar um centro de referência na produção da bebida no Brasil, passando a fazer parte do roteiro turístico da região serrana do Rio.
A fábrica da Bohemia na cidade foi fundada em 1853 e funcionou até 1998. A reativação que será anunciada hoje contou com o apoio do governo do Estado do Rio e da prefeitura local. Segundo Earp, o segmento Premium representa hoje 5% do mercado de cerveja no Brasil e a marca Bohemia é líder nesse mercado. De acordo com ele, esse segmento tem potencial para alcançar participação de 15% a 20% do mercado total de cervejas no País.
Earp admite que a realização da Copa do Mundo vai aquecer ainda mais o mercado de cerveja no Brasil, mas disse que o lançamento do projeto da Bohemia, hoje, não tem nada a ver com a proximidade do início do evento esportivo.
Nas instalações da cervejaria serão produzidos 100 mil hectolitros de Bohemia por ano, além de edições especiais da marca. Na fábrica de Petrópolis, segundo Earp, será criado um memorial de cerveja com o maior acervo da América Latina, além de um centro de experiência cervejeira, onde os visitantes poderão conhecer “curiosidades e segredos” da fabricação da bebida.
Para o jantar romântico, restaurantes apostam em decoração especial e pratos diferenciados - Foto Tuno Vieira
Estabelecimentos chegam a projetar incremento de até 20% em relação a igual data de 2009
Os restaurantes e bares em todo o país devem abocanhar boa parcela da quantia destinada pelos casais à comemoração do Dia dos Namorados. O varejo atesta que nessa data é tradicional a divisão do gasto total entre presente e sair para curtir a dois, o que reduz o tiquete médio do presente mas, em contrapartida, eleva o faturamento do segmento. Alguns estabelecimentos, por exemplo, em Fortaleza (CE) projetam faturar até 20% mais ante o ano passado.
Segundo Cid Alves, presidente do Sindicato dos Lojistas de Fortaleza (Sindilojas), especialmente este ano, com a proximidade da Copa do Mundo da África, o valor médio para a compra do presente não será dos mais ousados, devendo variar entre R$ 50,00 e R$ 70,00. “Nessa data os gastos são mais diluídos porque, além do presente, o consumidor economiza para gastar em restaurantes e motéis, que são setores que faturam muito no Dia dos Namorados. E este ano ainda tem a Copa, quando as pessoas economizam para gastar em bares e restaurantes, assistindo aos jogos”, pondera Cid Alves, que aguarda 7% de incremento anual nas vendas do varejo no período.
Conforme o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-CE), Augusto Mesquita, o aumento de faturamento poderia ser bem melhor para os restaurantes se a data não fosse num sábado. “Se o Dia dos Namorados fosse numa terça, quarta ou quinta-feira, ou mesmo numa sexta a exemplo do ano passado, seria bem melhor para o nosso segmento porque sábado e domingo já são os dias mais movimentados da semana. Então o incremento vai ser pequeno, em torno de 6% a 7%”, projeta.
Reginaldo Nogueira, gerente da Casa do Frango, é mais otimista. “Esse é o melhor dia de faturamento dos restaurantes. Nossa perspectiva é de casa cheia”, festeja. Segundo ele, a previsão é que movimento do restaurante cresça até 20% em relação a data no ano passado. “O fluxo deve se intensificar a noite, mas vamos abrir a partir das 11 horas, para atender a todos”, avisa.
Eugênio Vieira, sócio-diretor do Coco Bambu, espera o mesmo movimento verificado em sábados normais. “No nosso caso não tem como atingir um fluxo maior. A casa já é muito movimentada dia de sábado. Não dá para aumentar mais que isso porque não teremos capacidade para atender uma demanda maior”, explica. Para agilizar o atendimento, possibilitando que mais casais possam frequentar a casa no dia 12, o empresário pretende disponibilizar dois pratos especiais do dia, um a base de peixe e outro de carne, para servir prontamente. “Mas teremos também as opções do cardápio para quem não tiver com tanta pressa”, completa.
No clima
Para entrar no clima do Dia dos Namorados o restaurante D´abelle Bistrô, oferece uma noite especial, com decoração à luz de velas e brinde de espumante para os casais. Com ambiente aconchegante e intimista e repertório musical romântico com sucessos de todos os tempos, o estabelecimento pretende aquecer o romantismo para que os namorados desfrutem de momentos inesquecíveis. O Sah Restaurante aposta na sofisticação para envolver os apaixonados. O menu especial para a data inclui degustação com entrada, prato principal à base de peixe e frutos do mar ou de carne e uma sobremesa, tudo em porções adequadas para desfrutar da noite em pleno bom gosto. Para acompanhar será feita a harmonização de vinhos rosado, branco e tinto. Por lá, o valor por pessoa, é de R$ 70,00 mais os 10%.
Os 400 restaurantes de Campo Grande devem aumentar a equipe em até 30% para dar conta da procissão de casais de namorados que tomará as ruas amanhã. A estimativa é da Abrasel-MS, com base no clima de paixão que se repete todos os anos no Dia dos Namorados, melhor data para o setor.
Prevendo um aumento de 50% no movimento desses estabelecimentos, o diretor-executivo da Abrasel Paraná, Luciano Bartolomeu, sugere que os casais se organizem para evitar transtornos. “A dica é que as pessoas cheguem cedo ou tentem fazer reservas para garantir seu lugar”, orienta.
Café na região da Paulista terá luz baixa e flores sobre as mesas. Restaurante em Pinheiros prepara jantar especial
Bares e restaurantes paulistanos abrem espaço para que casais homossexuais comemorem o Dia dos Namorados. Luz, música e flores sobre as mesas buscam atrair amantes aos cafés da região da Paulista que integram o circuito GLS. Mas estabelecimentos tradicionalmente hétero já anunciam em publicações dirigidas a disposição de atender esse público em Pinheiros, na Zona Oeste.
Namorados há cinco anos, Eduardo Lima e André Souza contam que a oferta de serviços aumenta sob a percepção de que clientes homossexuais levam a vida com mais estilo e são consumidores acima da média.
“Percebo como cliente que cada vez mais empresas buscam atender a esse público”, afirma Lima. “Esse público não tem filhos, desembolsa mais dinheiro com gastos pessoais e se diverte mais”, afirma. Os dois planejam passar o Dia dos Namorados no Piaf Bar e Bistrot, na Alameda Franca. Gerente do Piaf, Ricardo Antunes afirma que prepara decoração, música e combinações de prato diferentes para o dia.
Editor do guia de bolso que circulou na Parada Gay, Eduardo Lima afirma que, embora haja mais abertura, ele e seu namorado, o personal trainner André Souza, buscam evitar demonstrações públicas de carinho. “Se acontecer, a gente sabe que vai ter olhares e comentários. Além disso, até mesmo um casal heterossexual chamaria atenção caso ficasse se amassando em um restaurante”, diz Lima.
No Vannila Caffé da Rua Antônio Carlos, bar 24 horas frequentado tradicionalmente pelo público GLS, o proprietário Fábio Pereira afirma que prepara sopas e vinhos para receber os namorados. No dia 12, o ambiente terá luzes mais baixas e flores sobre as mesas. Proprietária do Vanilla Caffé Sírio, na Rua Adma Jafet, Márcia Sivieri afirma que o estabelecimento fecha mais cedo, às 23h, e talvez por causa disso não tenha frequência muito assídua do público GLS. Mas ela afirma que casais gays são sempre muito bem recebidos. “A gente gosta bastante desse público”, afirma.
O Consulado Mineiro da Rua Cônego Eugênio Leite, em Pinheiros, criou um prato especial para o Dia dos Namorados. O proprietário Fernando Carneiro ressalta que embora o estabelecimento tenha frequência maciça de casais heterossexuais, ele anunciou a oferta em uma publicação GLS. “Na casa não existe preconceito e fiz questão de mostrar que eles são bem-vindos”, afirma. Fernando preparou para o dia um jantar, duas taças de vinho argentino e sobremesa a R$ 90 por casal.
Foto Chef Jaime Barcelos
Chef Beto Madalosso
Durante o Encontro Abrasel, que ocorre de 15 a 17 de junho em Foz do Iguaçu, chefs renomados vão apresentar aula-show na Arena Gastronômica montada para os participantes.
Da região Sul, os representantes são os chefs Pedro Calacans (Armazém Italiano), Beto Madalosso (Restaurante Madalosso e chef do programa Pra Variar) e Jaime Barcelos (Restaurante Ostradamus, de Santa Catarina).
Da região Sudeste, vem a chef Teresa Corção, do Restaurante O Navegador, do Rio de Janeiro. Ela cultiva uma história interessante e é apaixonada pela mandioca e a herança culinária dos índios. Tanto que levou a chef a lançar em 2002 o “Projeto Mandioca”, ensinando às crianças de escolas públicas a história, o folclore e como preparar tapiocas, que ela chama de “crepe brasileira”. Como resultado desse projeto fundou em 2007 o Instituto Maniva, ONG pioneira em trabalhar a gastronomia como instrumento de transformação social.
Do Nordeste, o famoso chef Cesar Santos, do Restaurante Oficina do Sabor, vai mostrar os sabores e temperos da região. Como receita, ele vai mostrar o prato Cartola ao Engenho Massangana, Queijo Verão Frescal e Queijo de Coalho Frito.
O objetivo do encontro é profissionalizar as empresas e contribuir para um melhor ambiente de negócios no setor. O Encontro Abrasel abre oportunidades para fomentar a integração dos empresários do setor, além de promover a atualização, profissionalização e gerar novos negócios.
O Encontro Abrasel Foz do Iguaçu tem o apoio do Iguassu Convention & Visitors Bureau, Secretaria de Turismo e Itaipu Binacional.
Informações à Imprensa:
O maior evento do futebol mundial amplia vendas e cria postos de trabalho temporário
A Copa começa oficialmente para os brasileiros na próxima terça-feira (15), quando a Seleção de Dunga enfrenta a Coreia do Norte. Mas, para a economia, o movimento começou cedo e, obviamente, deve se intensificar ao longo do torneio. A paixão nacional por futebol tem aumentado consideravelmente o faturamento de alguns segmentos, como o de TVs e a indústria gráfica. Com o início do evento, outros setores devem sentir o efeito do sentimento verde e amarelo que toma conta do país, como os bares e restaurantes.
“A Copa do Mundo na indústria gráfica movimento essencialmente o segmento de produtos promocionais, que envolve materiais licenciados, encartes, tabelas dos jogos, álbuns de figurinhas, publicações especiais, folheto diversos etc”, afirma Fábio Arruda Mortara, presidente da seção paulista da Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica). O segmento de artigos promocionais, que é um dos primeiros beneficiários do efeito Copa – já que tem de deixar tudo pronto para quando o evento começar, prevê um crescimento de 10% a 15%, que deve representar um aumento de cerca de 2% no faturamento de toda a indústria gráfica. “Em termos de valores, essa expansão representa para a indústria gráfica algo em torno de 200 milhões de reais”, afirma Mortara.
Já para o mercado de TVs no Brasil, não poderia haver oportunidade melhor que a Copa do Mundo. Exemplo disso, é que algumas fabricantes agendaram o lançamento de novos produtos para períodos próximos à Copa. A LG e a Samsung, por exemplo, anunciaram o lançamento de seus aparelhos 3D para uma data entre o fim de maio e o início deste mês de junho, antes da Copa.
Segundo um levantamento do Instituto Fecomércio, divulgado pelo Correio Braziliense, os aparelhos de TV devem ser o segundo artigo mais vendido nesse período de Copa, ficando atrás, apenas, das camisas da Seleção Brasileira.
O presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci Júnior, afirma que o movimento no setor deve ser outro beneficiado pela Copa, com um aumento em cerca de 30%, na comparação com o mesmo período do ano passado, e lembra que nos estabelecimentos cujo fluxo é menor, o crescimento pode ser de até 50%.
A alta na demanda deve levar 1/3 dos bares e restaurantes a aumentar em 20% o número de funcionários no período da Copa, segundo Solmucci. Em todo o país, a previsão é de que sejam criados 400 mil postos de emprego temporário, dos quais, segundo o presidente da Abrasel, boa parte poderia se tornar efetiva. “É uma pena que o Brasil tenha uma legislação trabalhista tão ultrapassada. Com isso, infelizmente, esses trabalhadores acabam não sendo aproveitados logo após os jogos terminarem. Se o trabalho de horistas tivesse uma regulamentação mais clara, certamente esses profissionais teriam postos de trabalho garantidos”, afirma Solmucci.
A Cielo (ex-Visanet) começa a aceitar no dia 1º de julho os cartões de crédito da bandeira MasterCard, na esteira do término de um contrato de exclusividade com a Visa no fim deste mês.
O acordo era amplamente aguardado pelo mercado, mas só foi oficializado hoje pelas empresas. A Redecard, principal concorrente da Visanet, já anunciou o plano de processar a bandeira Visa no mês que vem.
Em nota à imprensa, as duas empresas afirmam que a iniciativa dará aos mais opções aos clientes da MasterCard, uma vez que a rede da Cielo conta com mais de 1,7 milhão de lojistas credenciados e cobre 98% do território nacional.
Para Gilberto Caldart, presidente da MasterCard Brasil e Cone Sul, a abertura do mercado vai estimular o desenvolvimento de novos produtos e serviços, o que contribuirá para o processo de substituição de cheque e dinheiro por meios de pagamento eletrônico.
Por sua vez, Rômulo Dias, presidente da Cielo, diz que o acordo com a Mastercard representa um “divisor de águas” para as duas companhias. “Estamos comprometidos e prontos para operar multibandeira a partir de 1º de julho”, diz.
No início deste mês, a capital cearense serviu de cenário para as gravações de um vídeo educativo que fará parte material utilizado pelo projeto Copa na Mesa, realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), em parceria com o Ministério do Turismo. A série será composta de 12 VT’s, gravados nas 12 cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo de 2014.
A equipe de produção selecionou alguns bares e restaurantes localizados em importantes corredores culturais de Fortaleza. Em cada episódio, um turista visita uma das cidades-sede do Mundial para descobrir os encantos e características do lugar. Durante o passeio, conhece alguns bares e restaurantes, onde interage com os atendentes locais que a partir dessas conversas, passam a transmitir informações sobre turismo e economia, além de curiosidades da história e da vida cultural da cidade.
O material servirá como apoio na capacitação de profissionais do setor de alimentação fora do lar para que eles possam receber melhor os turistas. “A ideia é capacitar mais de 1.500 empresas em todo o país, com o treinamento de funcionários em cursos de idiomas, boas práticas, qualidade em serviços, entre outros. Tudo para garantir um atendimento satisfatório ao visitante na Copa do Mundo de 2014”, explica Sérgio Zulato, presidente da Abrasel do Distrito Federal, onde está sediada a produtora responsável pela gravação em todas as cidades incluídas no projeto.
Foz do Iguaçu sedia, de 15 a 17 de junho, o Encontro Abrasel Foz do Iguaçu. O evento vai reunir empresários, fornecedores, prestadores de serviço e lideranças nacionais e locais do setor de alimentação fora do lar, que movimentou R$ 62 bilhões em 2009.
O objetivo do encontro é profissionalizar as empresas e contribuir para um melhor ambiente de negócios no setor. O Encontro Abrasel abre oportunidades para fomentar a integração dos empresários do setor, além de promover a atualização, profissionalização e gerar novos negócios. A reunião tem o apoio do Iguassu Convention & Visitors Bureau, Secretaria de Turismo e Itaipu Binacional.
O evento contará com uma Arena Gastronômica e também um bar, chamado Bar em Bar, em alusão ao festival que se realiza todos os anos no mês de outubro. Haverá, ainda, uma programação técnica voltada aos empresários do setor.
Com uma programação técnica bastante rica, o evento traz como uma das principais atrações a palestra internacional “Aspectos jurídicos e culturais da expansão de negócios nos EUA”, com o advogado americano Quinn Smith, especializado em consultoria de empresas que têm a intenção de expandir seus negócios nos Estados Unidos. Ele vai abordar alguns aspectos culturais e jurídicos importantes, incluindo formas societárias, expectativas e estratégias para maximizar lucro e minimizar riscos.
Outros assuntos de destaque que serão discutidos nas palestras do evento são: “Tendências da gastronomia e hospitalidade no mundo”, “Supersimples x lucro presumido – aderir ou não” e a “Preparação do setor para copa do mundo em 2014”.
Paralelamente ao encontro, de 16 a 18 de junho, acontece no Hotel Rafain Palace Expocenter o Hotel Show 2010, feira de equipamentos, produtos e serviços para hotelaria, restaurantes, bares e turismo e o Festival Internacional do turismo que reunirá empresários de todos os setores do turismo.
O Encontro Abrasel representa um marco para a entidade no Paraná, já que vai trazer a Foz do Iguaçu os principais líderes do setor. Além disso, atrair um evento dessa magnitude para Foz do Iguaçu, cidade que tem menos de um ano de fundação, é uma conquista. A regional da Abrasel em Foz do Iguaçu foi instalada em junho de 2009 e é comandada pelo empresário Paulo Ricardo Santos de Souza.
Fidelizar clientes em meio a tantas empresas que oferecem o mesmo tipo de serviço, como o setor de alimentação e bebidas, se faz um desafio para muitos empresários do ramo, em especial na capital paulista, onde existe no mínimo um milhão de empresas, divididas em bares, restaurantes, padarias e lanchonetes, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-SP).
Dentre as ações, a profissionalização da brigada de serviços se faz necessária, e cumpre o objetivo de apresentar à clientela um atendimento de primeira, o que leva muitos empreendimentos do setor a investir alto, com a certeza de retorno garantido.
Com uma rede que chega a 20 restaurantes espalhados pela cidade de São Paulo e interior do estado, o Griletto se concentra no bom atendimento. A rede investe em torno de R$ 300 mil por ano com o treinamento de seus 450 funcionários, em cursos aplicados geralmente a cada bimestre. Segundo Marta Minopoli, coordenadora de Recursos Humanos da rede, “todos os cursos são ministrados na própria empresa. O que facilita esse treinamento é que para muitos funcionários este é o primeiro emprego, assim é mais fácil moldar esse profissional para prestar um bom atendimento e fazer com que o cliente volte a procurar pelos serviços da rede”.
A rede possui, na cidade de Itú, interior de São Paulo, um restaurante-escola onde seus funcionários passam de cinco dias a duas semanas sendo preparados para atuar com o público. “Com esse espaço conseguimos ter profissionais que tratarão os clientes com simpatia, rapidez e estarão sempre atentos às necessidades do consumidor”, enfatiza Marta.
As constantes mudanças de hábito dos consumidores e as novidades que chegam ao mercado a todo momento são sempre a preocupação da rede de restaurantes Per Paolo. Segundo a gerente, Ana Paulo Angelino, “os funcionários devem estar em constante atualização. Em todos os espaços da casa, os profissionais estão aptos para sugerir uma enogastronomia perfeita à clientela”. Para conseguir clientes fiéis, o Per Paolo dispensa em média R$ 300 por funcionário a rede conta atualmente com 150 em sua brigada de serviços e criou apostilas próprias para adaptar seus funcionários ao exigente público paulistano. “As apostilas custam em média R$ 50 e podem mudar com a demanda do mercado”, explica a gerente.
Ainda segundo Ana Paula, a iniciativa faz com que o profissional se sinta valorizado e gera motivação, o que rende um melhor atendimento ao público que frequenta uma das unidades da rede de restaurantes italianos. Quando questionada sobre o retorno do investimento, a gerente afirma: “O retorno é imediato, pois em todos os anos de funcionamento da rede nunca tivemos problemas com o atendimento prestado pelos funcionários”.
Recentemente inaugurado na cidade de Gonçalves, sul de Minas Gerais, o bar e restaurante Janelas com Tramela promoveu um treinamento de dois meses para adequar seus funcionários a um padrão elevado de atendimento.
Segundo Rodrigo Alves, empreendedor do Janelas com Tramela e administrador-geral da Sociedade Gastronômica da Serra da Mantiqueira – grupo de empreendedores que resolveu investir no setor gastronômico e turístico da cidade mineira e que até o segundo semestre pretende inaugurar mais dois empreendimentos na região-, foram investidos de R$ 3 mil a R$ 5 mil em treinamento da sua brigada de serviço. Profissionais de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Campos do Jordão, em particular os especializados em treinamento de garçons e sommeliers, são levados até a cidade para promover essa especialização.
Rodrigo Alves prevê que demore de três a quatro meses para ver o retorno do valor investido na profissionalização de sua equipe. Até o final deste ano os valores empregados na região, segundo o administrador, serão de R$ 1,5 milhão. Uma das maiores preocupações do administrador é acabar com a informalidade na região. “Muitos deles não querem trabalhar com registro em carteira para não perder a aposentadoria rural. Temos batalhado muito para mostrar os benefícios de ser um trabalhador formal naquela região”, explica ele, e completa: “Se nós não fizermos isso, teremos de levar profissionais de São Paulo para atuar em Gonçalves, o que encarece o custo”.
Além do atendimento personalizado, o empreendimento prioriza a higienização do ambiente e os cuidados com a manipulação dos alimentos, o que, segundo Rogério, é uma das mais importantes ferramentas para a fidelização os clientes. A empresa também oferece aos seus funcionários oficinas de treinamento, onde toda a operação da administração de um restaurante será mostrada aos interessados. “Levaremos esses trabalhadores a conhecerem os bastidores do estabelecimento, toda a parte de segurança do trabalho, e até a preparação dos pratos fará parte deste treinamento”, explica Rogério.
Empresas que investem na utilização de perfis em redes sociais como forma de marketing lucram mais, segundo aponta pesquisa feita pelo Altimer Group e Wetpaint com as 100 melhores empresas do mundo, sendo que destas, a que investiram em mídias sociais melhoraram seus resultados em 18%.
Segundo a gestora de marketing da Trevisa Escola de Negócios, Adriana Arroio, há aproximadamente um ano as empresas brasileiras têm ingressado neste novo formato de divulgação de marca, ainda timidamente, mas através dessa redes tentam conquistar clientes através da interação que as redes sociais como Twitter, Orkut, Facebook, LinkedIn e outras oferecem.
Adriana também afirma que o número de clientes pode aumentar em média 20% quando se usa desta nova estratégia como forma de promoção. Segundo a gestora, as vantagens de investir nesta plataforma é baixo custo e o retorno a curto prazo. “Dá para mensurar os resultados entre 30 e 60 dias”, afirma. Porém é necessário ter estrutura para que as empresas saibam lidar com os comentários positivos ou negativos. “Outra vantagem é que a interação permite transformar a imagem. Uma crítica pode rapidamente se tornar um elogio”, completa.
Um dos segmentos que também aposta nas redes sociais é o de bares e restaurantes. Órçado em R$ 2,5 milhões, o recém inaugurado Johnnie Pepper, especializado em carnes acredita no mundo da tecnologia para a propaganda. Entre agência e sistemas especiais, o investimento do espaço é estimado em R$ 200 mil. Celso Stephano, sócio do estabelecimento, afirma que teve um retorno positivo e que pretende recuperar o valor nos próximos dois anos.
O “Foursquare”, foi uma das apostas da rede de restaurantes Spoleto, especializada culinária italiana rápida. Segundo Leandro Maia, gerente de marketing, o investimento foi quase zero, porém o retorno positivo. “Apesar de o retorno ter sido bom, as mídias convencionais dão um resultado melhor, pois nem todos os clientes possuem celulares com tecnologia 3G, essencial no uso do Foursquare”, complementa.
A casa de shows e restaurante de culinária japonesa, Barracuda Sushi Bar, localizado na zona leste de São Paulo, também apostou neste modelo de mídia, e possui um programador para cuidar dos perfis da casa. Além disso possuem uma comunidade no Orkut com mais de dois mil participantes e através disso mandam mensagens diárias aos clientes. Essa prática fez com que o público aumentasse em 30%.
Outro empreendimento que apostou na tecnologia é Bar Bleecker St, que adotou o sistema para a realização de promoções. “É uma forma de fidelização, não somente de chamar novos clientes. Para isso mantenho o público sempre atualizado”, conta Edu Pimenta, sócio proprietário da casa.
Pimenta investiu algumas vezes em mídia impressa e garante que o resultado não foi como o esperado. Segundo o empresário, é gasto um valor muito elevado, e por vezes não recuperado. “O boca-a-boca funciona melhor nesses casos. Não tive o resultado esperado quando investi em publicidade nos meios impressos, por isso não voltarei a fazer. Acredito no potencial das redes sociais_”, completa.
O sócio do Wall Street Bar localizado no Itaim Bibi, em São Paulo, Thomaz Rothmann, afirma que antes da inauguração do estabelecimento, há sete meses, fazia divulgação no Twitter, no Facebook e no Orkut. “Uso essas ferramentas para fazer divulgação dos jogos, às quartas-feiras, as novidades do bar e as promoções”, diz. Ele afirma que nunca fez anúncios da empresa em outras mídias e as redes sociais têm sido uma ótima forma de conquistar clientes. A rede America, que completa 25 anos no mercado, começou com essas ações de marketing online há aproximadamente um ano. Quem cuida dos perfis nessas comunidades é a própria agência de publicidade responsável por promover a rede.
Para a gerente de marketing do America, Mirella Scorza, um dos diferenciais da propaganda na internet é que através disso é possível entrar em contato com todas as pessoas que citaram o restaurante de alguma forma em alguma das redes sociais, seja para fazer críticas positivas ou negativas, ou ainda dar sugestões sobre a rede.
Pesquisa
Segundo pesquisa do TI Inside, o Twitter tem cerca de 10 milhões de usuários e o Facebook, contempla 3,4 milhões de perfis cadastrados. A quantidade de usuários atraiu a atenção das empresas que começaram a investir pelas facilidades, como baixo custo e resultados garantidos independente do público a que se quer atingir.
Segundo explica Adriana Arroio é possível aumentar o número de seguidores em 20%, isso a depender da rede social. “Com isso é possível uma visibilidade maior e aumento significativo na clientela”.
Teve início, na capital paulista, a 26ª edição da Fispal Food Service, que integra a Semana Internacional da Alimentação, realizada pela Brazil Trade Shows (BTS).
“A área da feira cresceu 30%, e queremos que esse índice seja refletido também no aumento do número de visitantes. Devemos receber entre 55 e 65 mil nesse ano”, declara Simone Martinho, gerente comercial da empresa organizadora do evento.
“Hoje concorremos com a NRA de Chicago e já estamos consolidados como a maior feira do setor na América Latina”, declara Marco A. Mastrandonakis, presidente da BTS.
Amanhã (8) acontece o lançamento oficial da Fispal Hotel, que será realizada no Rio de Janeiro entre 17 e 19 de agosto. “hoteleiro é um visitante fiel da Fispal. Entramos pela cozinha dos hotéis há 26 anos e já não era sem tempo a união com ABIH e Conotel”, comenta Mastrandonakis, que também pontuou que a feira ocorreu na Bahia ano passado.
O setor
Uma pesquisa realizada pelo grupo GKF mostra que 51% da população brasileira faz refeições fora do lar, o que aumentou o gasto com esse tipo de alimentação em 58%. “Neste ano o crescimento deve ser de 19%. A alimentação fora do lar será maior que o varejo nos próximos dez anos”, aponta o presidente da BTS.
Ainda segundo o executivo, um desafio a ser vencido é a logística. “Registrados são mais de 1,5 milhão de estabelecimentos de alimentação fora do lar. O problema da distribuição ainda é grande”, finaliza Mastrandonakis.
Porto Alegre ganhará um mais uma edição do guia de bares e restaurantes e um roteiro turístico noturno. O Guia Abrasel de Bares e Restaurantes de Porto Alegre – Edição 2010 e o roteiro POA by Night, idealizado pela Doctor Travel – Viagens e Turismo, em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR), serão lançados em coquetel no Clube Caixeiros Viajantes, nesta segunda-feira, dia 07 de junho.
O guia salientará os pontos turísticos e culturais de Porto Alegre, valorizando a gastronomia da cidade. O material será distribuído em mais de 90 pontos da Capital, entre eles restaurantes, unidades do Serviço de Atenção ao Turista (SAT) da SMTUR, no Porto Alegre Convention & Visitors Bureau, hotéis e táxis.
Estabelecimentos de Belo Horizonte apostam em casas cheias no dia 12 de junho e investem em promoções e serviços diferenciados para atrair clientes
Namorados, casados e até amantes, todos comemoram o dia 12 de junho de alguma forma. Percebendo esse costume, o setor gastronômico aposta em produtos para agradar os apaixonados. A comemoração do Dia dos Namorados movimenta a economia e gera lucro. Dois setores, em especial, são beneficiados nesta data: o comércio varejista, que vende grande número de presentes e o setor de alimentação fora do lar, que oferece agradáveis almoços, jantares e também o serviço de delivery.
Dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel MG) indicam que o Dia dos Namorados representa aumento de 100% no número de clientes se comparado a um dia normal. “A ocasião é uma das mais comemoradas em espaços gastronômicos. É muito comum casais festejarem o dia dedicado a eles em restaurantes. E isso aquece a economia do setor”, comenta o presidente da Abrasel MG, Paulo Nonaka.
O presidente ressalta que este ano a expectativa é ainda maior, já que a comemoração acontecerá em um sábado, dia da semana que aumenta a disponibilidade das pessoas para celebrarem até mais tarde. “Por isso, quem decidir comemorar fora de casa não pode deixar de fazer reservas com bastante antecedência, para não correr o risco de ficar sem lugar”, diz. Cardápios diferenciados e promoções são algumas das atrações oferecidas pelos restaurantes para receber os casais.
No Villa Rizza, o gerente Roberto Noronha Neto explica que o 12 de junho é importante para o restaurante. ”_ Assim como no ano passado, apostamos em casa cheia. Estimamos receber mais clientes do que em um dia normal. A expectativa é de aumento de 60% no movimento_”. O Villa Rizza terá show de MPB, Pop e Bossa nova, com o cantor mineiro Amauri Kârmon (couver R$20). Os casais que forem ao restaurante ainda ganharão uma linda rosa. Como sugestão de prato, salmão salteado (R$ 23,90) e espumante Miolo brut rose (R$ 65).
O Restaurante Maria das Tranças preparou um ambiente romântico com rosas e decoração à luz de velas ao som de saxofone.
O Ouro Minas Palace Hotel oferecerá um jantar com cardápio especial e música ao vivo + boate open bar com petiscos e DJ + hospedagem com café da manhã e late check-out até as 18h com preços promocionais para os casais apaixonados.
A Marília Pizzeria preparou um menu especial para a comemoração. De entrada, Scalinata do Sol , rolinho da própria massa de pizza recheado de mussarela, carne de sol desfiada, catupiry, pimentas e raspas de limão. A sugestão de prato principal é a pizza Fonduta (com pomodori pelati, mussarela, fondue de queijo, presunto de parma e orégano) ou a Marília (com pomodoro pelati, mussarela, radicchio, rúcula, linguiça picante, gorgonzola, parmesão e orégano). Ambas têm seis fatias. Para beber, espumante Chandon Brut e, de sobremesa, pera ao vinho.
Como cortesia, a Marília oferece de presente, para o homem, uma Baby Chandon e, para a mulher, um perfume Kenzo Xml. Essa promoção é válida somente para os casais que adquirirem o pacote completo e chegarem à pizzaria até às 20h do dia 12 de junho (sábado). As reservas são limitadas e podem ser feitas até 4 de junho (sexta-feira). O valor é R$ 150. O Dia dos Namorados na Marília Pizzeria terá também música ambiente e um DJ com ritmos que vão embalar os enamorados.
Segmento de bares e restaurantes, em Manaus, não vai conseguir formar todos os funcionários até a Copa do Mundo de 2014.
O segmento de bares e restaurantes, em Manaus, deverá chegar à Copa do Mundo de Futebol de 2014 apresentando um déficit de mão de obra de aproximadamente mil profissionais qualificados. A previsão é do presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, seccional Amazonas (Abrasel-AM), José Félix de Aquino.
Aquino calcula que a carência poderia ser maior se não fossem as ações de entidades e órgãos governamentais, no sentido de capacitar trabalhadores para atuar no setor.
Aquino destaca que somente para atender ao período da Copa, este ano, foram formados e empregados cerca de 400 profissionais, mas, ainda, assim, há um déficit de 300 profissionais para atender a demanda. “Teríamos que contratar, nesse período de Copa, em torno de 700, mas contratamos 400, o que é um déficit bem grande”, avalia, esclarecendo que o mercado cresceu 8% até o momento, em 2010.
O diretor executivo da Abrasel-AM, Jerson Queiroz, observa que alguns aspectos são primordiais na capacitação de um trabalhador do segmento de bares e restaurantes. Para ele, as posturas ética e corporal são alguns desses fatores a serem levados em consideração por quem quer atuar no setor, além da conclusão do Ensino Médio, saber um mínimo de inglês e informática.
Jerson lembra que o mercado é grande e promissor para quem quer crescer nele. A Abrasel contabiliza 240 bares e restaurantes afiliados em Manaus. Ao todo, a cidade conta com 4,5 mil estabelecimentos.
Dados da Abrasel-AM indicam que o salário médio de um garçom está em torno de R$ 700, que com o incremento dos 10% nas contas dos clientes chega até a R$ 3 mil.
Cursos de idiomas em Manaus já se programam para atender a demanda de pessoas interessadas em aprender inglês para colocar em prática na Copa do Mundo de 2014. “A procura está grande, e em agosto estamos iniciando dezoito novas turmas”, diz o gerente do CCAA da Praça 14, no Centro de Manaus, Luiz Henrique dos Santos Sul. Segundo ele, a meta da unidade é formar mil alunos até o ano do maior evento de futebol do planeta.
A coordenadora pedagógica do Wizard, Gláucia de Almeida Campos, anuncia a abertura de outras três salas para suprir a procura dos alunos. Ela informa que uma das opções ofertadas pelo curso para quem quer ter uma formação mais rápida é a conversação imediata, realizada em dois anos. Uma inovação, conforme Gláucia, são as 200 bolsas destinadas para alunos da rede pública de ensino. “É um programa de inclusão para alunos que estarão na idade de trabalhar em 2014”, observa.
O diretor-geral das unidades do Yázigi em Manaus, Herison Nogueira Gomes Filho, prevê que a procura maior só deverá acontecer mesmo no próximo ano. Ele orienta as pessoas a terem cautela na hora de escolher a escola ideal para aprender um idioma. “Não adianta fazer módulos pequenos e engessados, que não vão dar sustentação na hora de dialogar com o turista”, adverte.
Foi lançada a programação oficial do Ano da Gastronomia, que vai proporcionar para a cidade do Recife um calendário de 365 dias de eventos gastronômicos.
Promovido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Turismo, em parceria com o trade turístico, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes Seccional Pernambuco (Abrasel-PE) e Fundação Gilberto Freyre, os principais objetivos da ação é a valorização turística e o aquecimento da economia do turismo no Estado.
Com o apoio do Governo do Estado, o projeto reúne um calendário de festivais gastronômicos, arenas gastronômicas, workshops, palestras entre outros eventos, oferecendo aos recifenses a oportunidade de experimentar a diversidade da culinária da região e o intercâmbio cultural com a vinda de chefs de outros Estados.
O presidente da Abrasel-PE, Núncio Natrielli, mostrou satisfação com o projeto. “Estamos muito orgulhosos da parceria, que promove ênfase ao turismo e gastronomia em Pernambuco”, acrescenta. O ano da gastronomia vai consolidar um segmento no qual o Recife é destaque nacional, elevando o nível de satisfação do recifense e do turista, com novas oportunidades de qualificação profissional, geração de fluxos e movimentação turística.
A ideia do Ano da Gastronomia é fortalecer a cidade como prestadora de serviços no setor gastronômico, aquecendo o setor do turismo por meio deste que é um dos maiores potenciais de Pernambuco, como ressaltou Samuel Oliveira. “Este evento serve para comemorar o reconhecimento nacional por nossa gastronomia. Somos um dos polos gastronômicos mais importantes do Nordeste e esperamos que após essa programação a cidade saia ainda mais fortalecida no setor”, disse.
O Ano da Gastronomia vai apoiar, durante o ano, diversos festivais gastronômicos, como Comedoria de Mercado, Brasil Sabor, Pernambuco Restaurant Week, Roda de Boteco. O calendário também conta com o apoio de universidades e unidades que promovem cursos de Turismo, Gastronomia e Hotelaria, com a organização de palestras, seminários e um congresso.
Consumo: clientes Sorocred poderão fazer transações em máquinas da Redecard
Bandeira pretende expandir base de clientes por meio da parceria com Sorocred, que possui 3,5 milhões de cartões em todo o país
A partir do próximo semestre, a Redecard amplia sua atuação com a Sorocred e passa a capturar os cartões de crédito da bandeira. A iniciativa é um novo passo na parceria entre as empresas, iniciada em 2008, quando as maquininhas de ambas começaram a aceitar os cartões de benefícios (refeição, combustível e alimentação) da Sorocred Vale.
Atualmente, a bandeira Sorocred possui mais de 3,5 milhões de cartões de crédito emitidos em todo o Brasil e, a parceria com a Redecard gerará ainda mais valor às maquininhas, aos lojistas e portadores de cartões. “Agora podemos oferecer aos portadores do nosso cartão mais opções de compra”, afirmou Nilton Ferreira da Silva, presidente da Sorocred, por meio de um anúncio oficial à imprensa.
Durante o primeiro trimestre de 2010, o volume financeiro transacionado com os cartões de benefícios da Sorocred Vale via maquininhas da Redecard cresceu 89% em comparação ao mesmo período do ano passado.
Pesquisa mostra que maioria no comércio, bares e restaurantes está otimista com o incremento nos negócios durante o mundial
ACopa do Mundo 2010 é motivo de otimismo para a maior parte do comércio e dos empreendimentos gastronômicos, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE). Um percentual de 64,99% dos estabelecimentos acredita que o mundial trará lucros, enquanto 27,17% das empresas julgam que não serão afetadas pelo evento. Menos de 8% expressam que sofrerão efeitos negativos devido ao campeonato. Para atrair o consumo, 19,40% dos empresários pretendem ampliar o horário de funcionamento e 38,79% vão contratar mais pessoal para atender ao aumento de demanda. Os bares e o comércio tradicional serão os mais beneficiados pela Copa.
“A gente queria saber a expectativa do comércio em relação à Copa e os efeitos esperados pelo varejo”, explica Luiz Kehrle, economista e consultor da Fecomércio-PE. Para a pesquisa foram ouvidos 357 empresários do ramo de vestuário, calçados, acessórios, eletroeletrônicos, livrarias e papelarias, além de 130 donos de bares e restaurantes.
Os proprietários dos bares são os mais otimistas. Os dados da análise conjuntural apontam que 72,5 % esperam bons resultados nos negócios com o início do campeonato mundial. Já 24% acham que não serão afetados pelo evento e apenas 3,5% acreditam que a Copa do Mundo 2010 será negativo para os lucros. Nos restaurantes, a expectativa positiva atingiu 68,06% dos empresários e a negativa, 13,89%.
Já os lojistas do comércio tradicional devem lucrar mais com a Copa que os de shopping. O percentual que acredita em uma influência positiva nas vendas é de 70,86% contra 44,74%, nos shoppings. “O comércio de rua está explorando mais a venda de itens com foco na Copa, como camisetas e bandeiras”, aponta Kehrle. Por esta razão, nos centros de compra, 46,05% dos lojistas acham que as vendas não sofrerão impacto algum por causa do torneio mundial. No segmento tradicional, esse percentual é de apenas 23,18%. Ainda segundo o levantamento, das 232 empresas que esperam por resultados positivos da Copa do Mundo de 94% acreditam que asvendas irão aumentar.
Quase 39% das empresas devem criar novas vagas. Esse percentual é maior nos bares (45,24%) e restaurantes (48,98%). A ampliação do horário está nos planos de 32,65% dos restaurantes e de 26,19% dos bares. A média de todo o varejo é de 19,40%. “Também são os bares e restaurantes os que mais vão investir em equipamentos novos por causa da Copa. Isso foi identificado em 32,65% dos restaurantes e em 21,43% dos bares. Para se ter ideia, apenas 8,82% dos lojistas de shopping e 11,21% do comércio tradicional pretendem fazer isso. Por causa do aumento da demanda, bares e restaurantes vão precisar comprar novas cadeiras, mesas e copos”, detalha Kehrle.
A Fundação Municipal de Meio Ambiente de Criciúma instensifica a partir de segunda-feira, a fiscalização em bares, boates, restaurantes, lanchonetes e similares, para saber se a Lei Antifumo está sendo respeitada.
“Temos muitos pontos na cidade e, desde que a lei passou a vigorar, estamos fiscalizando. Não deu para ir a todos os estabelecimentos, por isso, a ação ainda é de notificação”, disse o fiscal Valmir Gomes.
A multa varia de R$ 500 a R$ 12 mil. “Vamos trabalhar mais 30 dias com as notificações, mas depois os locais serão multados”, acrescentou o profissional.
De acordo a lei, é proibido o consumo de cigarros, cigarilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, e cria ambientes de uso coletivo livres de produtos fumígenos. Com isso, a medida também proíbe o consumo de cigarro no terminal central, galeria do terminal, terminal da Próspera, do Pinheirinho e rodoviária. Nesses locais há placas indicativas de proibido fumar. A ASTC (Autarquia de Segurança, Trânsito e Transporte de Criciúma) pede a colaboração dos usuários e da população para que seja cumprida a lei municipal nos terminais e rodoviária.
Grandes chefs nacionais e internacionais vão participar do evento, que terá uma rica programação técnica, mostra de gastronomia e uma feira de negócios.
Grandes chefs nacionais e internacionais vão participar do Encontro Abrasel Foz do Iguaçu, entre os dias 15 e 17 de junho. O evento fará parte da programação paralela do Festival de Turismo das Cataratas do Iguaçu. Além da mostra de gastronomia, o encontro apresenta uma rica programação técnica e reunirá integrantes de todo o país da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).
Segundo Paulo Ricardo Souza Santos, presidente da Abrasel Regional de Foz do Iguaçu, a expectativa é reunir em torno de 500 pessoas. “O encontro tem por finalidade melhorar o ambiente de negócios e profissionalizar as empresas do setor de bares, restaurantes e afins, que vem crescendo muito no Brasil e tem tudo a ver com a atividade turística”, afirma.
A programação está distribuída por diversos espaços. A Arena Gastronômica terá demonstração de receitas, ingredientes e técnicas de preparo de alimentos, por chefs renomados. Já o Bar em Bar é uma área de confraternização, com degustação de comidas e bebidas. A Vinícola Show é outra área de degustação, só que voltada aos vinhos. O Espaço Abrasel é destinado ao relacionamento e rodadas de negócios para empresários do setor. A infra-estrutura conta ainda com salas para workshops e palestras.
Na realização do evento, a Abrasel conta com o apoio da Itaipu Binacional, Ministério do Turismo, Sebrae, secretarias estadual e municipal do Turismo, ICVB, Sindhotéis e Comtur.
Os dados do setor de food service no país têm crescido num ritmo acelerado nos últimos anos e, em 2010, a previsão é de comemorações. De acordo com Enzo Donna, diretor da ECD Consultoria, especializada na área, nos últimos cinco anos o setor vem crescendo exponencialmente e este ano deve registrar avanço de até 15%. Diariamente, 60 milhões de brasileiros realizam suas refeições fora de casa, ou seja, em torno de 32% da população do país, num montante anual de 22 bilhões de transações comerciais e faturamento em torno de R$ 420 milhões por dia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o diretor executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Alberto Lira, só no ano passado, as redes independentes do food service apresentaram crescimento de 9,7%, enquanto as franquias cresceram 8,5%. “Em 2010 a expectativa é de que, com a retomada do setor no pós-crise, todos os segmentos de alimentação fora do lar apresentem expressivo crescimento”. O clima de confiança dos investidores do setor foi de 94,4% no mesmo período de 2009, com expectativas de aumentar em até dois pontos percentuais neste ano, segundo pesquisa feita pela ECD.
Os restaurantes independentes foram os que mostraram mais interesse em investir no setor. Atenta a essa onda de crescimento do setor, a empresa Compass Group se consolida como líder mundial em serviços de alimentação em mais de 50 países e já cresceu 3% este ano. Anualmente, com 386 mil colaborares serve quatro bilhões de refeições em 40 mil unidades operacionais no mundo, o que gera um faturamento de R$ 13,4 bilhões de libras anuais. De seu market share, 16% são da marca GRSA; 9% entre Sapore e Puras e 8% para Sodexo. A GRSA, empresa de alimentação com o maior número de unidades franqueadas no Brasil, faturou entre 2008 e 2009 o montante de R$ 1,5 bilhão, servindo um milhão de refeições diariamente em cerca de 1.800 unidades, o que dá um consumo mensal de 32,5 mil toneladas de alimentos. O crescimento comercial no último ano fiscal, do período entre outubro de 2009 a março deste ano, resultou em 173 novos contratos para o grupo.
Também de olho no mercado, a International Meal Company (IMC), administradora da rede de restaurantes Viena, anunciou o investimento de R$ 20 milhões na expansão da marca, e a ideia é abrir oito unidades do restaurante até dezembro, das quais duas já foram inauguradas, em São Paulo e Porto Alegre, e as seis outras estão previstas para São Paulo e Brasília, que receberá a primeira unidade da marca no início do segundo semestre. A rede Viena, que completa 35 anos, iniciou há três anos uma expansão fora dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Nesse período, foram inaugurados 21 restaurantes, com investimento de aproximadamente R$ 24 milhões. Hoje, a marca tem 96 unidades e emprega quase três mil funcionários. Aproveitando o embalo da Copa do Mundo, a rede lançou a campanha “Torcida que faz bem”, como estratégia de marketing para aumentar sua receita.
Com apenas três anos de atuação no segmento, a rede Seletti inicia neste ano a expansão via franchising e a previsão é finalizar o ano com 20 lojas próprias e franqueadas, com faturamento calculado em R$ 10 milhões. No último ano, a rede registrou crescimento de 40% em comparação com 2008, baseada no faturamento das lojas comparáveis, mesmo com a crise econômica mundial; a empresa estima um aumento de 100% em 2010 e promete dobrar o número de unidades este ano por conta da expansão da rede a outros estados.
De acordo com Luís Felipe Campos, proprietário do Seletti, o objetivo é levar a marca a regiões como o interior do Estado de São Paulo, centro-oeste, norte e nordeste do Brasil, além, claro, de ampliar ainda mais a atuação no sul e no sudeste. “Por meio de parcerias com fornecedores também ganhamos força nos shoppings, e com o fundo de marketing investimos no fortalecimento da marca”, afirma.
De acordo com o último levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), estima-se que o setor fature R$ 154 bilhões por ano dos mais de dois milhões de estabelecimentos, gerando emprego para aproximadamente seis milhões de brasileiros. Segundo Donna, da ECD, em 2009 o setor gastou em torno de R$ 65,2 bilhões com a indústria de alimentos, entre matérias-primas e insumos. Um dos principais fatores desse crescimento, segundo ele, é que 44% da população economicamente ativa é de mulheres que trabalham fora de sua residência, além do próprio crescimento dos grandes centros, o que faz com que as pessoas trabalhem cada vez mais longe de sua casa. “É um potencial de consumo muito grande, e não só o varejo deve ficar de olho nas oportunidades, mas principalmente a indústria, pois 35% dos gastos de um restaurante correspondem à matéria-prima”.
O setor de refeições fora de casa, ou food service, continua crescendo a ritmo acelerado em 2010 e a previsão é de avanço de 15% ante 2009, segundo Enzo Donna, diretor da ECD Consultoria, especializada na área. Segundo o diretor executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Alberto Lira, no ano passado as redes independentes do food service apresentaram crescimento de 9,7%, enquanto as franquias cresceram 8,5%. “Para 2010, a expectativa é de que, com a retomada do setor no pós-crise, todos os segmentos de alimentação fora do lar apresentem expressivo crescimento”.
Com apenas três anos de atuação no segmento, a rede Seletti inicia este ano a expansão via sistema de franchising e a previsão é finalizar o ano com 20 lojas, entre próprias e franqueadas, com faturamento projetado na ordem de R$ 10 milhões. Segundo Luís Felipe Campos, proprietário do Seletti, o objetivo é levar a marca a regiões como interior do Estado de São Paulo, centro-oeste, norte e nordeste do Brasil.
Também de olho no mercado, a International Meal Company (IMC), administradora da rede de restaurantes Viena, anunciou o aporte de R$ 20 milhões na expansão da marca: a ideia é abrir oito unidades do restaurante.
Leis semelhantes já existem em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Paraíba
Apesar de já existirem leis federais e estaduais, tramita na Câmara Municipal de Porto Alegre um projeto dos vereadores Beto Moesch e Doutor Raul que sugere o fim dos fumódromos em bares, restaurantes e ainda determina multa e até cassação de alvará dos estabelecimentos que não respeitarem a norma.
A proposta que divide opiniões dos vereadores é duramente criticada pela Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS). “Isso é uma afronta à constituição. Eles estão mexendo no meu jeito de empreender. Se nós partirmos do princípio de que o cigarro é um produto lícito, não tem porque proibir as pessoas de usar”, afirma o presidente da FNHRBS, Norton Lenhart.
O presidente concorda que fumantes e não fumantes devem ser separados em diferentes ambientes. Sobre o risco de garçons fumarem por tabela, o presidente questiona que existem outras profissões de risco. O projeto ainda tramita entre as comissões e veio à tona nesta segunda-feira no dia mundial de combate ao tabagismo que motivou um debate na câmara da Capital.
Donos de bares e restaurantes abrirão em horário especial para receber torcedores em dia de jogo da seleção brasileira
Com a proximidade da Copa do Mundo os brasileiros se unem em torno de um mesmo pensamento: torcer pelo Brasil. E, a espera deste público, bares e restaurantes já se preparam para recebê-los em dias de jogos da seleção brasileira. De acordo com estimativas da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), devem ser investidos R$ 300 milhões em todo o país, o que representa um acréscimo de 10% em relação à Copa de 2006 e 30% se comparado ao mesmo período do ano passado.
No dia 11 de maio a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) realizou pesquisa com 1.091 pessoas em São Paulo, na qual constatou que 73% dos torcedores vão assistir os jogos em casa e 9% em bares e restaurantes. Dados da pesquisa revelam ainda que 1% irá acompanhar os jogos em telões públicos, 6% responderam que não irão assistir, 3% não vão assistir porque estarão trabalhando e 8% disseram que vão assistir no trabalho.
O proprietário de uma choperia, Vitor Luis Cândido de Sousa, abrirá as portas de seu estabelecimento para receber os torcedores, porém, ele acredita que os horários dos jogos podem atrapalhar o movimento. “Não há expectativa de muito movimento porque devido aos horários, as pessoas devem sair do trabalho e ir para casa ou assistir na empresa onde trabalham”, avalia. Mesmo considerando que o horário não é um aliado nesta Copa do Mundo, Sousa, que já possui uma televisão de 42 polegadas no estabelecimento, diz que pretende instalar mais duas no local. Ainda não há nada definido, mas ele também está estudando se irá oferecer promoções para os clientes.
Rafael Panzica, sócio de um restaurante, também acredita que o horário dos jogos poderá atrapalhar o movimento. Mas, apesar disso, irá abrir seu estabelecimento especialmente em horário diferenciado para receber os torcedores. “Vamos abrir, em dias que o jogo do Brasil for às 15h30, a partir das 15 horas”, pontua.
O empresário observa que instalou uma televisão maior, de LCD e 42 polegadas para os clientes assistirem aos jogos. Além disso, houve preparação do som no estabelecimento para que todos escutem o jogo, independentemente de onde estiverem sentados. Há ainda decoração do restaurante para entrar no clima da Copa com bandeiras do Brasil, pratos com bandeirinhas e toalhas do Brasil para decorar os pilares. “Vamos abrir para ver o que vai acontecer. Vamos torcer para que os consumidores entrem no clima e venham assistir os jogos e torcer pelo Brasil conosco”, salienta.
O casal Paulo Roberto Costa Leonardo e Maria Graziela Mazziotti Soares Leonardo, está correndo contra o tempo para tentar abrir sua choperia antes do início da Copa. Eles estão com a obra a todo vapor na região central da cidade e a previsão é que a inauguração seja no dia 10 de junho ou no dia 17, o que depende do término da obra. Eles explicam que haverá uma TV de 50 polegadas e duas de 42 para que os clientes possam assistir aos jogos. O grande atrativo deve ser a promoção que eles pretendem oferecer: em dia de jogo do Brasil a cada chopp que o cliente pedir ganha outro. “Nossa expectativa é lotar o estabelecimento porque irá combinar a inauguração com a Copa do Mundo”, diz Maria Graziela. O casal explica ainda que o bar terá como decoração o tema esportivo com réplica da taça do mundo, camisas da seleção brasileira em quadro e adesivos nas paredes de vários esportes, o que com certeza irá ajudar os torcedores entrarem no clima da Copa do Mundo.
Fim da exclusividade a partir de julho pode não significar aumento da concorrência, teme setor varejista
Com a proximidade do fim da exclusividade entre operadoras e credenciadoras de cartão de crédito, as empresas do setor estão apresentando a comerciantes propostas de fidelização para a escolha de uma ou outra credenciadora. Com isso, o setor varejista teme que a concorrência pra valer entre as companhias seja adiada para daqui a um ou dois anos.
“É algo semelhante ao que ocorreu na telefonia celular”, comparou o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior, depois de apresentar o problema ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e ao diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), Ricardo Morishita.
A partir de 1º de julho, os lojistas poderão ter uma só maquininha (Point Of Sale ou POS, em inglês) para passar cartões de diversas bandeiras. Até então, a VisaNet, por exemplo, só passava os cartões da Visa, enquanto a Redecard, da Mastercard. Isso implica em custos redobrados para os lojistas não só com o uso de linhas, mas também com o aluguel dos aparelhos. A mudança, a partir de julho, que parece ser benéfica para o comerciante, não é tão simples assim, de acordo com o presidente da CNDL.
Segundo ele, as empresas do setor já começaram a se movimentar e a apresentar benefícios para o lojista que optar pelo seu equipamento. Enquanto os benefícios seriam reduções na taxa de desconto paga pelo varejista ou prazo de recebimento, por exemplo, a contrapartida é manter-se ligado à empresa por um ou dois anos, dependendo do contrato. “Isso inibe a concorrência a médio prazo”, considerou Pellizzaro.
Os comerciantes têm pressa. E foram até o Ministério da Justiça pressionar o governo a formalizar o mais rápido possível a regulamentação do setor. As empresas de cartão de crédito preparam um estatuto da área para entrar em vigor junto com o fim da exclusividade. O temor, no entanto, é a de que a situação de ingerência do setor só aumente. Pellizzaro deu como exemplo o que aconteceu na véspera do Natal do ano passado. Uma credenciadora ficou sem sistema de operação e as vendas despencaram na data que é considerada a melhor do ano. “Viemos explicar aqui no Ministério que aconteceu isso e não tínhamos uma porta para bater, para reclamar”, disse à Agência Estado.
O governo já prometeu que o Banco Central ficará a cargo de regular as tarifas de cartões, como já ocorre com as bancárias. Para isso, no entanto, será preciso que o Conselho Monetário Nacional (CMN) altere uma resolução da autoridade monetária. A expectativa é a de que a mudança seja feita no final do próximo mês. Além disso, o governo promete que construirá uma regulamentação para o setor – mas isso ficará para um segundo passo. Para o presidente da CNDL, essas medidas precisam ser efetivadas com urgência. Segundo ele, o BC é o órgão mais adequado para atuar como regulador do setor.
O ministro e o diretor do DPDC ouviram as propostas dos comerciantes e prometeram analisar as propostas tecnicamente. “Há abusos e excessos e queremos banir práticas abusivas”, disse Morishita. De acordo com ele, que diz aguardar a decisão do BC sobre a regulamentação das tarifas, é preciso trabalhar com transparência e democracia. “É preciso haver uma regulamentação externa para que o CMN possa interferir em toda a cadeia, e não só em relação às tarifas”, afirmou o diretor.
Pellizzaro ressaltou também que a falta de normas claras do setor inibe a chegada de novas empresas concorrentes, o que seria a melhor saída, em sua opinião, para que a área de cartões fosse atraente para todos os agentes envolvidos – bandeiras, credenciadoras, lojistas e consumidores. “Não adianta colocar o cabrito para tomar conta da horta”, brincou o presidente da CNDL em relação à proposta de autorregulação do setor.
A cachaça Brasil Sabor leva o nome e a marca do maior Festival Gastronômico do Planeta, realizado anualmente pela Abrasel – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Ela foi lançada ontem na 13ª Edição da Expocachaça – Feira e Festival Internacional da Cachaça, na 6ª Superagro-Minas, que está sendo realizada desde o dia 28 de maio e termina hoje, dia 01 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
O PROJETO
A cachaça é fruto de um projeto desenvolvido pelo Consórcio formado pela Cachaças do Brasil, CERLEV – Inovação em Fermentação e CACHAÇABOA – Cooperativa de Produtores de Cachaça de Alambique de Araçuaí e Região, especialmente para a Abrasel e para distribuição nos mercados nacional e internacional.
A Cachaças do Brasil e a Brasil Farms Comercial Ltda são responsáveis pelo seu marketing e distribuição no mercado, por meio de seus parceiros e a CERLEV cuida da padronização e qualidade do produto, introduzindo leveduras selecionadas que atribuem à cachaça excelentes componentes de sabor e aroma, dando à cachaça atributos especiais que fazem dela um produto único no mercado.
O produto tem 42 graus de graduação etílica, além de aroma e paladar conseguidos por um processo totalmente controlado e certificado, que vai do plantio da cana até o engarrafamento. “É uma cachaça diferenciada, feita com leveduras selecionadas que imprimem à bebida características especiais e marcantes de aroma e sabor, distinguindo-a das demais bebidas, principalmente das cachaças industriais”, garante o presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior.
A cachaça Brasil Sabor, produzida de forma artesanal desde o início de 2010 pela Cooperativa de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, no Norte de Minas Gerais, é uma das apostas do setor de cachaça brasileiro para ajudar a difundir ainda mais a bebida no país e contribuir para que o produto aumente sua presença no mercado internacional. “Nós licenciamos essa marca, genuinamente brasileira. A marca será trabalhada em nível nacional e espero que ela seja um bom canal de divulgação”, salienta Solmucci.
Diferentemente da cachaça industrial, de destilação contínua, o produto artesanal ou de alambique passa por três fases. Na primeira, chamada “cabeça”, o teor alcoólico é de 60 a 70 graus G.L. A segunda etapa, denominada “coração”, é a bebida comercializada. O produto é rico em aroma e sabor e a graduação varia entre 38 e 48 G. L. Já a terceira é chamada “rabo” ou “água fraca”, produto indesejável ao consumo humana.
Para quem é apreciador e colecionador, distribuidor e responsável por pontos de venda de bebida, a Expocachaça é uma excelente oportunidade para conhecer a Cachaça Brasil Sabor.
Em apenas três meses, a Devassa Bem Loura conseguiu conquistar mercados antes inimagináveis para o grupo Schincariol, segunda maior cervejaria do país, informa Mariana Barbosa, em reportagem na Folha desta segunda-feira.
Com marcas que na região Sudeste se destacam pelo preço (Nova Schin e Cintra), o grupo nunca havia conseguido penetrar em restaurantes chiques como Rubaiyat ou bares famosos da Vila Madalena ou da zona sul carioca, muito menos ocupar espaços nobres nas gôndolas dos supermercados.
“Estamos quebrando barreiras”, afirma o presidente Adriano Schincariol. “Conseguimos obter reconhecimento e nos posicionar com preço comparável ao de marcas centenárias”.
Desde que Paris Hilton apareceu na janela indiscreta de um apartamento segurando uma lata de Devassa, polêmica campanha que foi ao ar no Carnaval, a marca conseguiu se colocar em 15 mil bares e restaurantes no eixo Rio-São Paulo -20% do total do mercado.
Bares e restaurantes respondem por 65% das vendas totais no Sudeste. Nos supermercados, responsáveis por 35% das vendas, a marca obteve penetração de 95%.
Com apenas 1% da produção exportada, setor prepara campanha para divulgar a bebida e alavancar as vendas
O setor brasileiro de cachaça artesanal prepara uma campanha nacional de divulgação do produto, no mercado interno, nos próximos quatro anos, já de olho na Copa do Mundo de 2014, que deverá atrair ao Brasil cerca de 500 mil turistas durante um mês de evento. Para alavancar a ação, está sendo discutida uma parceria entre produtores da bebida e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).
A ideia, que deverá ser amadurecida durante a 13ª edição da Expocachaça – o evento prossegue até a próxima terça-feira, no Expominas, em Belo Horizonte -, é inicialmente dar mais visibilidade à cachaça internamente para, depois, divulgar o produto aos estrangeiros que acompanharão o mundial de futebol no país, o que poderia ajudar a incrementar as exportações da bebida, ainda tímidas. Da produção de cachaça artesanal e industrial brasileira, estimada em 1,4 bilhão de litros, apenas 1% é vendida hoje para fora do país.
A discussão sobre o incremento das exportações da cachaça artesanal é antiga, mas ainda não saiu do papel. De acordo com o diretor de marketing da Expocachaça, José Lúcio Mendes, que está a frente das discussões com a Abrasel, ainda não existe no país um projeto concreto para estimular as vendas externas, mas apenas ações pontuais, como por exemplo a criação de roteiros de visitação, inclusive de turistas, até algumas destilarias.
Segundo Mendes, a proposta, já em início de discussão com a Abrasel, é fazer com que a rede de restaurantes associada à entidade – cerca de 5 mil – coloque em seus cardápios marcas de cachaças certificadas, assim como já acontece com o vinho. “Até a Copa do Mundo no Brasil, teremos tempo suficiente para treinar garçons a falarem sobre cachaça e investir nesse trabalho”, opina o diretor de marketing da Expocachaça.
O turista, segundo ele, precisa ser recebido, em bares e restaurantes, com drinks à base da bebida. A cachaça deve ser servida gratuitamente, como forma de dar “boas-vindas” aos estrangeiros, para que ele conheça e se interesse pela bebida. “Quem gostar poderá se transformar em multiplicador da bebida em seu país. Esse é o ponto de partida para abrir o mercado internacional”, comenta.
Conforme o presidente executivo da Abrasel nacional, Paulo Solmucci Júnior, o Brasil Sabor, festival de gastronomia realizado pela entidade há cinco anos e que, em 2010, foi realizado simultaneamente em 312 municípios, ajudará a divulgar marcas brasileiras de cachaça.
A marca de cachaça Brasil Sabor, produzida de forma artesanal desde o início de 2010 pela Cooperativa de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, no Norte de Minas Gerais, é uma das apostas do setor de cachaça brasileiro para ajudar a difundir ainda mais a bebida no país e contribuir para que o produto aumente sua presença no mercado internacional. “Nós licenciamos essa marca, genuinamente brasileira. A marca será trabalhada em nível nacional e espero que ela seja um bom canal de divulgação”, salienta Solmucci.
Diferentemente da cachaça industrial, de destilação contínua, o produto artesanal ou de alambique passa por três fases. Na primeira, chamada “cabeça”, o teor alcoólico é de 60 a 70 graus G.L. A segunda etapa, denominada “coração”, é a bebida comercializada. O produto é rico em aroma e sabor e a graduação varia entre 38 e 48 G. L. Já a terceira é chamada “rabo” ou “água fraca”, produto indesejável ao consumo humana.
A exportação de cachaça artesanal não é novidade para o produtor da Cachaça Prazer de Minas, Euler Chaves, de Esmeraldas, na Grande BH. Para aumentar o volume de produção, dos atuais 50 mil litros/ano para 70 mil litros/ano, ele ampliou recentemente de 12 para 18 hectares a área plantada de cana-de-açúcar, projeto que demandou investimentos de R$ 100 mil.
Do volume produzido, 70% se destina ao mercado interno e os demais 30% às exportações. Inicialmente, as vendas externas, iniciadas há cerca de quatro anos, eram destinadas aos mercados espanhol e português. Ao todo, anualmente, seguiram entre cinco e oito mil litros de cachaça.
Na semana que passou, ele embarcou 10 mil litros da bebida, pela primeira vez, para os Estados Unidos. Um novo contrato, para 2010, também com os norte-americanos, já está acertado.
Apesar de o valor da garrafa pago pelos norte-americanos ser menor do que no mercado interno, o negócio, segundo ele, é vantajoso. “No Brasil, recebo, líquido, R$ 13,50 por garrafa, contra R$ 10 do distribuidor dos Estados Unidos. Só que essa pessoa está divulgando meu produto fora do país e, em médio prazo, posso aumentar consideravelmente as vendas externas. Além disso, o pagamento é feito de uma vez só, o que me permite recompor o caixa rapidamente”, salienta.
A Cachaça Germana, do grupo Uniagro, exportou no final de 2009 cerca de 900 caixas – 11 mil garrafas – para a África do Sul, já pensando na Copa do Mundo. Até mesmo o hotel em que a Seleção Brasileira está hospedada, o Fairway, Recentemente, assinou contrato com os Estados Unidos, que importará no início de 2011, aproximadamente 50 mil garrafas da Germana Soul. Ele considera “importantíssima” a ideia de levar adiante um projeto nacional de divulgação da cachaça artesanal. “O momento é bom para isso”, opina.
Para o presidente da Associação Mineira dos Produtores de Cachaça de Qualidade (Ampaq), Alexandre Wagner da Silva, antes de pensar em exportar é preciso ter volume suficiente para atender rigorosamente os contratos. A formação de cooperativas de produtores, de acordo com ele, com a padronização de um blend, é o ideal para aumentar o volume, com qualidade. “Já existem algumas cooperativas instaladas em Minas Gerais, como a de Salinas e Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, o que é o começo”, observa.
A 13ª Expocachaça, iniciada na última sexta-feira (28) e que prossegue até a próxima terça-feira (1º), deverá receber de 90 mil a 100 mil pessoas e movimentar negócios da ordem de R$ 12 milhões. Foram instalados 120 estandes, responsáveis por cerca de 700 marcas. Minas Gerias lidera a produção nacional de cachaça de alambique, com 260 milhões de litros/ano, volume que equivale a 60% da produção nacional.
Além do espaço para cachaças, a edição deste ano da Expocachaça oferece, novamente, o Espaço Bier Show, com uma variedade de marcas de cervejas importadas e brasileiras.
De acordo com levantamento do Centro Brasileiro de Referência em Cachaça, o Brasil, que tem capacidade instalada de produção de cachaça – artesanal e industrial – de aproximadamente 1,4 bilhão de litros, possui cerca de 40 mil produtores, responsáveis por 4 mil marcas.
As microempresas, segundo os organizadores da Expocachaça, representam 99% desse universo. Entre os estados que mais se destacam na produção da cachaça estão Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Ceará e São Paulo.
Atualmente, ocupam as gôndolas de supermercados, hipermercados e delikatessens cachaças de preços que variam entre R$ 3 e R$ 250. Estima-se que existam cerca de 5 mil marcas registradas, em disputa por espaço no mercado. Os principais estados consumidores são Minas Gerais, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo.
Apesar de ser produto brasileiro, a bebida, ao entrar em outros países, recebe o nome de rum, pois a nomenclatura cachaça ainda não é aceita pela maioria dos países.
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